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4 Golpes Financeiros Comuns na Pandemia

Conheça os principais golpes financeiros aplicados na pandemia e descubra como prevenir essas situações.

A pandemia do coronavírus modificou a rotina da população e intensificou o uso e desenvolvimento da tecnologia. Mas, nesse contexto, o número de golpes financeiros também cresceu.

De acordo com um levantamento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), durante a pandemia houve crescimento de 44% do número de golpes aplicados em nome de bancos e/ou instituições financeiras. Nesses casos, os golpistas buscam roubar os dados das vítimas e tomar seu dinheiro.

A pesquisa também revelou que, durante a quarentena, os bancos chegaram a registrar um crescimento de mais de 80% nas tentativas de ataques de phishing. Em sua tradução, significa algo como “pescaria digital”: com este método, os criminosos aplicam armadilhas enviando e-mails com links para sites falsos. Ao clicar em um desses links, o usuário passa a compartilhar dados bancários e outras informações pessoais sem saber.

O assunto merece cada vez mais atenção porque, com o passar do tempo, os golpes financeiros têm se tornado “profissionais”. Novas formas de aplicar golpes surgiram, e é importante conhecê-las para não cair nessas ciladas.
A seguir, saiba mais sobre os principais golpes financeiros e confira dicas práticas para se proteger deles:

4 golpes financeiros comuns na pandemia: o que fazer para não cair nessas armadilhas?

É sempre melhor prevenir do que remediar, não é mesmo? Por isso, adote alguns cuidados para evitar ser vítima de golpistas na pandemia:

1. Golpe do delivery

Esse tipo de golpe ocorre quando consumidor faz um pedido via aplicativo de delivery. Então, na hora de fazer a cobrança, o entregador mostra uma maquininha de cartão quebrada ou com algum “problema” na tela, o que impede que a vítima veja o valor que foi digitado.

Para se proteger, lembre-se sempre de conferir o valor apresentado na maquininha e se recuse a fazer qualquer tipo de pagamento quando não for possível conferir esse número previamente.

Além disso, use a tecnologia a seu favor e dê preferência para pagar seus pedidos de farmácia, restaurante e supermercado no próprio aplicativo, e não no momento da entrega do pedido.

2. Phishing (pescaria digital)

Atualmente, a “pescaria digital” é um dos golpes financeiros mais comuns na Internet. O objetivo do golpista é captar os dados pessoais das vítimas.
Geralmente, é encaminhado um e-mail com informações falsas e contendo links para o usuário clicar. O problema é que esses links levam para páginas falsas.

Os golpes mais comuns envolvem e-mails falsos em nome de bancos, lojas, empresas de telefonia e até de energia elétrica. Entre as informações falsas, pode constar que você está com dívidas ou que precisa atualizar algum tipo de cadastro.

Na dúvida, não clique em nada e entre em contato com um dos canais de atendimento oficiais do seu banco para confirmar se a comunicação realmente é verdadeira. Outra dica para evitar esse golpe é manter os seus softwares e aplicativos antivírus e antispam atualizados.

3. Golpe do cartão clonado e retirado por motoboy

Embora essa tática não seja nova, o golpe do cartão clonado ainda faz muitas vítimas e também merece atenção. Ainda de acordo com a Febraban, no período da quarentena esse tipo de crime aumentou em 65%.

Aqui, um criminoso finge que é um funcionário do banco e entra em contato com a vítima, normalmente por telefone, alegando que ela teve o seu cartão clonado e que ele precisa ser bloqueado o quanto antes. O golpista pede para o dono do cartão cortá-lo ao meio e solicita que seja digitada a senha atual e uma nova, “para o cartão que chegará depois”.

Depois de receber essas informações, os criminosos enviam um motoboy para retirar o cartão supostamente clonado e bloqueado. Ao entregá-lo, você já caiu no golpe, afinal, o corte no cartão não é garantia de que ele não poderá ser utilizado.
Os criminosos ainda podem usar sua identificação e os números do cartão para fazer compras online, por exemplo. E mais: se o chip do cartão não estiver danificado, ele ainda poderá ser utilizado para fazer compras em qualquer tipo de estabelecimento.

Para não cair nessa, saiba que os bancos nunca pedem um cartão de volta. Caso você receba qualquer ligação com orientações nesse sentido, desligue o telefone imediatamente e não compartilhe nenhuma informação pessoal, especialmente a sua senha.

Mesmo assim, entre em contato com um canal de atendimento do seu banco o qaunto antes para comunicar o ocorrido e entender se houve alguma movimentação na sua conta.

Mas como se proteger deste golpe?

  • Os golpistas criam endereços muito parecidos com os verdadeiros, mas os sites normalmene têm letras ou palavras diferentes. Antes de fazer uma compra online, verifique sempre se o site ou app onde você está navegando são os oficiais da loja;

  • Desconfie de mensagens no WhatsApp, redes sociais e e-mail com ofertas de preços muito abaixo da média. Na dúvida, não clique em links: busque pelo produto no navegador o site oficial da loja;

  • Crie senhas diferentes para cada site. Assim, se uma for descoberta, o prejuízo pode ser menor.

Como se proteger do uso indevido dos seus dados em golpes?

Infelizmente, o vazamento de dados pessoais, como os associados ao CPF, estão se tornando cada vez mais comuns. Com essas informações em mãos, os golpistas conseguem transferir dinheiro, fazer compras em nome de terceiros, solicitar crédito e realizar uma série de crimes em nome de outra pessoa – o que, sem dúvida, gera uma enorme dor de cabeça.

Uma ferramenta eficiente para ter mais controle sobre os seus dados é o Serasa Premium. Com ele, você pode monitorar as movimentações financeiras feitas em seu nome e receber alertas de vazamento dos seus dados a qualquer momento. Assim, você pode evitar cair em golpes e ter mais tempo para controlar a situação. Conheça o Serasa Premium e confira todas as vantagens que as versões gratuita e paga oferecem a você.