Marcação a mercado na renda fixa: o que é e como funciona
Marcação a mercado na renda fixa: o que é e como funcionaData de publicação 11 de setembro de 202610 minutos de leitura
Atualizado em: 28 de agosto de 2026
Categoria Educação financeiraTempo de leitura: 9 minutosTexto de: Time Serasa
O plano de saúde cobre medicamentos em situações específicas, definidas pela segmentação contratada e pela previsão do remédio no rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Não existe uma regra única válida para qualquer remédio: a cobertura depende do tipo de plano, do local onde o medicamento é usado e da existência de prescrição médica. A seguir estão os critérios gerais que valem para qualquer beneficiário e os canais oficiais para consultar dúvidas ou contestar uma negativa. As informações não substituem a análise do caso individual junto à operadora, à ANS ou a um profissional habilitado.
Sim, mas apenas quando duas condições estão presentes ao mesmo tempo: o medicamento precisa estar previsto no rol de procedimentos e eventos em saúde vigente da ANS e a segmentação contratada precisa abranger a situação de uso. Planos com segmentação hospitalar cobrem os medicamentos administrados durante a internação. Planos com segmentação ambulatorial cobrem procedimentos e medicamentos usados em consultas, exames e terapias fora do hospital. Já os planos de referência reúnem as duas coberturas. Fora dessas hipóteses, o custeio de remédios de uso doméstico contínuo, como os vendidos em farmácia para tratamento de rotina, normalmente não é obrigatório, salvo as exceções previstas expressamente no rol da ANS. Para entender melhor como funciona o plano de saúde e seus tipos de segmentação, vale consultar o contrato antes de qualquer tratamento prolongado.
De forma geral, a operadora é obrigada a fornecer o medicamento quando ele atende a três critérios:
A redação exata dessas hipóteses acompanha as atualizações do rol da ANS, feitas periodicamente pela agência, e deve ser conferida na fonte oficial antes de qualquer decisão sobre um caso específico.
Os medicamentos com cobertura obrigatória mais comuns se dividem nestas categorias amplas:
Essa lista reúne as situações mais recorrentes, mas a relação completa e atualizada de medicamentos e diretrizes de utilização está disponível no rol vigente publicado pela ANS, que deve ser a referência final para qualquer análise de cobertura.
Medicamentos de alto custo e tratamentos oncológicos orais de uso domiciliar podem ter cobertura obrigatória quando estão previstos no rol da ANS e a prescrição segue as diretrizes clínicas estabelecidas pela agência. Isso vale inclusive quando o tratamento é tomado em casa, e não apenas durante internação, desde que o medicamento tenha essa previsão específica no rol vigente. Como a lista de medicamentos incluídos passa por atualizações, a confirmação de que um remédio determinado está coberto depende sempre da consulta ao rol oficial da ANS e ao contrato do plano, e não deve ser tratada como automática só pelo fato de o tratamento ser oncológico.
Antes de recorrer a qualquer contestação, vale consultar diretamente as fontes que confirmam a cobertura:
Para quem está avaliando os tipos de cobertura disponíveis no mercado, entender assistência à saúde e como escolher a cobertura ideal ajuda a comparar opções antes de contratar ou revisar um plano.
Diante de uma negativa de cobertura, alguns passos gerais ajudam a formalizar a contestação:
Peça a negativa por escrito e com justificativa técnica da operadora.
Acione a ouvidoria da operadora, informando o número da negativa e os documentos do pedido.
Se não houver solução, procure a ANS ou o Procon para registrar a reclamação.
Esses canais avaliam o caso conforme as normas vigentes e a documentação apresentada. O resultado depende da análise de cada situação, por isso nenhum desses passos garante a reversão automática da negativa.
A operadora costuma exigir uma documentação mínima para analisar o pedido de cobertura:
A operadora pode solicitar documentos adicionais conforme as particularidades do caso, então vale confirmar a lista completa diretamente com a central de atendimento antes de protocolar o pedido.
Um tratamento não coberto pelo plano pode pesar no orçamento familiar, especialmente quando o gasto se estende por meses. Ter dinheiro guardado especificamente para emergências de saúde evita que o tratamento comprometa outras contas da família; entenda como montar uma reserva de emergência para imprevistos de saúde.
Pesquisar o preço do mesmo remédio em farmácias diferentes também pode ajudar a economizar na compra de remédios.
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