Como vender no TikTok Shop: dicas para iniciantes
Como vender no TikTok Shop: dicas para iniciantesData de publicação 16 de janeiro de 20265 minutos de leitura
Publicado em: 27 de maio de 2026
Categoria Renda ExtraTempo de leitura: 9 minutosTexto de: Time Serasa
O festival de Parintins movimenta a cultura, o turismo e também o orçamento de quem vive o evento de perto. Para muita gente, o período é uma chance real de complementar a renda e aliviar as contas do mês. Dados da pesquisa da Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box “Festival de Parintins: impacto dos bois na economia local”, realizada entre 31 de março e 21 de abril de 2026, mostram que 46% dos participantes pretendem trabalhar durante o festival neste ano.
Esse dado ajuda a explicar por que o evento vai além da disputa entre Caprichoso e Garantido. Em Parintins, o festival também abre espaço para vendas, serviços temporários e trabalhos de apoio. Com planejamento, a renda extra pode ajudar a cobrir despesas do dia a dia, formar reserva financeira e até reorganizar a vida financeira.
O festival de Parintins já é visto por muitos participantes como uma oportunidade financeira concreta. Entre quem pretende trabalhar no evento, 56% estimam ganhos acima de R$ 1.000 e 53% acreditam que terão aumento superior a 40% na renda mensal durante o período.
Os dados da pesquisa da Serasa mostram que essa renda temporária pode fazer diferença no orçamento. Segundo o levantamento, 40% afirmam que, sem esse valor adicional, despesas essenciais poderiam ser comprometidas. Entre os principais objetivos de quem pretende trabalhar no festival estão complementar a renda para despesas do dia a dia (36%), regularizar a situação financeira e sair da negativação do CPF (34%), construir reserva financeira (28%) e quitar dívidas (28%).
A pesquisa da Serasa indica quais atividades aparecem com mais força entre quem quer aproveitar o festival de Parintins para trabalhar. As principais são:
Esses dados ajudam a entender onde a demanda costuma se concentrar. Na prática, isso significa que as melhores oportunidades tendem a surgir em setores que atendem diretamente o aumento de público e de consumo durante o evento.
O primeiro passo é olhar para o que o festival já demanda. Alimentação, hospedagem, atendimento e transporte costumam concentrar boa parte da movimentação. Em vez de apostar em uma ideia difícil de executar, vale priorizar atividades com procura clara e operação simples.
Quem cozinha pode vender lanches, marmitas, doces ou bebidas. Quem já tem experiência com atendimento pode buscar vagas temporárias em bares, restaurantes, pousadas e comércios. Também há espaço para serviços de apoio, como limpeza, organização de filas, recepção e montagem.
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Nem toda renda extra vira lucro. Por isso, é importante calcular gastos com matéria-prima, transporte, embalagem, taxas e possíveis imprevistos. Essa conta ajuda a definir preço, meta de vendas e margem de ganho.
A orientação faz sentido especialmente porque falta de dinheiro para começar aparece como a principal barreira para gerar renda, citada por 28% dos entrevistados no material da pesquisa. Dificuldade de acesso a crédito vem logo depois, com 26%. Quanto melhor o planejamento inicial, menor a chance de começar no prejuízo.
O festival atrai público para diferentes pontos da cidade e aquece vários setores ao mesmo tempo. A percepção desse impacto também aparece no estudo: 97% dos entrevistados afirmam que o evento impacta positivamente a economia local.
Isso favorece quem consegue vender onde há fluxo, necessidade e conveniência. Alimentação rápida, itens úteis para turistas, apoio logístico e serviços pontuais tendem a ganhar força em períodos de grande circulação. O ideal é pensar em soluções práticas para quem está no evento e precisa de agilidade.
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A renda extra do festival pode ajudar muito, mas o efeito tende a ser maior quando o dinheiro já sai com destino definido. Separar uma parte para despesas essenciais, outra para quitar pendências e outra para reserva pode evitar que todo o valor seja consumido de uma vez.
Esse cuidado é importante porque a própria pesquisa mostra uma tensão comum em grandes eventos. Embora 85% digam se planejar financeiramente com antecedência, 49% afirmam já ter contraído dívidas em eventos como o de Parintins. Ou seja: ganhar mais ajuda, mas organizar melhor esse dinheiro faz diferença no resultado.
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Nem sempre é preciso já ter trabalhado no festival para aproveitar uma oportunidade. Entre os participantes que pretendem atuar neste ano, 66% terão a primeira experiência profissional no evento. Isso mostra que há espaço para iniciantes, principalmente em atividades mais operacionais ou de venda direta.
Nesse caso, vale apostar no básico bem-feito: pontualidade, boa comunicação, organização e controle das entradas e saídas de dinheiro. Em trabalhos temporários, essas atitudes contam tanto quanto a experiência.
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Aline Vieira, especialista em educação financeira da Serasa, comenta o estudo:
"De acordo com a estudo da Serasa, 87% dos trabalhadores afirmam que poderiam aproveitar melhor a renda extra se tivessem mais acesso à educação financeira e planejamento. Isso mostra como o conhecimento financeiro pode ajudar a transformar uma renda temporária em um benefício mais sustentável ao longo do ano e para a vida”.
Por isso, a renda extra precisa caminhar junto com escolhas financeiras mais equilibradas. O ideal é evitar assumir gastos contando com um dinheiro que ainda não entrou. Quando possível, o melhor caminho é trabalhar com metas realistas, controle diário das vendas e definição prévia do que será feito com o valor recebido.
O festival de Parintins tem peso cultural, mas também tem impacto direto na economia da região. Hospedagem, alimentação, turismo, transporte e comércio informal estão entre os setores mais beneficiados, segundo a percepção dos entrevistados.
Para quem busca renda extra, isso significa um cenário favorável, desde que haja preparo. Observar a demanda, escolher uma atividade viável e cuidar do destino do dinheiro recebido são medidas que ajudam a transformar um trabalho temporário em um reforço útil para o restante do ano.
“Os dados da pesquisa da Serasa reforçam a potência de grandes eventos culturais como importantes motores econômicos regionais. Em Parintins, muitas famílias enxergam o Festival como uma oportunidade concreta de reorganizar as finanças, complementar a renda e até sair da inadimplência.", afirma Aline Vieira.
Quem deseja aproveitar melhor as oportunidades do festival de Parintins e buscar outras formas de complementar o orçamento pode contar com os conteúdos do portal Renda Extra da Serasa, que reúne dicas práticas e materiais gratuitos para fazer o dinheiro sobrar no fim do mês.
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Todos os meses você encontra conteúdos com dicas e ideias acessíveis para desenvolver novas habilidades e alcanças seus objetivos.
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