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Viagem internacional: guia de planejamento, do sonho ao orçamento

Tudo o que é importante saber para fazer uma viagem internacional sem sustos financeiros e com destinos acessíveis.

Atualizado em: 30 de janeiro de 2026

Categoria Educação financeiraTempo de leitura: 10 minutos

Texto de: Time Serasa

Viajante individual.

Planejar uma viagem internacional exige mais do que escolher o destino e comprar passagens. Antes de embarcar, é fundamental organizar uma série de pontos que garantem segurança, economia e tranquilidade durante toda a experiência. 

Documentação em dia, como passaporte e visto, é o primeiro passo, seguido pelo planejamento financeiro, que envolve câmbio, limites de gastos e formas de pagamento no exterior. 

Também entram na lista a contratação de seguro-viagem, a definição do roteiro, a reserva de hospedagens e o entendimento das regras sanitárias e culturais do país de destino 

Como planejar uma viagem internacional barata?

Viajar para fora do país pode ter diferentes objetivos. Há quem busque experiências mais luxuosas, quem priorize conforto e conveniência e quem prefira algo mais econômico. 

Quando o foco é reduzir custos sem abrir mão da experiência, algumas estratégias de planejamento ajudam a tornar o roteiro mais acessível e financeiramente equilibrado. 

O primeiro passo é estabelecer um orçamento realista, considerando passagens, hospedagem, alimentação, transporte local, passeios e uma reserva para imprevistos. Com o valor máximo em mente, fica mais fácil tomar decisões conscientes e evitar gastos desnecessários. 

Feito isso, é possível estruturar um planejamento nas seguintes etapas: 

Pesquisa de destinos com custo mais baixo

A escolha do destino influencia diretamente no valor da viagem. Países com custo de vida mais acessível e moeda mais próxima ou até mais desvalorizada em relação ao real tendem a pesar menos no orçamento. 

Outro ponto relevante é a documentação. Optar por destinos que não exigem visto para brasileiros elimina taxas consulares e custos adicionais. 

Definição da melhor época para viajar

Pesquisar a baixa temporada do país escolhido é fundamental para economizar. Fora dos períodos de alta demanda, como férias escolares e grandes eventos, os preços de passagens aéreas, hospedagens e até passeios costumam ser mais baixos. Além disso, destinos menos cheios proporcionam uma experiência mais tranquila. 

Montagem de um roteiro econômico

Ao montar o roteiro, vale priorizar atrações gratuitas ou de baixo custo, como parques, centros históricos, praias e museus com entrada franca em determinados dias. 

Também é importante organizar os passeios por regiões próximas, reduzindo gastos com transporte e otimizando o tempo disponível. 

Outro ponto fundamental dessa etapa é conhecer as regras culturais e costumes locais. Informações sobre vestimenta adequada, comportamento em espaços públicos, gorjetas, horários de funcionamento e até regras religiosas ajudam a evitar situações desconfortáveis. 

Escolha estratégica da hospedagem

A hospedagem deve ser avaliada além do preço. Optar por uma localização estratégica, próxima ao transporte público ou aos principais pontos turísticos, ajuda a economizar com deslocamentos diários. 

Em muitos casos, pagar um pouco mais pela localização resulta em economia no custo total da viagem. 

Compra antecipada e fechamento das reservas

Com o roteiro definido e as principais escolhas feitas, o ideal é começar a fechar as reservas. 

Comprar passagens aéreas com antecedência costuma garantir melhores preços, assim como reservar hospedagens e passeios previamente. 

Em alguns casos, adquirir ingressos antecipadamente ou comprar pacotes de atrações ajuda a evitar valores mais altos de última hora e facilita o controle do orçamento. 

Seguro viagem: economia que evita prejuízos

Mesmo em uma viagem econômica, o seguro viagem não deve ser deixado de lado. Além de ser obrigatório em alguns destinos, ele evita gastos elevados em situações de emergência, como atendimento médico ou extravio de bagagem. 

O custo diário do seguro costuma ser baixo quando comparado às despesas que um imprevisto pode gerar, funcionando como uma forma de proteção financeira durante toda a viagem. 

Quais são os destinos internacionais mais econômicos?

Além da exigência de visto e da relação da moeda com o real, a média de custo diário no destino e o valor das passagens aéreas também são pontos determinantes na escolha de um país para viajar. Na América do Sul, alguns países que atendem esses requisitos são Bolívia, Colômbia, Chile e Peru. 

A proximidade com o Brasil contribui para passagens aéreas mais baratas, enquanto moedas desvalorizadas ou relativamente equiparadas ao real ajudam a manter o custo diário sob controle. Já em outros continentes, algumas opções de destino são: 

América Central

Na América Central, o México aparece como uma opção recorrente. Apesar de o peso mexicano não ser tão desvalorizado, o país oferece ampla concorrência aérea, o que favorece preços mais baixos de passagem.  

No destino, o custo diário pode ser equilibrado, principalmente em cidades menos disputadas que Cancún. 

O país vai muito além dos pontos turísticos mais conhecidos. Um exemplo é a Lagoa de Bacalar, frequentemente chamada de “Maldivas do México” por seus tons de azul. Já o litoral banhado pelo Oceano Pacífico reserva praias que surpreendem pela diversidade de paisagens.  

Por último, para quem busca uma experiência mais cultural, a Cidade do México é um ótimo lugar, pois reuni história, tradição e uma gastronomia reconhecida internacionalmente. 

África

Já no Norte da África, o Marrocos reúne características semelhantes: passagens com preços intermediários e um custo diário relativamente baixo, especialmente quando comparado a destinos europeus próximos. 

