Como renovar passaporte: passo a passo e o que saber
Como renovar passaporte: passo a passo e o que saberData de publicação 6 de fevereiro de 202613 minutos de leitura
Atualizado em: 11 de dezembro de 2025
Categoria Educação financeiraTempo de leitura: 8 minutosTexto de: Time Serasa
Contribuir para o INSS por conta própria é possível mesmo sem carteira assinada. Quem trabalha como autônomo, informal ou não exerce atividade remunerada pode manter a proteção previdenciária.
Por isso, é importante entender quais são os valores, as modalidades, como realizar a emissão da guia e as formas de pagamento, tanto pelo site quanto aplicativo, e claro o cálculo de quanto deverá ser pago.
Por isso, este guia vai esclarecer todas as dúvidas de como realizar a contribuição por conta própria, para garantir o seu acesso aos principais benefícios, como aposentadoria, auxílio-doença, salário-maternidade e também a pensão por morte.
A contribuição por conta própria deve ser feita por quem não possui nenhum tipo de vínculo empregatício. Dessa forma, a responsabilidade pelo pagamento é do segurado.
A contribuição própria vale para quem atua no varejo, na prestação de serviços e em atividades sem carteira assinada. Pessoas que não trabalham também podem contribuir de forma facultativa para manter os benefícios.
Assim, será possível garantir mais segurança para o futuro e evita que o tempo de contribuição seja perdido.
Cada tipo de contribuição atende perfis diferentes. Entender o seu é essencial para planejar o pagamento do INSS e interpretar como funciona o varejo ou outras atividades que geram renda sem vínculo fixo.
O contribuinte individual trabalha por conta própria e ganha pela prestação de serviço. Pode ser um vendedor de varejo, profissional informal, prestador de serviços ou pequeno comerciante. O pagamento é mensal e considera um percentual sobre o valor recebido.
Essa categoria costuma ser escolhida por quem quer autonomia profissional. É direito receber benefícios como auxílio e aposentadoria.
O facultativo não tem renda e contribui por iniciativa própria. Vale para estudantes, donas de casa, desempregados, entre outros. O pagamento mantém a pessoa coberta pelos benefícios previdenciários.
O facultativo não precisa provar renda. Basta pagar mensalmente dentro da modalidade escolhida.
Os valores do INSS variam conforme o tipo de contribuição e o salário de contribuição. As alíquotas seguem a legislação atual e podem mudar a cada ano. Por isso, é importante acompanhar atualizações oficiais.
Em 2026, espera-se que o cálculo continue baseado na faixa salarial do contribuinte. A tabela define quanto será pago mês a mês. Valores costumam seguir dois planos:
Antes de definir quanto pagar, é importante verificar qual plano é permitido para a categoria escolhida.
Calcular quanto pagar ao INSS é simples. Primeiro, determine o salário de contribuição. Esse número representa quanto quer se considerar como base.
A partir disso, aplique a alíquota da sua categoria. No plano tradicional, o percentual é aplicado sobre o salário de contribuição. Já no plano simplificado, o cálculo é menor e atende perfis específicos.
Quem trabalha no varejo e vende produtos, por exemplo, calcula a contribuição com base no rendimento mensal estimado. Em situações como atacado e varejo, o importante é definir quanto usar como base. O processo não muda: a alíquota segue igual.
Pagar INSS pela internet é uma forma prática de organizar a rotina, sem precisar ir a uma agência.
Acesse o portal ou aplicativo
Entre no Meu INSS, pelo site ou aplicativo oficial, com login do gov.br.
Faça o login
Informe o CPF e a senha cadastrada no gov.br para acessar o aplicativo.
Selecione a categoria e o código
Escolha a opção correspondente à categoria (contribuinte individual ou facultativo) e o código correto de pagamento.
Informe o salário de contribuição
Preencha o campo com o valor que será usado como base para o cálculo.
Gere e pagar a guia
Emita a guia de pagamento e quitar o valor em banco, internet banking ou carteira digital autorizada. O comprovante fica registrado no sistema.
O pagamento pode ser feito pelo carnê. Embora menos prático, ainda é aceito em todo o país.
Primeiro, identifique o tipo de contribuição. Depois, preencha o carnê conforme o mês e o valor. O pagamento pode ser realizado no banco ou casa lotérica. Este formato ainda funciona bem para quem gosta de organizar os papéis.
O código usado no carnê deve seguir sua modalidade. O valor acompanha o salário de contribuição definido pelo segurado.
Contribuir para o INSS por conta própria garante acesso a benefícios previdenciários importantes, o que reforça a segurança financeira ao longo do tempo.
Manter as contribuições em dia reduz o risco de períodos descobertos e ajuda na organização de um planejamento de longo prazo.
Para não ter problemas, é importante verificar valores, datas e códigos de pagamento. Isso garante que a contribuição seja registrada corretamente. Alguns pontos a se atentar são:
Quem trabalha em atividades com renda variável, como varejo ou prestação de serviços, pode se beneficiar de um controle mensal de entradas e saídas. Isso facilita a escolha do valor de referência para a contribuição e evita atrasos.
Também é importante ficar alerta em armadilhas e fraudes que usam o INSS como pretexto para enganar contribuintes. Guias e pagamentos devem ser sempre emitidos por canais oficiais.
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Consultar o extrato de contribuições é simples. O Meu INSS permite acompanhar os pagamentos registrados ao longo do tempo.
A recomendação é acessar o sistema com regularidade para verificar se todas as contribuições foram computadas.
Esse acompanhamento ajuda a identificar falhas e, se necessário, solicitar correções.
Contribuir para o INSS por conta própria exige disciplina e planejamento financeiro. Muitas pessoas autônomas ou informais interrompem as contribuições por dificuldades momentâneas, ou falta de organização do orçamento.
Entender quanto entra e quanto sai por mês ajuda a reservar o valor da contribuição assim que o rendimento é recebido. Uma planilha simples ou um aplicativo de controle financeiro já pode fazer diferença.
Mesmo em atividades com renda variável, como venda no varejo ou prestação de serviços independentes, o hábito de registrar os ganhos facilita a definição de metas e reduz o risco de atrasos nas contribuições.
Se o orçamento está apertado e há contas em atraso, negociar dívidas pode ser um passo importante para reorganizar as finanças e manter as contribuições previdenciárias em dia.
Durante o Feirão Limpa Nome da Serasa e no resto do ano, mais de 1.600 empresas parceiras oferecem negociação de dívidas pelo Serasa Limpa Nome e alívio no orçamento mensal. Ao regularizar dívidas, fica mais fácil encaixar a contribuição ao INSS no planejamento financeiro.
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Manter as contribuições ao INSS em dia exige organização financeira e acompanhamento regular da situação de crédito. O Serasa Score ajuda a compreender o momento financeiro e apoia decisões importantes do dia a dia, contribuindo para um planejamento mais claro e estruturado.
O Serasa Score é uma das principais pontuações de crédito do mercado e reflete o histórico financeiro do consumidor. A pontuação vai de 0 a 1.000 e indica a probabilidade de conseguir crédito em instituições financeiras. Quanto maior a pontuação, maior a facilidade de conseguir um empréstimo, financiamento ou cartão de crédito.
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