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Distúrbios
do sono que atingem os idosos
Insônia
Estudos
mostram que os idosos insones chegam a 38% da população
e que, geralmente, a insônia está ligada a doenças
neurológicas (Mal de Alzheimer ou Mal de Parkinson) e cardiorrespiratórias.
A insônia também pode ser causada por fatores psicológicos,
sendo o mais comum a depressão, e por determinados medicamentos.
Mudanças simples de hábito (veja dicas a seguir) e tratamento
médico podem ajudar o idoso a recuperar o sono.
Apnéia
É
caracterizada por paradas de respiração, por no mínimo
dez segundos, durante o sono. O ar não consegue sair nem entrar
pela boca ou pelo nariz da pessoa, ocasionando vários despertares
breves ao longo da noite. Esse distúrbio, freqüentemente,
é associado aos roncos e sua ocorrência aumenta com o envelhecimento.
Enquanto atinge apenas 4% nos homens de meia-idade, nos que têm
mais de 65 anos chega a 28%. Nas mulheres, o aumento é de 2% na
meia-idade para 24% depois dos 65 anos, devido à perda dos hormônios
femininos após a menopausa. Para elas, a terapia de reposição
hormonal pode ser a solução do problema. É comum
que a pessoa desconheça que tem o problema. Os tratamentos incluem
aprender a dormir em posição correta, dispositivos que ajudam
a manter as vias respiratórias abertas, medicamentos e cirurgia.
Movimentos
dos membros
Com o envelhecimento,
aumenta a freqüência dos movimentos dos membros inferiores
durante o sono. Além disso, a pessoa tem a sensação
de “arrastamento” das pernas, causando despertares durante
a noite e diminuindo o tempo de sono do indivíduo. Quem tem esse
distúrbio apresenta insônia, irritabilidade e cansaço
mental. Para esses casos, os médicos orientam o paciente a sair
da cama sempre que os movimentos surgirem e se distrair com outras atividades,
além de fazer exercícios físicos durante o dia e
consultar um especialista. |
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