Como fazer o cadastro no NIS e garantir acesso a benefícios so...
Como fazer o cadastro no NIS e garantir acesso a benefícios sociaisData de publicação 9 de março de 202610 minutos de leitura
Atualizado em: 2 de dezembro de 2025
Categoria Consultar CPFTempo de leitura: 10 minutosTexto de: Time Serasa
Proteger CPF é essencial para garantir mais segurança financeira, já que o documento pode ser utilizado em diferentes tipos de fraude. Com o aumento das ocorrências digitais, o cuidado com os dados pessoais precisa ser constante.
Segundo o Indicador de Tentativas de Fraude da Serasa, quase 7 milhões de golpes foram registrados no primeiro semestre de 2025, um aumento de 29,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Diante desse cenário, adotar medidas preventivas e monitorar possíveis usos indevidos do CPF ajuda a reduzir riscos e evitar prejuízos
Existem vários sinais que podem indicar o uso do CPF por outras pessoas, um dos mais comuns é o recebimento de cobranças por dívidas desconhecidas. Também é preciso ficar atento a notificações de abertura de contas bancárias, solicitações de cartões ou empréstimos, que não foram feitas.
Em alguns casos, golpistas chegam a cadastrar linhas telefônicas em nome de outras pessoas. Felizmente, nesse caso é possível fazer uma verificação no site Cadastro Pré, da Anatel.
Por último, outros sinais de alerta incluem:
Leia também | Vazamento de CPF: saiba como se proteger
Ao perceber que foi vítima de fraude, o importante é agir rapidamente para minimizar os danos. As principais medidas que devem ser tomadas são:
registro de boletim de ocorrência relatando a fraude (o documento ajuda a comprovar o crime e ajuda na investigação);
solicitação do bloqueio do CPF com a Receita Federal para impedir novas fraudes;
contestar compras e transações fraudulentas;
procurar o Procon da cidade onde mora. O órgão pode auxiliar na resolução de conflitos que envolvem empresas e serviços;
se possível, procurar orientação jurídica.
Desde a nova Lei do CPF, o documento passou a ser a única chave de identificação nacional. Por isso, tornou-se um dos principais alvos de criminosos, que podem usá-lo para abrir contas, solicitar empréstimos, emitir cartões de crédito, realizar compras online e até abrir empresas no nome de outra pessoa.
No entanto, hoje existem diversas formas de se proteger. Algumas ações simples que ajudam a manter o CPF seguro são:
consultar o CPF com frequência: ter o hábito de verificar o CPF já é uma forma de proteção. A consulta revela se há restrições ao nome, protestos em cartório, ações judiciais e inadimplências desconhecidas. Além da ferramenta gratuita de consulta da Serasa, o Registrato do Banco Central também pode ser utilizado para esta atividade;
evitar o compartilhamento de fotos ou cópias do documento por e-mail ou aplicativos de mensagens;
ter cuidado com cadastros em sites e aplicativos desconhecidos. Antes de preencher formulários online, confirme se o endereço começa com “https://” e se a página pertence a uma empresa legítima;
ativar alertas bancários. Configure notificações do celular e e-mail para acompanhar movimentações financeiras em contas.
Além dessas medidas, alguns órgãos também contam com ferramentas para ajudar os cidadãos na prevenção de fraudes.
A Receita Federal, por exemplo, tem uma funcionalidade gratuita que impede a inclusão indesejada do CPF no quadro societário de empresas, incluindo o Microempreendedor Individual (MEI) e o Inova Simples. Para habilitar a função:
acessar o Portal Nacional da Redesim;
clicar na opção Proteger meu CPF;
acessar com a conta gov.br;
clicar em Impedir participação.
Para desbloquear o CPF, basta seguir os mesmos passos.
Além da Receita Federal, o Banco Central lançou, em dezembro de 2025, uma ferramenta de proteção voltada à prevenção de fraudes bancárias: o BC Protege+. Nela, é possível “travar” o CPF e impedir a abertura de novas contas.
Com o CPF bloqueado, bancos e fintechs são obrigados a consultar a base de dados do Banco Central antes de concluir qualquer abertura de conta. Se o CPF estiver travado, o processo é automaticamente impedido.
Leia também | BC Protege+: nova ferramenta bloqueia abertura de novas contas
Hoje, quem deseja proteger o CPF contra fraudes pode contar tanto com ferramentas gratuitas (como as oferecidas pela Receita Federal e pelo Banco Central) quanto com serviços pagos, que oferecem acompanhamento em tempo real.
Enquanto as opções gratuitas exigem que o próprio usuário faça consultas periódicas para verificar possíveis movimentações suspeitas, as versões pagas realizam o monitoramento automático, enviando alertas em caso de qualquer atividade fora do comum.
Um exemplo é o Serasa Premium, que reúne diversas funcionalidades voltadas à proteção completa dos dados pessoais e empresariais, como:
monitoramento em tempo real: acompanhamento contínuo do CPF e CNPJ, com alertas sobre consultas e movimentações suspeitas;
pendências financeiras: identificação de dívidas, negativação, cheques sem fundo, protestos, ações judiciais e até participação em falência;
vazamento de dados na Dark Web: aviso instantâneo caso informações como CPF, e-mail, número de celular ou passaporte sejam expostas.
O Serasa Premium é o serviço de assinatura da Serasa que monitora o CPF e o CNPJ do assinante 24h por dia e envia alertas em tempo real sobre consultas ao score de crédito, vazamento de dados na Dark Web, variação da pontuação do Serasa Score e muito mais. Além disso, é possível:
Data de publicação 9 de março de 202610 minutos de leitura
Data de publicação 23 de fevereiro de 202610 minutos de leitura
Data de publicação 23 de fevereiro de 202610 minutos de leitura