Saiba como consultar a CNH pelo CPF no Amazonas
Saiba como consultar a CNH pelo CPF no AmazonasData de publicação 10 de março de 202617 minutos de leitura
Atualizado em: 11 de março de 2026
Categoria Educação financeiraTempo de leitura: 14 minutosTexto de: Time Serasa
Receber ou emitir um cheque devolvido gera preocupação imediata. Isso acontece quando o banco não consegue concluir o pagamento e retorna o cheque ao beneficiário com um código que explica o motivo da devolução. Significa que a quantia não foi paga e há uma pendência a ser resolvida.
As consequências podem ser de taxas bancárias a restrições no CPF, dependendo do motivo e do tempo em que a situação fica sem solução. Mas é possível regularizar o problema.
Neste conteúdo, você vai entender o que significa ter um cheque devolvido, quais são os principais motivos, o que fazer em cada caso e como limpar o nome.
Ter um cheque devolvido significa que houve impedimento para o pagamento no momento da compensação.
Entre os motivos mais comuns, estão:
● insuficiência de fundos;
● divergência ou ausência de assinatura;
● erro formal no preenchimento;
● problemas técnicos de imagem/registro no processamento;
● impedimentos por sustação/revogação;
● cheque apresentado fora do prazo bancário
Funciona assim: quando alguém deposita ou apresenta um cheque para pagamento, o banco do emissor analisa as informações e verifica se há saldo disponível. Se houver qualquer irregularidade, o cheque não é pago e é devolvido com um código chamado “motivo de devolução”.
Como consequência, o banco devolve o cheque com um motivo numerado. Esse número é essencial para entender o próximo passo: em alguns casos, basta corrigir o cheque e reapresentar; em outros, é necessário quitar o valor e evitar reapresentações que pioram a situação (como a segunda devolução por falta de fundos).
Como citado acima, os códigos de devolução são padronizados. Abaixo estão os motivos mais comuns e como costumam ser interpretados.
O motivo 11 indica insuficiência de fundos na primeira apresentação. Quer dizer que não havia saldo suficiente na conta no momento em que o cheque foi apresentado pela primeira vez.
Confira um exemplo: você emite um cheque de R$ 2.000, mas no dia da compensação tem apenas R$ 1.500 disponíveis na conta. O banco devolve o cheque com motivo 11.
O motivo 12 também se refere à falta de fundos, mas na segunda apresentação. Se o cheque já foi apresentado antes e voltou por insuficiência, e de novo não há saldo, ele recebe esse código. Nesse caso, há risco maior de inclusão no Relatório de Cheques sem Fundo (CCF).
O motivo 22 indica divergência ou insuficiência de assinatura. Pode acontecer quando a assinatura no cheque não confere com o padrão cadastrado no banco. Por exemplo, a pessoa alterou a assinatura e não atualizou no banco. O cheque pode ser devolvido mesmo havendo saldo.
O motivo 31 de cheque devolvido está relacionado à conta encerrada. Ou seja, o cheque foi emitido de uma conta que já não está mais ativa. Isso pode ocorrer quando alguém encerra a conta e esquece de recolher talões antigos ou quando um cheque antigo é apresentado muito tempo depois.
O motivo 35 indica cheque fraudado, emitido sem controle ou com indícios de irregularidade. Nesse caso, o banco identifica algum problema grave e impede o pagamento.
O motivo 39 está ligado ao cheque apresentado fora do prazo legal. Cheques têm prazo de apresentação que varia conforme a praça de emissão. Após esse período, podem ser devolvidos.
O motivo 44 ocorre quando há erro formal de preenchimento, como rasuras, ausência de dados obrigatórios ou informações inconsistentes. Um exemplo comum é esquecer de preencher a data ou escrever o valor por extenso de forma diferente do valor numérico.
O motivo 48 se refere a cheque administrativo sustado ou revogado. O cheque administrativo é emitido pelo próprio banco, garantindo o valor ao beneficiário. Mesmo assim, em situações específicas, pode haver sustação.
O motivo 70 indica sustação ou revogação provisória solicitada pelo emitente. Isso acontece quando a pessoa comunica ao banco que houve perda, roubo ou desacordo comercial. Cada código aponta um caminho diferente para solução. Por isso, ao receber a informação de cheque devolvido, o primeiro passo é verificar qual foi o motivo indicado pelo banco.
