Livros de educação financeira para crianças: dicas e recomenda...
Livros de educação financeira para crianças: dicas e recomendaçõesData de publicação 30 de março de 20269 minutos de leitura
Atualizado em: 5 de março de 2026
Categoria Educação financeiraTempo de leitura: 16 minutosTexto de: Time Serasa
O golpe da restituição do Imposto de Renda acontece quando criminosos se passam pela Receita Federal para enganar contribuintes. Por meio de mensagens falsas via SMS, e-mail ou WhatsApp, os golpistas pedem dados pessoais ou cobram supostas taxas para liberar a restituição.
O período de declaração e pagamento dos lotes é o momento em que esse tipo de fraude mais aparece. Conhecer os sinais de alerta e saber como a Receita Federal realmente se comunica é a melhor forma de evitar prejuízos.
É uma fraude em que criminosos se passam pela Receita Federal para roubar dados ou dinheiro de contribuintes. O golpe costuma funcionar assim:
A vítima acredita estar no site oficial, informa os dados e faz o pagamento da taxa. Os criminosos ficam com o dinheiro e ainda passam a ter acesso a informações sensíveis.
Por que é golpe:
A Receita Federal utiliza canais específicos para se comunicar com os contribuintes. Qualquer mensagem fora desses canais deve ser tratada com desconfiança.
Canais oficiais da Receita Federal:
A Receita não envia SMS, e-mail ou WhatsApp com links para clicar. Também não liga pedindo dados pessoais, senhas ou códigos de verificação.
Sinais de que a mensagem é falsa:
Na dúvida, não clique em nenhum link. Acesse diretamente o site oficial da Receita Federal pelo navegador para verificar a situação do CPF.
Não. A Receita Federal não utiliza WhatsApp para se comunicar com contribuintes. Qualquer mensagem recebida por esse canal em nome do órgão é tentativa de golpe.
A própria Receita já emitiu alertas sobre o tema: “A Receita Federal não envia SMS nem mensagens por WhatsApp para realizar cobranças ou solicitar dados”.
Os únicos canais oficiais são:
Se receber mensagem no WhatsApp informando sobre restituição, pendência no CPF ou cobrança de taxas, não responda e não clique em links. Trata-se de golpe.
O mesmo vale para SMS e e-mails com links. A Receita pode enviar comunicados por e-mail em casos específicos, mas nunca inclui links clicáveis nem solicita dados pessoais ou pagamentos.
Os criminosos usam diferentes abordagens para enganar contribuintes. Os golpes mais frequentes são:
SMS ou WhatsApp com link falso
A vítima recebe mensagem informando que há valor disponível para saque imediato. O link leva a um site falso que imita o Gov.br, onde são solicitados dados pessoais e pagamento de taxa via Pix.
E-mail falso sobre erro na declaração ou malha fina
O golpista envia e-mail alertando sobre supostas divergências na declaração ou informando que o CPF caiu na malha fina. A mensagem contém link para “corrigir” os problemas, que na verdade rouba dados.
Golpe da antecipação de restituição
Criminosos oferecem serviços de "antecipação" da restituição fora dos canais oficiais, cobrando taxas ou solicitando dados bancários para supostamente agilizar o depósito.
Site falso da Receita Federal
Páginas que imitam o visual do portal Gov.br são criadas para coletar CPF, senha e dados pessoais. O endereço do site costuma ser parecido com o oficial, mas nunca termina em “gov.br”.
Leia também | Como identificar e evitar golpes financeiros
A forma mais segura de verificar a situação da restituição é acessar diretamente o portal da Receita Federal, sem clicar em links recebidos por mensagens.
Passo a passo para consultar a restituição:
Acesse o site do e-CAC: cav.receita.fazenda.gov.br.
Clique em Entrar com Gov.br e faça login com CPF e senha.
No menu, selecione Meu Imposto de Renda.
Clique em Extrato da DIRPF.
Escolha o ano da declaração (exercício) que deseja consultar.
Verifique o status da restituição: se já foi liberada, em qual lote e a data de pagamento.
O golpe da restituição do Imposto de Renda acontece quando criminosos se passam pela Receita Federal para enganar contribuintes. Por meio de mensagens falsas via SMS, e-mail ou WhatsApp, os golpistas pedem dados pessoais ou cobram supostas taxas para liberar a restituição.