Além disso, o país conta com boa infraestrutura turística e oferece experiências culturais diversas, que vão de grandes centros urbanos a cidades históricas e paisagens desérticas. 

Ásia

No continente asiático, países do Sudeste Asiático, como TailândiaVietnã e Indonésia, estão entre os destinos mais econômicos para viajantes brasileiros. Apesar da maior distância, o baixo custo diário compensa, com gastos reduzidos em alimentação, transporte e hospedagem 

Qual é o país mais barato da Europa para visitar?

Não existe uma única resposta definitiva, mas, de forma geral, os países mais baratos da Europa para visitar costumam estar no Leste Europeu e nos Bálcãs, onde o custo diário é significativamente menor do que na Europa Ocidental. 

Entre eles, os que mais aparecem como opção econômica são: 

  • Bulgária: é frequentemente citada como o país mais barato da Europa. Hospedagem, alimentação e transporte têm preços baixos, especialmente fora de Sofia. Cidades como Plovdiv e Varna oferecem boa infraestrutura turística com custo reduzido. 

  • Romênia: também se destaca pelo baixo custo diário. É possível gastar pouco com comida, hospedagem e transporte, principalmente em cidades como Brasov, Sibiu e Bucareste.  

  • Sérvia: Belgrado costuma ter preços acessíveis em restaurantes, hospedagens e atrações. O país não utiliza o euro, o que ajuda a manter os custos mais baixos em comparação com países vizinhos. 

  • Albânia: uma das opções mais baratas da Europa atualmente, inclusive no litoral. O custo diário é baixo e as praias do Mar Adriático oferecem boa estrutura a preços inferiores aos da Grécia ou Itália. 

Qual o valor permitido para levar em viagens internacionais?

Ao planejar uma viagem internacional, é importante conhecer os limites legais de dinheiro e bens estabelecidos pela Receita Federal para evitar problemas na saída ou no retorno ao Brasil. 

O viajante pode levar até US$ 10.000 (ou o equivalente em outra moeda) em dinheiro vivo sem necessidade de declaração. 

Valores acima desse limite são permitidos, mas devem ser obrigatoriamente declarados por meio da Declaração Eletrônica de Porte de Valores (e-DPV), disponível no site da Receita Federal. 

Limite de compras no exterior

Além do dinheiro levado, há também regras para bens trazidos na volta ao Brasil: 

  • ●  US$ 1.000 em compras no exterior para quem retorna por via aérea ou marítima;  
  • ●  US$ 500 para quem retorna por via terrestre . 

Esse valor é a cota de isenção, ou seja, até esse limite não há cobrança de imposto. Se o total das compras ultrapassar a cota, o excedente é tributado em 50%. Nesses casos, também é preciso declarar na e-DBV. 

Como economizar em passagens e hospedagem no exterior?

Além de todo o planejamento, contar com ferramentas de pesquisa ajuda a encontrar preços mais baixos, principalmente em passagens aéreas e hospedagem no exterior, que costumam ser alguns dos maiores custos da viagem. 

Comparadores de voos ajudam a pesquisar rotas, comparar preços entre diferentes datas e identificar destinos mais baratos dentro de um período flexível. 

Essas ferramentas também permitem configurar alertas de preço para acompanhar quedas de tarifa, o que pode facilitar a compra no momento mais vantajoso. 

Para hospedagem, comparadores e plataformas de reserva ajudam a avaliar opções por localização, comodidades e política de cancelamento, pontos que fazem diferença no custo total da viagem. 

Assista | Dicas para viajar gastando pouco! – Serasa Ensina

Como organizar suas finanças antes de viajar?

Organizar as finanças antes de viajar é uma etapa fundamental para garantir tranquilidade durante toda a experiência e evitar imprevistos no retorno. 

Antes mesmo de comprar passagens ou reservar hospedagem, o ideal é fazer um raio-x da vida financeira, entendendo quanto é possível gastar sem comprometer o orçamento mensal ou gerar dívidas futuras. 

Um bom ponto de partida é seguir um checklist financeiro, que inclua itens como:  

  • ●  definição do orçamento total da viagem;  
  • ●  levantamento de gastos fixos durante o período fora;  
  • ●  limite do cartão de crédito internacional disponível;  
  • ●  reserva para emergências;  
  • ●  planejamento do câmbio. 

Outro passo importante é a regularização de dívidas, faturas e impostos antes de embarcar. Nesse processo, consultar a situação do CPF é essencial.  

Pendências financeiras podem impactar o acesso a crédito, aumentar juros e dificultar o uso de serviços financeiros durante a viagem. Ferramentas como o Serasa Limpa Nome ajudam a identificar débitos e oferecem condições facilitadas para negociação, permitindo resolver essas questões antes do embarque. 

Leia também | O que é IOF? Aprenda quando é utilizado 

Regularize o nome com o Serasa Limpa Nome

Antes de embarcar em uma viagem internacional, cuidar da saúde financeira é tão importante quanto organizar documentos e reservas. Estar com o nome regularizado evita imprevistos, como dificuldade para usar o cartão de crédito, aumento de juros ou restrições financeiras durante a viagem. 

Serasa Limpa Nome permite consultar gratuitamente a situação do CPF e negociar dívidas com condições especiais, como descontos de até 90% e parcelamentos facilitados. 

O Serasa Limpa Nome é a maior plataforma de renegociação de dívidas do país, com descontos que podem chegar a 90%. O serviço é gratuito e a negociação pode ser feita em poucos minutos pelos canais oficiais da Serasa: site, aplicativo (iOS e Android), WhatsApp (11) 99575-2096 ou Agências dos Correios.

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Perguntas frequentes sobre viagem internacional 

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