ICMS Transparente: como funciona o portal e por que é importan...
ICMS Transparente: como funciona o portal e por que é importante para a empresaData de publicação 27 de fevereiro de 20268 minutos de leitura
Publicado em: 27 de fevereiro de 2026
Categoria Educação financeiraTempo de leitura: 8 minutosTexto de: Time Serasa
A inteligência artificial (IA) chegou com tudo ao nosso cotidiano, seja quando acessamos ferramentas específicas, como o ChatGPT, em assistentes virtuais presentes em sites e apps para simplificar e automatizar processos ou mesmo em sistemas que fazem recomendações e análises de dados com rapidez e eficiência.
Embora seu uso traga praticidade em muitos sentidos, é fundamental entender melhor como a IA funciona para saber usá-la ao nosso favor, evitando riscos de golpes e aproveitando oportunidades para simplificar tarefas e apoiar decisões no dia a dia pessoal e profissional.
Neste conteúdo, explicaremos o que é inteligência artificial, como ela funciona, quais são seus principais tipos e de que forma a tecnologia já é aplicada no dia a dia e nos negócios.
A inteligência artificial é uma área da ciência da computação criada para desenvolver sistemas que simulam habilidades humanas, como aprender, analisar informações, reconhecer padrões e tomar decisões com base em dados.
Enquanto a automação tradicional usa regras previamente definidas para executar tarefas fixas, a IA consegue analisar informações, aprender com dados e adaptar seu comportamento ao longo do tempo. Com isso, consegue devolver respostas mais inteligentes, personalizadas e eficientes.
A inteligência artificial já está presente em muitas situações comuns, como:
Leia mais | O que é inteligência artificial e como funciona
Para começar, a inteligência artificial pode ser classificada de diferentes formas. As classificações mais comuns consideram o nível de capacidade da IA e a forma como ela é utilizada na prática, ou seja, por sua funcionalidade.
Conhecer essas classificações é importante porque ajuda a entender o que a inteligência artificial consegue fazer, o que ainda está em desenvolvimento e quais expectativas precisam ser ajustadas. A seguir, explicamos as principais formas de classificar a IA, com exemplos para facilitar a compreensão.
Leia mais | ChatGPT: o que é e como funciona
Essa classificação considera o grau de sofisticação e a autonomia da inteligência artificial, desde sistemas mais simples até conceitos ainda teóricos.
As máquinas reativas representam o nível mais básico de inteligência artificial. Elas não têm memória nem capacidade de aprendizado, reagindo apenas a estímulos imediatos.
Um exemplo clássico são os sistemas que executam ações automáticas com base em regras fixas, sem considerar experiências passadas ou contextos mais amplos.
Por sua simplicidade, esse tipo de IA já está aplicada em muitos dispositivos que usamos no cotidiano, como filtros de spam que bloqueiam mensagens ao identificar palavras ou padrões específicos, ou sensores de presença que acendem a luz automaticamente quando percebem movimento.
A inteligência artificial de memória limitada é capaz de analisar dados recentes e aprender com eles por um período determinado, usando essas informações para tomar decisões mais precisas.
Esse tipo de IA está presente em diversas soluções atuais, como sistemas de recomendação de filmes, músicas e produtos, que sugerem conteúdos com base no histórico de uso, ou em aplicativos de navegação que analisam o trânsito em tempo real para indicar rotas mais rápidas.
A teoria da mente é um tipo de inteligência artificial ainda em desenvolvimento e busca compreender emoções, intenções e comportamentos humanos para interagir de forma mais natural.
Essa IA ainda ainda não existe plenamente, mas há avanços em assistentes virtuais e chatbots que tentam identificar o tom da conversa ou o estado emocional do usuário para ajustar respostas, como atendimentos automatizados que reconhecem insatisfação e direcionam o contato para um atendente humano.
A inteligência artificial autoconsciente é um conceito teórico que descreve sistemas capazes de ter consciência de si mesmos, compreender seus próprios estados internos e tomar decisões com entendimento genuíno das próprias ações.
