Como monitorar seu score 24h de forma prática e segura
Como monitorar seu score 24h de forma prática e seguraData de publicação 22 de agosto de 202510 minutos de leitura
Publicado em: 20 de junho de 2024
Categoria Educação financeiraTempo de leitura: 10 minutosTexto de: Time Serasa
A tecnologia está transformando os modelos de negócio nos mais diferentes setores. No mercado de seguros, essas inovações criaram o conceito de insurtech. O movimento oferece processos mais digitalizados e novos produtos aos clientes.
Além de oferecer serviços mais especializados, as insurtechs também têm desburocratizado as contratações e criado produtos com preços mais baixos.
O termo insurtech é a mistura de duas palavras em inglês: insurance (seguro) + technology (tecnologia). Ele define o movimento das empresas que usam a tecnologia para desenvolver novos produtos no setor de seguros. A expressão é da mesma família do termo fintech, por exemplo, que remete a empresas que desenvolvem serviços financeiros digitais.
O movimento é liderado por startups, empresas especializadas em criar soluções tecnológicas para o mercado. Algumas trabalham em conjunto com grandes seguradoras, que se adaptam às tendências de inovação do setor e oferecem novos produtos aos clientes.
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Durante muito tempo a contratação de um seguro – seja de carro, de casa, de vida – foi feita da mesma forma. Esse mercado tradicional precisou se ajustar à digitalização de processos e a uma nova geração de clientes. Hoje a tendência é simplificar.
O objetivo de uma insurtech é criar uma maneira mais prática de contratar seguro, que corresponda melhor à necessidade do cliente e que, se possível, tenha custos mais baixos. Uma insurtech, na maioria dos casos, faz a conexão entre seguradora, tecnologia e cliente, usando ferramentas como inteligência artificial (IA). Esse movimento já trouxe inovações concretas ao setor, confira:
A legislação brasileira já aceita que as apólices sejam emitidas digitalmente. Além do fim do papel nos contratos e a modernização de processos, hoje também é possível fazer cotações e até contratar seguro com poucos cliques. Alguns sites oferecem a ferramenta multicálculo, por exemplo, que permite comparar a cotação de várias seguradoras ao mesmo tempo.
A tecnologia não elimina o papel do corretor de seguros, mas dá novas ferramentas para que esse profissional ofereça um produto mais ajustado à necessidade do cliente.
Ficou mais fácil fazer um seguro. Os contratos estão mais simplificados, exigem menos documentos e podem ser feitos pelo celular. Algumas seguradoras também têm oferecido mais flexibilidade de cancelamento ou até isenção de taxa em alguns casos.
Os produtos que antes eram padronizados hoje podem ser personalizados conforme a necessidade do cliente.
Um exemplo é a modalidade de seguro on demand, que pode ser contratado sob demanda mensalmente, conforme a necessidade do momento. Algumas empresas oferecem seguro de apenas um mês para celular ou para automóvel, sem a necessidade de comprometer-se por um ano. Também é possível, por exemplo, contratar coberturas adicionais para o carro apenas durante o mês de viagem de férias.
A personalização dos pacotes e a flexibilização dos contratos evita que o consumidor tenha de pagar por algumas coberturas que considera desnecessárias. Dessa forma, as ofertas têm se tornado mais acessíveis financeiramente.
Além disso, a automatização de processos permite aumentar a produtividade de uma seguradora, o que também ajuda a reduzir custos. A digitalização elimina muitas despesas de deslocamento e viagens dos funcionários das corretoras.
A transformação digital e a tendência à redução de custos dos seguros não é uma ameaça ao setor, pelo contrário. As inovações trazidas pelo movimento insurtech conseguem chegar a uma nova camada de consumidores, que antes não acessavam esse serviço por considerá-lo muito caro ou burocrático. Elas também usam inteligência artificial para analisar o perfil dos clientes e criar soluções.
Para os consumidores, a vantagem é que cada vez mais os produtos oferecidos estarão de fato adequados ao que necessitam, em um processo de contratação mais prático e por um custo menor.
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A IA pode ajudar a precificar de forma mais assertiva os riscos mais complexos, como os causados por desastres naturais. A tecnologia permite analisar uma grande quantidade de dados em tempo real, identificando novos padrões.
A ameaça constante de ataques digitais, principalmente a empresas, criou uma nova modalidade de proteção. O seguro cibernético cobre acidentes como vazamentos de dados e interrupção de sistemas, por exemplo.
As grandes seguradoras acompanham o movimento das insurtechs e dão credibilidade aos produtos inovadores. A colaboração entre startups de insurtechs, empresas de tecnologia e seguradoras tradicionais tem aumentado.
Com ofertas ajustadas a diferentes bolsos e necessidades, contratar um seguro patrimonial é um projeto cada vez mais acessível. E a tecnologia também ajuda a organizar as finanças para fazer esse investimento.
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