Licenciamento vencido: multa, prazo e como regularizar pela in...
Licenciamento vencido: multa, prazo e como regularizar pela internetData de publicação 24 de junho de 20269 minutos de leitura
Atualizado em: 22 de junho de 2026
Categoria Consultar CPFTempo de leitura: 14 minutosTexto de: Time Serasa
O Instagram é uma das redes sociais mais acessadas no Brasil e no mundo, conectando pessoas, influenciadores e oportunidades de negócios. Por concentrar a atenção diária de centenas de milhões de usuários e abrigar redes inteiras de contatos, os perfis na plataforma tornaram-se alvos prioritários para criminosos que buscam aplicar fraudes financeiras e extorsões.
Diante do aumento exponencial de relatos de perfis sequestrados e seguidores enganados por falsas promessas de vendas nos stories, é importante compreender a fundo como ocorre esse crime cibernético. Saber exatamente como um hacker invade o Instagram é o primeiro passo para adotar uma postura defensiva dentro do aplicativo e proteger a própria reputação.
Este artigo destrincha as metodologias mais utilizadas por fraudadores para ultrapassar as barreiras de segurança do aplicativo, como engenharia social via Direct (DM), ataques baseados em vazamento de dados e clonagem de chips. Além disso, apresenta as configurações indispensáveis para proteger o perfil.
A invasão do Instagram raramente envolve a quebra dos algoritmos de segurança da própria Meta (empresa dona do aplicativo). Os servidores da plataforma têm proteções extremamente robustas. O elo fraco da corrente de segurança costuma ser o fator humano ou a exposição de dados em outros sites.
Cibercriminosos utilizam técnicas específicas e recorrentes para assumir o controle dos perfis. Algumas delas são:
A engenharia social é a arte da manipulação. O fraudador não usa códigos complexos, mas sim a persuasão para fazer com que a própria vítima entregue a senha ou o código de recuperação. No aplicativo, a técnica mais comum atrelada a essa manipulação é o phishing (pescaria de dados).
O criminoso envia uma mensagem privada passando-se pelo "Suporte Oficial do Instagram". A mensagem geralmente contém um alerta alarmante, informando que a conta será suspensa por violação de direitos autorais ou que o perfil foi selecionado para receber o selo de verificação azul. Para resolver a pendência, o texto induz o clique em um link externo. Ao acessar a página falsa (que imita perfeitamente o visual de login do Instagram) e digitar a senha, as credenciais caem diretamente nas mãos do golpista.
A reciclagem de senhas é um dos hábitos mais perigosos no ambiente online. Muitos usuários utilizam a mesma combinação de e-mail e senha para acessar o Instagram, lojas virtuais e fóruns na internet.
Quando um site menor sofre um ataque e tem seu banco de dados exposto, os hackers obtêm milhões de credenciais. Utilizando softwares automatizados, os criminosos testam essas mesmas combinações vazadas na tela de login do Instagram em velocidade absurda. Se a senha da loja invadida for a mesma da rede social, o perfil é sequestrado em segundos.
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A técnica de SIM swap envolve a clonagem do número de telefone da vítima. O criminoso consegue transferir o número do celular do titular para um chip em branco sob o controle do hacker.
Com a linha telefônica ativa, o fraudador acessa o Instagram, insere o número de telefone e solicita a recuperação de senha por SMS. O link de redefinição chega diretamente no aparelho do criminoso, que cria uma nova senha, expulsa o titular verdadeiro do aplicativo e altera imediatamente o e-mail cadastrado na conta.
A busca por engajamento leva muitos usuários a baixar aplicativos paralelos que prometem aumentar o número de seguidores, visualizar quem visitou o perfil ou automatizar curtidas. Para funcionarem, esses aplicativos exigem que as credenciais do Instagram sejam digitadas em suas telas. Grande parte desses softwares funciona como armadilha, capturando a senha e concedendo acesso remoto ao perfil para a aplicação de fraudes.
A motivação por trás do sequestro de contas é estritamente financeira. Uma vez que o hacker altera a senha e o e-mail, isolando o proprietário legítimo, a conta torna-se um instrumento para aplicar golpes em escala, aproveitando-se da credibilidade do titular.
As práticas mais recorrentes incluem:
Essa é a barreira de segurança mais importante disponível no aplicativo. A autenticação de dois fatores (2FA) exige que, além da senha, um segundo código numérico seja inserido toda vez que um login for tentado em um celular ou computador desconhecido.
Para ativar no Instagram, é necessário acessar Configurações e privacidade > Centro de Contas > Senha e segurança > Autenticação de dois fatores. A configuração oferece diferentes métodos de recepção do código:
Se as barreiras preventivas falharem e o acesso for perdido, agir com extrema rapidez é essencial para minimizar os danos aos contatos próximos.
O protocolo de recuperação envolve:
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A adoção de autenticação em duas etapas e a criação de senhas fortes protegem as portas do aplicativo, mas a vulnerabilidade estrutural de um usuário na internet exige um monitoramento proativo. Como os ataques cibernéticos baseiam-se frequentemente no cruzamento de dados vazados em sites de terceiros, descobrir antecipadamente que um e-mail ou uma senha antiga foi exposta é o melhor mecanismo de defesa.
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Data de publicação 24 de junho de 20269 minutos de leitura
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