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Quantidade mínima de aulas práticas para CNH: descubra o que mudou

Entenda as novas regras para aulas práticas da CNH, compare exigências por categoria e saiba como se preparar para a prova.

Publicado em: 15 de abril de 2026

Categoria Educação financeiraTempo de leitura: 15 minutos

Texto de: Time Serasa

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A busca por informações sobre a quantidade mínima de aulas práticas de condução para adquirir a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) aumentou após as recentes mudanças nas regras do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Quem está começando o processo para tirar a habilitação precisa entender o que mudou, quantas aulas são obrigatórias e como isso impacta o tempo e o custo do processo.  

Este artigo apresenta as principais alterações para 2026, comparações, dicas práticas e respostas para dúvidas frequentes. O objetivo é facilitar o planejamento de quem deseja obter a CNH, com informações atualizadas e confiáveis.

O que mudou nas regras de aulas práticas para CNH em 2025 e 2026?

As regras para as aulas práticas da CNH passaram por mudanças importantes com a Resolução Contran nº 1.020/2025. A etapa prática permanece obrigatória, mas a carga mínima foi reduzida para duas horas nas categorias A e B. Antes, a exigência era de 20 horas-aula para a primeira habilitação.  

Outra novidade é que o candidato não depende mais exclusivamente da autoescola para cumprir essa fase. As aulas podem ser feitas com instrutor autônomo credenciado, com instrutor vinculado à autoescola, com escola pública de trânsito ou com outros órgãos do Sistema Nacional de Trânsito, conforme a regulamentação local.  

Na prática, a proposta é tornar o processo mais flexível e acessível, sem dispensar a aprovação no exame prático.  Ou seja, a formação ficou mais enxuta, mas a exigência de demonstrar preparo ao volante ou no guidão continua a mesma.


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Quantas aulas práticas são exigidas para tirar a CNH nas categorias A e B?

Com as mudanças nas regras da habilitação, muita gente passou a buscar a tabela de aulas obrigatórias do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) por categoria para entender o que realmente mudou. Nas categorias A e B, a redução foi direta. Na categoria C, o processo segue uma lógica diferente, porque não se trata de primeira habilitação, mas de mudança de categoria. 

Veja a comparação:

Categoria Antes das mudanças Depois das mudanças
A 20 horas de aulas práticas 2 horas de aulas práticas
B 20 horas de aulas práticas 2 horas de aulas práticas
C não é primeira habilitação e segue regras próprias para a mudança de categoria não é primeira habilitação e segue regras próprias para a mudança de categoria

Na prática, a mudança mais direta aconteceu nas categorias A e B, que passaram a ter carga mínima menor. A categoria C continua seguindo critérios específicos para quem já tem habilitação e quer avançar para outra categoria.

Como funciona a carga horária das aulas práticas para as categorias A e B?

A norma permite que a carga mínima de 2 horas seja feita de forma contínua ou fracionada. Isso pode facilitar a organização da rotina e dar mais liberdade para distribuir as aulas de acordo com a disponibilidade do candidato. 

Mais que cumprir o mínimo, o objetivo das aulas continua sendo preparar para uma condução segura. Por isso, a resolução também considera o perfil do candidato, suas necessidades de aprendizagem e os critérios que serão observados no exame prático. 

Nas aulas, o candidato precisa estar com a Licença de Aprendizagem de Direção Veicular (LAD) e deve ser acompanhado por instrutor autorizado durante todo o percurso.  


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As aulas de baliza contam na carga horária mínima? 

Com as mudanças mais recentes, a baliza deixou de ser tratada como uma etapa isolada e eliminatória em muitos estados. A orientação nacional é que essa habilidade passe a ser avaliada dentro do contexto do percurso, como uma manobra de estacionamento, e não mais como uma prova separada. 

Por isso, o treino de baliza tende a fazer parte da preparação prática de forma integrada e pode ser trabalhado dentro da carga horária mínima, desde que aconteça em aula prática regular, com instrutor habilitado e veículo adequado.

É possível fazer aulas extras além do mínimo exigido?

Sim. As duas horas mínimas funcionam como exigência básica para liberar o exame prático, mas não impedem que o candidato faça aulas extras para treinar e ganhar mais segurança.  

Essa escolha pode fazer diferença no preparo e até aumentar a confiança no dia da prova. Mesmo com a redução da carga mínima, Detrans estaduais reforçam que vale avaliar com cuidado se já existe segurança suficiente antes de marcar o exame. 

Em relação ao valor, não existe um preço único no país.  O pacote de aulas extras na autoescola tem preço variável conforme o estado, a categoria, o veículo e o estabelecimento escolhido. Em São Paulo, por exemplo, a orientação oficial é consultar diretamente a autoescola credenciada.


