Investimentos seguros: opções para fazer o dinheiro render
Investimentos seguros: opções para fazer o dinheiro renderData de publicação 19 de outubro de 202620 minutos de leitura
Publicado em: 2 de setembro de 2026
Categoria Educação financeiraTempo de leitura: 10 minutosTexto de: Time Serasa
A 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo acontece de 4 a 13 de setembro de 2026, no Distrito Anhembi, na zona norte da capital. É um dos maiores eventos literários do mundo, e também uma das ocasiões em que é mais fácil gastar mais do que o planejado. Com ingresso, transporte, alimentação e aquela pilha de livros tentadores, o orçamento pode ir além do esperado sem que se perceba. Por isso, um pouco de planejamento antes de sair de casa faz toda a diferença.
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Os valores variam conforme o dia da semana e o horário de entrada. Confira a tabela de preços:
| Dia Horário | Horário | Inteira | Meia-entrada |
|---|---|---|---|
| Segunda a quinta | Até 16h59 | R$ 40 | R$ 20 |
| Sexta, sábado e domingo | Diurno | R$ 42 | R$ 21 |
| Segunda a quinta | A partir de 17h (noturno) | R$ 30 | R$ 15 |
Os ingressos são vendidos exclusivamente pela plataforma Fever, que aceita cartão de crédito e outras formas de pagamento digital. Os valores variam conforme o dia e o horário — consulte os preços atualizados na plataforma Fever, única vendedora oficial dos ingressos.
Gratuidade: professores, profissionais do mercado editorial, crianças menores de 12 anos, pessoas com 60 anos ou mais e portadores da Credencial Plena do Sesc.
Meia-entrada: estudantes e pessoas com deficiência.
A partir das 17h de segunda a quinta, o ingresso custa R$ 30, e 100% do valor vira crédito para compra de livros nos estandes. Para quem já planejava comprar livros de qualquer forma, essa pode ser uma opção mais vantajosa.
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Uma pesquisa da Serasa realizada com 1.261 brasileiros em junho de 2026 mostrou que, entre quem comprou algum livro no período, 60% gastaram até R$ 200 no ano.
Para a maioria das pessoas, o gasto anual com livros já é relativamente contido, o que reforça a importância de planejar quanto se quer gastar antes de entrar em um evento como a Bienal, onde a oferta e a tentação de comprar são muito maiores do que no dia a dia.
"Na nossa pesquisa, 70% dos brasileiros disseram que já deixaram de comprar um livro por falta de dinheiro no momento. É exatamente isso que costuma acontecer em eventos como a Bienal, onde a vontade de comprar aparece de uma vez só. Minha dica é inverter a lógica: em vez de juntar dinheiro só na semana do evento, comece a separar um valor pequeno todo mês ao longo do ano. Quando a Bienal chegar, o passeio já está garantido sem tirar de outras contas."
— Eduarda de Moraes, Especialista em Educação Financeira na Serasa
Antes de sair de casa, considere todos os custos envolvidos:
Ingresso: entre R$ 15 e R$ 42, dependendo do dia, horário e elegibilidade.
Transporte: ônibus, metrô, aplicativo ou combustível até o Distrito Anhembi.
Alimentação: o evento conta com praça de alimentação, mas os preços em eventos costumam ser mais altos do que na rua.
Livros: defina um valor máximo antes de entrar e respeite esse limite mesmo diante das promoções.
Somando todos esses itens, uma visita pode facilmente custar entre R$ 150 e R$ 300 por pessoa, dependendo das escolhas feitas no dia. Ter esse número claro antes de ir ajuda a não se surpreender na hora de conferir o extrato.
A Bienal é um ambiente feito para despertar o desejo de comprar, com lançamentos, autores presentes, promoções relâmpago e estandes com descontos especiais que tornam difícil resistir a uma compra.
Os dados confirmam essa tendência: 41% dos brasileiros afirmam comprar mais livros do que realmente precisam quando encontram promoções e descontos, segundo a pesquisa da Serasa.
Algumas estratégias ajudam a manter o controle:
Monte uma lista antes de ir. Anote os títulos que já estão na lista de desejos e priorize esses na hora de comprar. Isso não impede descobertas, mas evita que o carrinho se encha de livros comprados por impulso.
Defina um limite financeiro e respeite. Decida quanto está disposto a gastar com livros antes de entrar, e trate esse valor como um teto, não como uma meta a ser atingida.
Pague com dinheiro ou débito. Pagar no cartão de crédito facilita perder o controle do quanto já foi gasto. Com débito ou dinheiro em espécie, o limite fica mais visível.
Evite parcelar compras pequenas. Parcelar livros de baixo valor pode parecer prático, mas soma compromissos futuros desnecessários ao orçamento.
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A pesquisa da Serasa mostrou que 70% dos brasileiros já deixaram de comprar livros por falta de dinheiro. Planejar a visita à Bienal com antecedência é uma forma de garantir que isso não aconteça. Algumas dicas:
Visitas de segunda a quinta tendem a ser menos movimentadas e com ingressos mais baratos. O ingresso noturno, a partir das 17h, custa R$ 30 e converte 100% do valor em crédito para livros, uma boa opção para quem já planejava comprar.
Professores, pessoas com 60 anos ou mais, crianças menores de 12 anos e portadores da Credencial Plena do Sesc entram sem pagar. Vale conferir antes de comprar o ingresso.
A alimentação em eventos costuma ser mais cara do que fora deles. Levar um lanche simples ajuda a controlar esse gasto sem abrir mão do conforto durante a visita.
Os preços e promoções variam bastante entre editoras e sebos. Percorrer os estandes antes de colocar qualquer livro na sacola evita pagar mais caro por um título que outro estande vende com desconto.
A Bienal costuma reunir sebos com títulos em ótimo estado por preços bem menores do que os livros novos. Uma boa alternativa para quem quer volume sem comprometer o orçamento.
Editoras pequenas costumam oferecer condições especiais durante o evento, como descontos, brindes e preços de lançamento que não existem em livrarias convencionais.
Alguns estandes oferecem descontos maiores próximo ao encerramento do evento para reduzir o estoque antes da desmontagem. Quem pode esperar tende a encontrar condições melhores.
Parcelas de cartão, boletos de livros comprados por impulso e a conta do mês seguinte podem transformar um passeio cultural em uma dor de cabeça financeira. Alguns hábitos simples ajudam a manter o equilíbrio:
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Conteúdo assinado por: Eduarda de Moraes
Coordenadora de Relações Públicas da Serasa, Eduarda é responsável por levar a educação financeira até o consumidor de forma clara e confiável, coordenando a estratégia de comunicação e o desenvolvimento de porta-vozes que traduzem temas como dívidas, crédito e organização financeira para o dia a dia dos brasileiros. Com experiência em comunicação, acredita que informação de qualidade é o primeiro passo para que mais pessoas retomem o controle da vida financeira e construam uma relação mais saudável com o dinheiro.
Aline Dantas é educadora financeira, especialista em finanças comportamentais e criadora da Girafa das Finanças, onde ensina brasileiros a organizarem suas finanças de forma leve e prática.
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