Como vender no TikTok Shop: dicas para iniciantes
Como vender no TikTok Shop: dicas para iniciantesData de publicação 16 de janeiro de 20265 minutos de leitura
Publicado em: 23 de fevereiro de 2026
Categoria Renda ExtraTempo de leitura: 5 minutosTexto de: Time Serasa
Latinhas de alumínio, garrafas PET, caixas de papelão. Para a maioria das pessoas, são apenas resíduos a descartar. Mas esses materiais têm valor comercial e são comprados diariamente por cooperativas, sucateiros e empresas recicladoras.
Para quem trabalha com coleta e venda de recicláveis, reciclagem gera renda, e não é preciso ser um catador profissional para começar. Separar materiais em casa e vendê-los para pontos de coleta já é suficiente para transformar o que iria para o lixo em um dinheiro extra no fim do mês.
É uma forma de complementar o orçamento, contribuir com o meio ambiente e participar da economia circular.
Este conteúdo faz parte das ações de educação ambiental do Feirão Serasa Limpa Nome 2026, com patrocínio da CAIXA.
O valor pago por materiais recicláveis varia conforme a região, o volume e a qualidade do material. Mas alguns itens são consistentemente mais valorizados no mercado:
É o material mais bem pago. O preço médio do quilo gira em torno de R$ 5 a R$ 7, podendo variar para mais em algumas regiões. Latinhas são leves, então é preciso acumular uma boa quantidade para formar volume.
Garrafas de refrigerante, água e outros líquidos têm boa aceitação. O quilo costuma ser vendido entre R$ 2 e R$ 4, dependendo do tipo (transparente vale mais que colorido).
Folhas de escritório, cadernos e impressões têm valor superior ao papel misto. O preço médio fica entre R$ 0,70 e R$ 0,90 por quilo.
Caixas de entrega, embalagens e papelão ondulado são aceitos na maioria dos pontos de coleta. O valor é mais baixo (entre R$ 0,35 e R$ 0,85 por quilo) mas o material é fácil de acumular.
Garrafas e potes de vidro têm mercado, embora paguem menos. O quilo varia de R$ 0,30 a R$ 0,65, dependendo da cor (âmbar e transparente valem mais).
Os preços são referências médias e podem mudar conforme a demanda do mercado e o comprador.
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O processo é simples e não exige CNPJ nem cadastro formal. Veja como funciona:
Mantenha os recicláveis limpos e secos. Latinhas amassadas ocupam menos espaço. Garrafas PET sem tampa e rótulo costumam ser mais bem aceitas. Papelão dobrado facilita o transporte.
Vender pequenas quantidades pode não compensar o deslocamento. O ideal é juntar material por algumas semanas até formar um volume razoável.
Há algumas formas de localizar compradores:
Pesquise "cooperativa de reciclagem + sua cidade" no Google ou Google Maps.
Consulte o site da prefeitura. Muitas cidades listam cooperativas parceiras do programa de coleta seletiva.
Procure sucateiros e ferros-velhos na região, que também compram recicláveis.
O comprador pesa o material e paga conforme a tabela do dia. O pagamento costuma ser feito na hora, em dinheiro. A empresa emite uma nota de entrada com o CPF do vendedor. Não é necessário ter empresa aberta.
Dica: Antes de ir, ligue para confirmar os materiais aceitos e os preços praticados. Isso evita viagens desnecessárias.
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Cooperativas de reciclagem são organizações formadas por trabalhadores que atuam na coleta, separação e venda de materiais recicláveis. Funcionam como uma ponte entre quem descarta e as empresas que transformam esses resíduos em novos produtos.
Os cooperados coletam materiais nas ruas, recebem doações de empresas ou compram de catadores independentes.
O material é levado até a sede da cooperativa, onde passa por triagem, limpeza e separação por tipo.
Depois de processado, é vendido em grandes quantidades para indústrias recicladoras.
O valor obtido é dividido entre os cooperados, conforme as regras de cada organização.
Sim. A maioria das cooperativas aceita comprar materiais de pessoas físicas. Não é preciso ter CNPJ, basta levar o material, que será pesado e pago conforme a tabela do dia. A cooperativa emite nota de entrada usando o CPF do vendedor.
Para encontrar cooperativas na sua região, consulte o site da prefeitura ou pesquise por "cooperativa de reciclagem" + o nome da sua cidade.
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A economia circular é um modelo que busca manter materiais em uso pelo maior tempo possível, reduzindo o desperdício. Em vez de extrair, produzir, usar e descartar, o ciclo se fecha: o que seria lixo vira matéria-prima para novos produtos.
Uma garrafa PET descartada é coletada, processada e transformada em fibra para tecidos ou em novas embalagens.
Latinhas de alumínio voltam às fábricas e se tornam novas latinhas em poucas semanas.
Papelão de caixas de entrega vira papel reciclado para novas embalagens.
Esse ciclo só funciona porque existem pessoas coletando, separando e vendendo os materiais. Cada etapa envolve trabalho e pagamento.
Para quem está em busca de renda extra, a economia circular oferece uma entrada acessível. Não exige formação específica, o investimento inicial é praticamente zero e a demanda por materiais recicláveis é constante.
Participar desse ciclo é, ao mesmo tempo, uma oportunidade financeira e uma contribuição para reduzir o impacto ambiental.
Para quem quer transformar a reciclagem em fonte de renda extra, algumas práticas ajudam a otimizar os ganhos:
Latinhas, garrafas, caixas de entrega, ou seja, materiais que iriam para o lixo podem ser o ponto de partida. Separe um espaço para armazenar os recicláveis e crie o hábito de guardar em vez de descartar.
Converse com vizinhos, familiares e colegas de trabalho. Muita gente descarta recicláveis por falta de tempo ou interesse. Oferecer-se para recolher esses materiais aumenta o volume sem custo adicional.
Se o espaço de armazenamento for limitado, foque no que paga melhor. Alumínio e PET têm boa relação entre valor e volume. Papelão vale menos por quilo, mas é fácil de acumular em grandes quantidades.
Recicláveis sujos ou misturados podem ser recusados ou pagos por um valor menor. Enxaguar embalagens e separar por tipo (plástico, metal, papel, vidro) faz diferença no momento da venda.
Os preços variam entre cooperativas, sucateiros e pontos de coleta. Vale ligar para mais de um comprador e comparar valores antes de decidir onde entregar.
Ganhos com reciclagem dependem de volume e regularidade. Criar uma rotina de coleta e venda, semanal ou quinzenal, ajuda a manter o fluxo de renda.
A reciclagem é uma das muitas alternativas para complementar a renda. Se você quer conhecer outras opções, o Portal Renda Extra da Serasa reúne conteúdos gratuitos com dicas práticas para ganhar dinheiro de diferentes formas.
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