O período de declaração e pagamento dos lotes é o momento em que esse tipo de fraude mais aparece. Conhecer os sinais de alerta e saber como a Receita Federal realmente se comunica é a melhor forma de evitar prejuízos.
| Lote | Data de pagamento | Critério |
|---|---|---|
| 1º | 30/05/2025 | Prioridade legal: idosos, pessoas com deficiência, professores |
| 2º | 30/06/2025 | Ordem de entrega da declaração |
| 3º | 31/07/2025 | Ordem de entrega da declaração |
| 4º | 29/08/2025 | Ordem de entrega da declaração |
| 5º | 30/09/2025 | Ordem de entrega da declaração |
A partir do 2º lote, a restituição segue a ordem de entrega: quem enviou a declaração primeiro, recebe antes. Após os cinco lotes principais, a Receita libera lotes residuais mensais para quem caiu na malha fina e regularizou pendências.
Ao identificar uma mensagem que pode ser golpe, algumas ações ajudam a evitar prejuízos e contribuem para que outras pessoas não sejam enganadas.
Se receber a mensagem, mas não clicou no link:
Se clicou no link, mas não inseriu dados:
Se inseriu dados pessoais ou fez pagamento:
Também é possível denunciar o golpe nos canais oficiais da Receita Federal e no site de denúncias da Serasa: denunciefraudes.serasa.com.br.
Denuncie sites e perfis falsos diretamente para a Serasa! Com essa ferramenta, você pode enviar a URL de sites e redes sociais suspeitos, permitindo-nos agir com rapidez para proteger você e outros de golpes.
Para fazer sua denúncia, basta copiar a URL suspeita e colar no campo “Copie e cole o link aqui” na página, acessando este link:
https://denunciefraudes.serasa.com.br/.
Atenção: No caso de denúncias para números de WhatsApp, será preciso incluir o número completo ao lado do seguinte texto: "https://api.whatsapp.com/send?phone=" + número suspeito. Por exemplo, se você quiser denunciar o número (11) 9912-3456, você deve colar: https://api.whatsapp.com/send?phone=551199123456
Atenção: essa ferramenta se aplica apenas a URLs de sites, redes sociais e números de Whatsapp, não a aplicativos.*
Os criminosos buscam informações que permitam acessar contas, aplicar novos golpes ou cometer fraudes em nome da vítima. No golpe da restituição, os dados mais solicitados são:
A Receita Federal nunca pede senha, dados bancários ou chave Pix por mensagem. Qualquer solicitação desse tipo indica tentativa de fraude.
Algumas práticas simples reduzem o risco de cair em fraudes envolvendo a restituição:
Acesse apenas os canais oficiais da Receita Federal (e-CAC e Gov.br) para consultar declaração e restituição.
Nunca clique em links recebidos por SMS, WhatsApp ou e-mail que mencionem restituição ou pendências no CPF.
Desconfie de mensagens com tom de urgência ou que prometam liberar valores mediante pagamento de taxa.
Verifique o endereço do site antes de inserir qualquer dado. Sites oficiais do governo terminam em ".gov.br".
Não compartilhe senha do Gov.br, códigos de verificação ou dados bancários com ninguém.
Ative a verificação em duas etapas na conta Gov.br para aumentar a segurança do acesso.
Mantenha celular e computador atualizados e com antivírus ativo.
Outra medida importante é acompanhar regularmente a situação do CPF. Movimentações estranhas, como consultas de empresas desconhecidas ou tentativas de abertura de conta, podem indicar uso indevido dos dados.
O Serasa Premium oferece monitoramento de CPF 24 horas por dia, com alertas em tempo real sobre consultas, vazamentos de dados na Dark Web e variação no Score. Esse acompanhamento permite agir rapidamente caso os dados sejam utilizados de forma indevida.
Depende do caso. Para transferências via Pix realizadas em situação de fraude, existe o MED (Mecanismo Especial de Devolução), recurso criado pelo Banco Central para facilitar a recuperação do dinheiro.
O MED permite que o banco da vítima solicite o bloqueio do valor na conta de destino assim que a fraude é comunicada. Se o dinheiro ainda estiver disponível, pode ser devolvido.
Prazo para solicitar: até 80 dias após a transferência.
Nesses casos, a devolução depende de acordo direto com o recebedor.
Nesses casos, a devolução depende de acordo direto com o recebedor.
A partir de fevereiro de 2026, os bancos são obrigados a adotar o MED. Quanto mais rápido a vítima comunicar o golpe, maiores as chances de recuperar o valor.
Golpes como o da restituição do Imposto de Renda usam dados pessoais para convencer as vítimas. Quando o criminoso sabe nome completo, CPF e outros detalhes, a fraude parece mais real.
O Serasa Premium é o serviço de assinatura da Serasa que monitora CPF e CNPJ 24 horas por dia. O assinante recebe alertas em tempo real sobre:
Com esse monitoramento, é possível identificar uso indevido dos dados e agir antes que o prejuízo aumente.
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