Prazo de devolução de produto: o que diz a lei e como proceder...
Prazo de devolução de produto: o que diz a lei e como proceder corretamenteData de publicação 22 de abril de 202610 minutos de leitura
Publicado em: 22 de abril de 2026
Categoria Educação financeiraTempo de leitura: 10 minutosTexto de: Time Serasa
O interesse por destinos internacionais continua em alta em 2026. Explorar o Velho Continente exige organização, pois o valor do euro muda o tempo todo e isso afeta diretamente o orçamento. Entender como economizar na viagem para Europa é o primeiro passo para transformar o roteiro dos sonhos em realidade, evitando o acúmulo de dívidas.
Este artigo apresenta dicas práticas, comparativos de custos entre cidades e orientações financeiras para você gastar menos e aproveitar mais. O planejamento antecipado é fundamental para garantir uma experiência inesquecível sem comprometer as finanças.
Economizar em uma viagem para a Europa significa tomar decisões estratégicas em cada etapa do planejamento, sem abrir mão da qualidade. Desde a escolha da data até a forma de pagamento, pequenas ações podem resultar em economia significativa no orçamento final.
A época do ano em que você viaja influencia diretamente os preços no mercado de turismo. Para economizar, os meses de baixa temporada, que na Europa vão de novembro a março (exceto nas festas de fim de ano), oferecem passagens e hospedagens significativamente mais baratas.
Os meses de meia-estação, como abril, maio, setembro e outubro, equilibram um clima agradável, dias mais longos e preços justos. Essa é uma alternativa para evitar os picos de julho, período de férias escolares, quando os valores tendem a aumentar consideravelmente.
Cidades do Leste Europeu costumam ter custo de vida menor, enquanto grandes capitais exigem orçamentos mais elevados.
A tabela abaixo ilustra a diferença de custos médios diários (hospedagem, alimentação e atrações básicas) para o cenário de 2026. Para facilitar a comparação, todos os valores foram estimados e convertidos para euros (€).
| Destinos econômicos | Custo médio diário | Destinos caros | Custo médio diário |
|---|---|---|---|
| Budapeste (Hungria) | € 45 a € 60 | Londres (Inglaterra) | € 120 a € 180 |
| Praga (República Tcheca) | € 50 a € 70 | Zurique (Suíça) | € 150 a € 200 |
| Cracóvia (Polônia) | € 40 a € 55 | Paris (França) | € 110 a € 160 |
| Lisboa (Portugal) | € 60 a € 85 | Amsterdã (Holanda) | € 130 a € 170 |
Países como Reino Unido (Libra), Suíça (Franco Suíço) e República Tcheca (Coroa Tcheca) têm moedas próprias, e o valor final dependerá da cotação no dia da viagem.
A compra das passagens representa parcela significativa do orçamento, mas algumas estratégias podem reduzir esse impacto. Voos com escalas costumam ser mais econômicos para viagens internacionais. Além disso, outras táticas logísticas ajudam:
A opção por hostels (albergues) com quartos compartilhados e cozinha disponível reduz drasticamente o valor das diárias e ainda permite economizar no café da manhã. Hotéis fora do centro histórico, mas próximos a estações de metrô, podem ser alternativas mais econômicas para quem busca privacidade.
Caminhar é uma das formas mais econômicas e agradáveis de conhecer uma cidade europeia. Para distâncias maiores, um passe semanal de transporte ou um cartão recarregável costuma sair mais barato que pagar por cada viagem.
Para viagens entre países, trem ou ônibus costumam ser opções mais econômicas do que voos, especialmente com compra antecipada.
Comprar em supermercados locais é uma estratégia eficiente para economizar com alimentação. Montar lanches com pães, frios, frutas e água ajuda a evitar gastos impulsivos em áreas turísticas. Para o almoço, procure por pratos do dia, que costumam ser refeições completas por um preço fixo e mais em conta.
O valor diário necessário varia conforme o estilo de viagem. Uma simulação para destinos intermediários, como Madri ou Roma, pode ajudar a dimensionar os gastos.
Um viajante com perfil econômico pode gastar cerca de € 35 em hospedagem (hostel), € 30 em alimentação (mercados/refeições rápidas) e € 15 em atrações/transporte. O custo diário fica em torno de € 80, totalizando € 560 para uma semana, sem contar passagens.
A maioria dos países europeus faz parte do Espaço Schengen, que exige um seguro viagem internacional com cobertura médica mínima de 30.000 euros. É recomendável comparar planos de seguro em plataformas online, buscando opções que cubram o essencial, sem custos adicionais desnecessários.
Em 2026, uma estratégia segura e econômica é mesclar uma pequena quantia em dinheiro em espécie com um cartão internacional. É fundamental entender as taxas, como o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) no cartão de crédito internacional
Cartões de débito internacional de conta global, com IOF menor, são indicados para gastos do dia a dia. O cartão de crédito pode ser reservado para emergências ou depósitos de garantia. Antes de embarcar, é importante verificar se o cartão é internacional.
O planejamento da viagem depende de um passo anterior: manter as finanças pessoais organizadas. Antes de definir o roteiro, é importante saber quanto entra e quanto sai todo mês para calcular o que é possível poupar mensalmente. Ferramentas de controle financeiro ajudam a transformar o sonho da viagem em uma meta alcançável.
Checklist de orçamento de viagem:
Uma viagem para a Europa com orçamento controlado mostra que, com planejamento e organização, é possível realizar grandes objetivos. Cada escolha, da passagem aérea ao café da manhã, contribui para uma experiência positiva e financeiramente saudável.
Para transformar o planejamento da sua viagem em um plano de ação concreto, a organização é fundamental. Ter uma visão clara de todas as suas receitas e despesas é o que permite saber exatamente quanto é possível economizar por mês para atingir seu objetivo.
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Data de publicação 22 de abril de 202611 minutos de leitura
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