CNH Social no RS: como fazer inscrição para habilitação gratuita
CNH Social no RS: como fazer inscrição para habilitação gratuitaData de publicação 27 de fevereiro de 20268 minutos de leitura
Atualizado em: 25 de fevereiro de 2026
Categoria Educação financeiraTempo de leitura: 8 minutosTexto de: Time Serasa
Saber como organizar o salário é o que separa quem vive no sufoco de quem consegue fechar o mês com tranquilidade. O problema, na maioria das vezes, não é ganhar pouco, é não saber distribuir o que entra.
Existem métodos simples para dividir a renda de forma equilibrada. Do 70/30 ao desafio de juntar R$ 2.000 em três meses, as estratégias abaixo ajudam a colocar ordem nas finanças.
O salário cai na conta e, em poucos dias, já não sobra quase nada. Isso é mais comum do que parece, e, geralmente, o problema está em gastar sem planejamento.
Sem um plano, os gastos acontecem por impulso: uma compra aqui, um delivery ali, uma parcela que parecia caber no orçamento. Quando chega a segunda quinzena, o saldo não acompanha as contas que ainda vão vencer.
O erro mais frequente é pagar o que aparece primeiro, sem considerar o mês inteiro. A solução passa por três passos:
A partir daí, o dinheiro deixa de acabar antes da hora e passa a durar o mês todo.
O método 50-30-20 é uma das formas mais conhecidas de dividir o salário. A lógica é separar a renda líquida em três partes, cada uma com uma finalidade específica.
Na prática, quem recebe R$ 3.000 destinaria R$ 1.500 para essenciais, R$ 900 para estilo de vida e R$ 600 para guardar.
Esse método funciona bem para quem tem renda estável e consegue manter os gastos fixos dentro da metade do salário. Se os essenciais já consomem mais de 50%, pode ser necessário ajustar as proporções ou buscar alternativas mais flexíveis.
Leia também | Como dividir o salário para organizar as finanças
O 50-30-20 é popular, mas não funciona para todo mundo. Existem outras formas de organizar o salário que podem se encaixar em diferentes momentos da vida financeira.
Essa é a opção mais direta. A ideia é destinar 70% da renda para todas as despesas do dia a dia e reservar 30% para o futuro.
Dentro dos 70%, entram gastos fixos (aluguel, contas, mercado), educação e lazer moderado. Os 30% restantes são divididos entre reserva de emergência, investimentos e objetivos de médio prazo.
Exemplo com salário de R$ 3.000:
É uma boa alternativa para quem quer simplicidade sem abrir mão de guardar dinheiro.
Parecido com o 50-30-20, mas com mais espaço para gastos pessoais e menos para reservas.
Funciona para quem tem as despesas essenciais controladas e prefere manter uma margem maior para aproveitar o presente, mesmo que isso signifique poupar um pouco menos.
Para quem está endividado ou nunca conseguiu guardar dinheiro, começar com metas altas pode gerar frustração. A regra dos 10% é o primeiro degrau.
A proposta é simples: todo mês, separar 10% do salário antes de qualquer outro gasto. Quem ganha R$ 2.000, por exemplo, reserva R$ 200.
O objetivo não é enriquecer, mas criar o hábito de poupar. Depois de alguns meses, fica mais fácil aumentar o percentual gradualmente.
Guardar dinheiro fica mais fácil quando existe uma meta concreta. O desafio de juntar R$ 2.000 em três meses transforma a poupança em um jogo com prazo e recompensa definidos.
A matemática é:
A versão progressiva funciona bem para quem recebe por semana ou quer começar devagar. Já a meta fixa é mais previsível e fácil de automatizar.
Algumas dicas para não desistir no meio do caminho:
O segredo é definir um valor realista. Se R$ 2.000 parecer demais para o momento, ajuste para R$ 1.000 ou R$ 500. O importante é criar o hábito.
Além de escolher um método de divisão, algumas práticas ajudam a proteger o orçamento contra imprevistos e tentações. São ajustes simples que fazem diferença no fim do mês.
Alinhe os vencimentos com a data do salário. Se o pagamento cai no dia 5, concentre as contas fixas entre os dias 5 e 15. A maioria das empresas permite alterar a data de vencimento pelo app ou por telefone.
Pague os essenciais primeiro. Assim que o salário entrar, quite aluguel, luz, água e outras contas fixas. O que sobrar é o dinheiro disponível para o restante do mês.
Evite parcelamentos desnecessários. Cada parcela compromete o orçamento dos meses seguintes. Antes de dividir uma compra, avalie se o valor total cabe no planejamento.
Use alertas de vencimento. A funcionalidade Minhas Contas, no app da Serasa, reúne boletos emitidos no CPF e envia lembretes antes do vencimento. Isso evita multas por esquecimento.
Revise o orçamento toda semana. Uma olhada rápida nos gastos ajuda a identificar excessos antes que virem problema. Uma planilha de controle financeiro gratuita pode facilitar o acompanhamento.
A melhor forma de poupar é tirar o dinheiro da conta antes que ele seja gasto. Esperar sobrar no fim do mês raramente funciona, porque sempre aparece algo para consumir o saldo.
A maioria dos bancos oferece ferramentas para automatizar a reserva mensal. É possível programar uma transferência automática para uma conta separada ou para um cofrinho digital logo após o dia do pagamento.
Algumas opções disponíveis:
O ideal é configurar a transferência para o mesmo dia em que o salário cai. Assim, o dinheiro sai da conta corrente antes de virar gasto.
Um alerta importante: nem sempre essas aplicações automáticas dos bancos oferecem a melhor rentabilidade. O objetivo inicial é criar o hábito. Depois de acumular um valor maior, vale pesquisar investimentos com retorno melhor.
Guardar dinheiro é o primeiro passo. Fazer ele render é o que acelera a construção do patrimônio. Deixar o valor parado na conta corrente ou na poupança tradicional significa perder poder de compra com o tempo.
Para quem está começando, o mais indicado é priorizar investimentos de baixo risco e fácil resgate. Algumas opções acessíveis:
O importante é que a reserva de emergência fique em um lugar seguro e de fácil acesso. Investimentos mais arriscados, como ações, devem ficar para uma segunda etapa, quando já houver uma base sólida.
Antes de escolher, compare as condições oferecidas por seu banco com outras opções do mercado. Pequenas diferenças de rentabilidade fazem diferença no longo prazo.
Colocar as finanças em ordem fica mais simples quando todas as informações estão em um só lugar. A Carteira Digital do app da Serasa funciona como um hub financeiro dentro do app, permitindo acompanhar saldos, pagar contas e quitar dívidas sem precisar trocar de plataforma.
Com a Carteira Digital, é possível:
A ferramenta é gratuita e operada pela PagueVeloz, autorizada pelo Banco Central. Uma forma prática de centralizar a vida financeira e manter o controle do orçamento mês a mês.
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