Comunhão parcial de bens: o que é e quais bens entram
Comunhão parcial de bens: o que é e quais bens entramData de publicação 5 de março de 20266 minutos de leitura
Atualizado em: 20 de fevereiro de 2026
Categoria Educação financeiraTempo de leitura: 9 minutosTexto de: Time Serasa
As alíquotas do Imposto de Renda tiveram mudanças importantes para 2026, principalmente na faixa de isenção. A partir de agora, pessoas físicas com renda mensal de até R$ 5.000 ficam isentas do imposto, conforme comunicado oficial do Governo Federal.
Para quem trabalha com carteira assinada, atua como autônomo ou toca um pequeno negócio, entender essas faixas ajuda a prever o desconto no salário, organizar o orçamento e evitar surpresas ao longo do ano.
Neste conteúdo, reunimos a tabela atualizada do IR, explicando como funciona o cálculo por faixas, e apresentamos exemplos para diferentes níveis de renda.
A tabela do Imposto de Renda segue o modelo progressivo. Isso significa que o imposto aumenta conforme a renda mensal, mas não incide de uma única vez sobre todo o valor recebido.
A principal mudança do IR para 2026 é a ampliação da faixa de isenção, que agora contempla rendimentos mensais de até R$ 5.000.
| Base de cálculo mensal (R$) | Alíquota |
|---|---|
| Até 5.000 | Isento |
| De 5.000,01 até 6.500 | 7,5% |
| De 6.500,01 até 8.000 | 15% |
| De 8.000,01 até 10.000 | 22,5% |
| Acima de 10.000 | 27,5% |
A tributação sempre incide apenas sobre a parcela da renda que ultrapassa o limite de cada faixa e não sobre o valor total do salário.
Contribuintes com renda mensal acima de R$ 5.000 entram na segunda faixa da tabela. Nesses casos, a alíquota de 7,5% incide apenas sobre o valor que ultrapassa o limite isento, enquanto a parcela inicial da renda continua sem tributação.
A alíquota de 27,5% é a máxima da tabela, mas não significa que todo o salário seja tributado nesse percentual. Ela se aplica somente à parcela da renda que excede o teto da última faixa.
Mesmo contribuintes com rendimentos elevados continuam tendo parte da renda isenta ou tributada em alíquotas menores, o que torna o cálculo mais equilibrado.
Em 2025, a isenção do Imposto de Renda estava limitada a rendimentos mais baixos, compensada parcialmente pelo desconto simplificado.
Com a nova regra de 2026, a isenção passa a ser integral até R$ 5.000, reduzindo o impacto do imposto no orçamento de trabalhadores CLT, autônomos e pequenos empreendedores.
Para quem recebe acima desse valor, as alíquotas do Imposto de Renda permanecem progressivas, sem alteração nos percentuais das faixas superiores.
O cálculo do Imposto de Renda não considera uma alíquota única sobre todo o salário. O sistema é progressivo e funciona por etapas.
Na prática:
Esse modelo evita que todo o rendimento seja tributado pela alíquota mais alta e torna o cálculo mais equilibrado.
Para entender quanto será descontado do salário, é importante observar como a renda se distribui entre as faixas da tabela.
Veja a seguir exemplos que mostram, passo a passo, como funciona o cálculo mensal do Imposto de Renda em diferentes níveis de renda.
Imposto mensal aproximado: R$ 150
Imposto mensal aproximado: R$ 747,50
Nesse cenário, parte da renda entra na alíquota máxima de 27,5%, enquanto as faixas iniciais continuam com tributação menor ou isenta.
Imposto mensal aproximado: R$ 3.497,50
Além da faixa de isenção, a legislação permite deduções legais que podem reduzir o valor do imposto devido ou aumentar a restituição. Entre as principais estão:
Avaliar o modelo de declaração da IR mais vantajoso faz diferença no resultado final.
Para valores mais precisos, o ideal é utilizar o simulador de alíquotas do Imposto de Renda disponível no site da Receita Federal, que permite testar diferentes cenários de renda e deduções.
Manter o Imposto de Renda em dia faz parte da organização financeira. Atrasos e pendências podem gerar multas, juros e dificultar o acesso a crédito.
Com a nova tabela do IR 2026, entender as alíquotas do Imposto de Renda, as faixas e os cálculos ajuda a planejar melhor o orçamento e tomar decisões com mais segurança.
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Data de publicação 5 de março de 20266 minutos de leitura
Data de publicação 5 de março de 20267 minutos de leitura
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