Produto com defeito: o que fazer e quais os direitos do consum...
Produto com defeito: o que fazer e quais os direitos do consumidorData de publicação 8 de maio de 202610 minutos de leitura
Atualizado em: 27 de janeiro de 2026
Categoria Carteira DigitalTempo de leitura: 9 minutosTexto de: Time Serasa
Com o preço da energia elétrica no Brasil aumentando gradativamente a cada ano e pressionando as despesas das famílias, encontrar dicas para economizar na conta de luz tornou-se uma estratégia para tentar proteger o orçamento familiar.
De acordo com a empresa TR Soluções, a previsão é que a energia aumente 5,4% em média, no ano de 2026.
Manter eletrodomésticos essenciais e o conforto térmico em casa requer consumo consciente e estratégico para evitar surpresas no orçamento e até dívidas.
A boa notícia é que pequenas mudanças no dia a dia podem fazer uma grande diferença no valor final da fatura. Neste artigo, você terá orientações práticas e acessíveis para economizar energia elétrica em casa, sem abrir mão da praticidade.
Os aparelhos que mais consomem energia são aqueles com alta potência ou uso prolongado. Os exemplos comuns são:
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Quando o assunto é consumo de energia, o que faz diferença é a potência do equipamento, o tempo de uso e a frequência com que ele é ligado.
Eletrodomésticos usados por poucos minutos, mas com alta potência, podem consumir menos do que aparelhos ligados por horas todos os dias. Um exemplo é a geladeira, que gasta mais do que um secador de cabelo porque fica ligada 24 horas por dia.
A seguir, comparamos produtos que têm objetivos semelhantes.
Embora ambos tenham potências semelhantes (entre 1.200W e 1.500W), o micro-ondas aquece e descongela em poucos minutos, gerando um consumo mensal baixo.
A airfryer é uma ótima opção para substituir o forno elétrico. Ela consome cerca de 1,5 kWh, enquanto o forno elétrico pode chegar a 2,5 kWh.
Importante: os dados de consumo de energia dos eletrodomésticos são uma estimativa média, podendo variar conforme a marca e o modelo.
Os ventiladores de mesa possuem, em média, uma potência entre 70W e 130W, enquanto os ventiladores de teto ficam entre 120W e 150W. Por outro lado, um ar-condicionado de 9.000 BTUs (pequeno) tem potência média de 815W.
Por ter maior potência, uma hora de ar-condicionado ligado pode equivaler a várias horas de um ventilador funcionando.
Considerando uma tarifa média de R$ 0,95/kWh, o custo mensal estimado dos dois dispositivos fica em torno de:
| Consumo médio (8h/dia) | Custo mensal estimado | |
|---|---|---|
| Ventilador de mesa | Aproximadamente 31 kWh | Cerca de R$ 29,64 |
| Ar-condicionado de 9.000 BTUs | Aproximadamente 195,6 kWh | Cerca de R$ 185,82 |
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Pequenas mudanças de hábito ajudam a aliviar a conta de energia e o orçamento mensal. Confira estratégias que podem ser implementadas com facilidade:
Prefira eletrodomésticos com Selo Procel A: equipamentos com nível A consomem menos energia para realizar suas funções, gerando economia significativa ao longo do tempo.
Tire aparelhos da tomada quando estiverem fora de uso: TVs, micro-ondas, carregadores e computadores em stand-by continuam consumindo energia. O ideal é desconectar os aparelhos que não forem essenciais.
Evite usar vários aparelhos no horário de pico: entre as 18h e 21h, a rede elétrica fica sobrecarregada, e a energia pode custar mais caro. Sempre que possível, deixe tarefas como passar roupa ou lavar roupas para outros horários.
Reduza o tempo do banho e use o chuveiro no modo “verão”: banhos mais curtos e menos quentes fazem uma grande diferença no fim do mês.
Use lâmpadas LED em todos os ambientes: elas consomem até 80% menos energia e duram bem mais do que as lâmpadas fluorescentes ou incandescentes.
Mantenha os filtros do ar-condicionado limpos: filtros sujos impedem a passagem do ar e fazem com que o motor trabalhe mais para esfriar o ambiente.
Mantenha a geladeira bem regulada e organizada: evite abrir a porta com frequência, não coloque alimentos quentes dentro dela e verifique se a borracha de vedação está em bom estado.
Use a máquina de lavar na capacidade máxima: evite lavar poucas peças por vez. Utilize a carga total indicada pelo fabricante para otimizar o uso da água e da eletricidade.
Aproveite a luz natural ao máximo: abra janelas e cortinas durante o dia para reduzir a necessidade de iluminação artificial.
Fique atento ao consumo mensal na conta de luz: acompanhar o histórico ajuda a identificar aumentos fora do padrão e ajustar hábitos rapidamente.
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A Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) é um benefício do Governo Federal que reduz a conta de energia para famílias de baixa renda. Para conseguir o desconto, a família deve estar inscrita no Cadastro Único e atender a um dos requisitos abaixo:
O desconto varia conforme o consumo mensal da família:
Importante: os descontos são aplicados apenas sobre o valor do consumo de energia. A família que consumiu até 80 kWh terá gratuidade, mas ainda terá que pagar os impostos aplicados e a taxa de iluminação pública.
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Além do consumo, um dos principais fatores que deixam a conta de energia mais cara são as bandeiras tarifárias, acionadas quando o custo de geração de energia aumenta no país durante os períodos de seca.
Outro ponto importante são os encargos e impostos, como ICMS, PIS e Cofins, que podem representar uma parcela significativa da fatura. Por fim, também são cobradas taxas relacionadas à distribuição e transmissão da energia.
De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a conta de energia é composta da seguinte maneira:
| Componente | O que é? | Impacto na fatura |
|---|---|---|
| Energia | Quanto de energia a residência consumiu durante o mês. | 30,41% |
| Distribuição | Serviço que transporta eletricidade das subestações aos consumidores. | 26,12% |
| Tributos | Os tributos são cobrados pela União, pelos estados e municípios. Incluem PIS, Cofins, ICMS e a taxa da iluminação pública. | 18,14% |
| Encargos | O principal encargo cobrado é da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que concede os descontos tarifários às famílias de baixa renda. | 15,23% |
| Transmissão | Custo de transportar a energia através do Sistema Interligado Nacional (SIN). | 10,1% |
Para não atrasar a conta de luz, economizar no consumo de energia é o primeiro passo. O segundo é garantir que a conta seja paga em dia para evitar juros, multas e outros encargos. Para isso, você pode contar com os lembretes de vencimento de boletos no Minhas Contas, do aplicativo da Serasa!
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