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O que acontece em caso de reprovação na prova prática? Quantas aulas extras são necessárias?

Ser reprovado na prova prática não encerra o processo de habilitação, mas exige novo agendamento do exame. Em serviços oficiais do Detran-SP e do Poupatempo, a orientação é que o candidato pague uma nova taxa e remarque a prova. 

Ao mesmo tempo, a norma federal não define uma quantidade obrigatória de aulas extras após a reprovação nas categorias A e B. Por isso, novas aulas podem ser indicadas como reforço, mas essa necessidade depende do desempenho do candidato e das orientações recebidas.

O que mudou para as aulas práticas para moto? Quantas aulas são exigidas para a categoria A?

No caso da moto, a lógica é a mesma da categoria B. A Resolução Contran nº 1.020/2025 passou a exigir carga horária mínima de 2 horas para a categoria A, mantendo a obrigatoriedade das aulas práticas antes do exame. 

Quando o candidato solicita A e B juntas, a conta não se mistura: são 2 horas para moto e 2 horas para carro. Na prática, as aulas continuam sendo parte importante da preparação, já que a prova permanece obrigatória e exige domínio do veículo, atenção e condução segura.

Como funciona a carga horária mínima para a CNH PcD? Há diferenças nas exigências?

No caso das PcD (Pessoas com Deficiência), o processo de habilitação envolve etapas específicas de avaliação e, em muitos casos, o uso de veículo adaptado. Em São Paulo, por exemplo, o exame prático para PcD pode ser agendado sem autoescola, mas deve ser realizado com veículo adaptado fornecido pelo próprio candidato, além de avaliação da Junta Médica Especial e banca especial. 

Existem particularidades no processo, portanto é necessário consultar o Detran local para confirmar as condições do processo, que podem variar para cada estado.

O que o Contran diz sobre as mudanças nas aulas práticas e a redução de carga horária?

O Contran deixou claro que as aulas práticas continuam obrigatórias para a obtenção da CNH e que a dispensa vale apenas para a Autorização para Conduzir Ciclomotor. A mesma resolução fixa 2 horas como carga horária mínima para as categorias A e B. 

Além disso, a norma ampliou as possibilidades de oferta das aulas, que agora podem ser realizadas por: 

  • ● instrutores autônomos; 
  • ● autoescolas; 
  • ● escolas públicas de trânsito; 
  • ● outros órgãos do Sistema Nacional de Trânsito.  

Também passou a permitir que o veículo usado nas aulas seja disponibilizado pelo instrutor ou pelo próprio candidato, desde que cumpra os requisitos previstos. 

Segundo a justificativa oficial, essas mudanças buscam ampliar o acesso à habilitação, reduzir a burocracia e oferecer mais opções de formação ao cidadão.

Como as novas regras impactam o custo e a duração do processo para tirar a CNH?

Com a redução da carga obrigatória, a expectativa é de que o custo total do processo também diminua, principalmente para quem optar por cumprir apenas o mínimo antes de fazer a prova. O próprio governo federal informou que as mudanças podem reduzir em até 80% o custo da CNH, embora isso varie conforme o estado, as taxas locais e a contratação de aulas extras.  

A duração do processo também pode ficar menor, já que há menos horas mínimas para cumprir.  Ainda assim, o prazo total depende de outras etapas, como exames médico e psicológico, prova teórica, agenda de aulas e disponibilidade para marcar o exame prático. 

Em São Paulo, por exemplo, continuam existindo taxas oficiais para etapas como exame prático e emissão da CNH, enquanto o valor das aulas segue variável conforme o estabelecimento credenciado.

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Como se preparar para tirar a CNH com as novas regras?

Mesmo com a redução da carga mínima, nem sempre as duas horas serão suficientes para todo mundo. O mais indicado é avaliar com sinceridade o nível de segurança ao volante ou no guidão antes de marcar o exame. 

Para se preparar melhor, vale seguir passos simples:  

  • ● estude a parte teórica com atenção; 
  • ● acompanhe as regras do Detran do estado; 
  • ● faça as aulas práticas obrigatórias com instrutor autorizado; 
  • ● treine pontos em que houver mais dificuldade; 
  • ● marque a prova só quando houver confiança para realizar o percurso com segurança. 

Cumprir apenas o mínimo nem sempre significa estar pronto para a prova. Sempre que necessário, fazer aulas extras e reforçar pontos de dificuldade pode ajudar a ganhar mais segurança ao volante ou no guidão.

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Perguntas frequentes sobre quantidade mínima de aulas práticas para CNH

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