Se você teve um cheque devolvido, mantenha a calma e siga um passo a passo simples:
1 - Verifique o motivo da devolução: peça ao banco o código e a descrição detalhada. Isso vai indicar se o problema foi falta de saldo, erro formal ou outra questão;
2 - Regularize o valor imediatamente: se foi por insuficiência de fundos, deposite o valor na conta ou negocie com o beneficiário. Quanto mais rápido agir, menores são as chances de restrição no CPF;
3 - Entre em contato com quem recebeu o cheque: explique a situação e combine uma nova forma de pagamento. Pode ser transferência, Pix ou outro meio acordado;
4 - Solicite a devolução do cheque após o pagamento: depois de quitar a dívida, peça o cheque original como comprovante de que a pendência foi resolvida;
5 - Confirme se houve registro em órgãos de proteção ao crédito: caso tenha ocorrido negativação, será necessário regularizar também junto aos birôs de crédito. Esse processo é simples, mas precisa ser feito com rapidez. Ignorar a situação pode trazer consequências mais sérias.
O cheque possui prazo de apresentação. Em geral, são 30 dias para cheques da mesma praça e 60 dias para praças diferentes. Após esse período, ele perde a força executiva, mas a dívida não desaparece.
Mesmo depois do prazo de execução judicial simplificada, o credor ainda pode cobrar o valor por meio de ação monitória ou ação de cobrança dentro de prazos legais maiores.
Ou seja, esperar “caducar” não é uma estratégia segura. A pendência pode continuar afetando seu histórico financeiro e sua reputação no mercado.
Quando o cheque é devolvido por insuficiência de saldo e não há negociação entre quem emitiu e quem recebeu, o credor tem o direito de buscar a cobrança na Justiça para recuperar o valor.
Além disso, a inclusão no CCF traz impactos no relacionamento com instituições financeiras. O banco pode reduzir ou até cancelar o limite de cheque especial como forma de diminuir o risco.
Também podem surgir obstáculos para conseguir crédito, financiar bens ou até abrir uma nova conta.
Agir rápido e regularizar a pendência é a melhor forma de evitar complicações maiores.
O Cadastro de Cheques sem Fundos, conhecido como CCF, é um banco de dados que registra emitentes de cheques devolvidos por insuficiência de fundos na segunda apresentação.
Quando um cheque retorna por motivo 12, por exemplo, o banco pode incluir o CPF ou CNPJ no CCF. Isso traz consequências como restrições bancárias, dificuldade para obter talões de cheque e limitação de crédito.
Abaixo, entenda como evitar a inclusão:
● Controle o saldo antes de emitir cheques;
● Evite emitir cheques pré-datados sem planejamento financeiro;
● Acompanhe extratos com frequência;
● Em caso de erro, regularize imediatamente.
Se houver inclusão no CCF, é necessário pagar o valor devido e solicitar ao banco a exclusão do registro, apresentando o cheque quitado.
O ponto central é quitar a obrigação com quem receberia o pagamento e formalizar a regularização.
Etapas comuns incluem:
● negocie e efetue o pagamento do valor devido (ou acordo);
● guarde comprovantes (recibo, comprovante de transferência/Pix, acordo por escrito);
● quando houver protesto ou negativação, siga o procedimento de baixa conforme o credor e o cartório/órgão envolvido.
Quando a pendência aparecer como dívida negativada, a plataforma Serasa Limpa Nome pode ajudar a consultar débitos disponíveis e negociar com empresas parceiras, quando houver oferta.
Leia também | Negativação: estou inadimplente, e agora?
Algumas práticas simples reduzem o risco de enfrentar um cheque devolvido outra vez. Confira:
● Tenha controle detalhado das entradas e saídas;
● Não emita cheque sem ter certeza do saldo disponível;
● Prefira meios de pagamento com confirmação imediata;
● Atualize sua assinatura no banco sempre que houver mudança;
● Revise o preenchimento antes de entregar o cheque;
● Em caso de perda ou roubo, comunique o banco imediatamente.
Se você é autônomo, também vale reforçar o acompanhamento das receitas. Fazer uma consulta de contracheque quando há vínculo empregatício ajuda no controle, mas quem trabalha por conta própria deve criar rotina própria de organização financeira.
Um cheque devolvido pode parecer um grande problema no primeiro momento, mas, na maioria dos casos, tem solução rápida.
Entender o código de devolução, negociar com o beneficiário e formalizar o pagamento ajuda a reduzir riscos de restrição no CPF e complicações bancárias.
Quando houver dívida registrada com empresa credora, a negociação em canais oficiais e plataformas confiáveis pode facilitar a regularização e o controle do orçamento.
Se houver negativação, o Serasa Limpa Nome é um caminho prático para negociar e limpar o nome com segurança. Acesse a plataforma, consulte seu CPF e verifique as opções disponíveis.
Algumas práticas simples reduzem o risco de enfrentar um cheque devolvido outra vez. Confira:
● Tenha controle detalhado das entradas e saídas;
● Não emita cheque sem ter certeza do saldo disponível;
● Prefira meios de pagamento com confirmação imediata;
● Atualize sua assinatura no banco sempre que houver mudança;
● Revise o preenchimento antes de entregar o cheque;
● Em caso de perda ou roubo, comunique o banco imediatamente.
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