Até o momento, não existem evidências científicas de que esse tipo de inteligência artificial tenha sido desenvolvido. Algumas discussões recentes citam redes sociais como a fictícia Moltbook como possíveis ambientes onde IAs poderiam interagir de forma autônoma e evoluir para um nível de autoconsciência. No entanto, não há comprovação técnica de que essas interações resultem em consciência real, apenas em simulações avançadas baseadas em grandes volumes de dados e aprendizado de máquina.
Na prática, as tecnologias atuais conseguem imitar comportamentos humanos com alto grau de sofisticação, mas continuam operando com base em algoritmos, padrões estatísticos e programação, sem consciência própria.
Outra forma comum de classificar a inteligência artificial considera como ela é usada na prática, especialmente em soluções do dia a dia e nos negócios.
Inteligência artificial estreita (IA fraca)
A inteligência artificial estreita é desenvolvida para executar tarefas específicas. Ela não tem consciência nem capacidade de atuar fora do objetivo para o qual foi criada. Exemplos comuns incluem chatbots, assistentes virtuais, sistemas de recomendação, análise de crédito e ferramentas de automação de processos.
Inteligência artificial geral (IA forte)
A inteligência artificial geral é um conceito que se refere a sistemas capazes de aprender e executar qualquer tarefa intelectual humana. Apesar de ser muito discutido, esse tipo de IA ainda não existe na prática, embora já esteja em desenvolvimento.
Superinteligência artificial
A superinteligência artificial seria um estágio ainda mais avançado, no qual a IA superaria a capacidade humana em praticamente todas as áreas. Assim como a IA geral, esse conceito permanece no campo teórico e levanta debates sobre impactos sociais e éticos.
A inteligência artificial já faz parte da rotina de muitas pessoas, mesmo quando isso passa despercebido.
No dia a dia, ela aparece em aplicativos de celular, assistentes virtuais, plataformas de streaming e compras online, ajudando a sugerir filmes, músicas, produtos e até a organizar compromissos. Também está presente em recursos como reconhecimento facial para desbloquear o celular, filtros de spam no e-mail e corretores automáticos de texto.
Nos negócios, a IA tem sido usada para:
Essas aplicações ajudam empresas e profissionais a trabalhar com mais eficiência, a reduzir custos e tomar decisões mais informadas, com base em dados e análises em tempo real.
Leia mais | Pix com inteligência artificial: como funciona
Algumas pessoas se surpreendem ao descobrir que o conceito de inteligência artificial surgiu na década de 1950, com estudos voltados à criação de máquinas capazes de simular o raciocínio humano. Um dos nomes mais importantes desse período é Alan Turing, que propôs o chamado Teste de Turing, usado para avaliar se um computador consegue se comportar de forma semelhante a uma pessoa em uma conversa.
Nas décadas seguintes, a evolução da IA ocorreu de forma gradual. Nos primeiros anos, os sistemas eram baseados em regras fixas e tinham aplicações limitadas. Com o aumento do poder de processamento dos computadores e o avanço da internet, passou a ser possível coletar e analisar grandes volumes de dados, o que abriu espaço para novas abordagens.
A partir dos anos 2000, o desenvolvimento do aprendizado de máquina e, mais recentemente, das redes neurais e do aprendizado profundo, permitiu que a IA aprendesse com dados reais, melhorando seu desempenho ao longo do tempo. É esse avanço que viabiliza tecnologias como reconhecimento de voz, tradução automática, sistemas de recomendação e ferramentas generativas, como chatbots e assistentes virtuais.
Leia mais | ChatGPT para educação financeira: como usar a IA a seu favor
Apesar dos benefícios, a inteligência artificial apresenta desafios e riscos que precisam ser considerados. Entre os principais pontos de atenção estão:
Por isso, o uso consciente da inteligência artificial envolve atenção à proteção de dados, checagem das informações geradas e entendimento de que a IA deve apoiar decisões, e não substituí-las por completo.
Leia mais | Golpes com inteligência artificial: como se proteger
Ao acompanhar a evolução da inteligência artificial, é possível identificar oportunidades para simplificar tarefas, apoiar decisões e inovar no trabalho ou nos negócios. Para entender melhor como novas tecnologias impactam a vida financeira, a carreira e a tomada de decisões no dia a dia, vale explorar os conteúdos do Serasa Ensina, que reúne materiais educativos sobre inovação, finanças e uso consciente da tecnologia para apoiar escolhas mais seguras e informadas.
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