Como monitorar seu score 24h de forma prática e segura
Como monitorar seu score 24h de forma prática e seguraData de publicação 22 de agosto de 202510 minutos de leitura
Publicado em: 14 de julho de 2025
Categoria Educação financeiraTempo de leitura: 9 minutosTexto de: Time Serasa
Mesmo quem não exporta para os Estados Unidos e nem compra produtos diretamente em dólar, uma decisão comercial tomada pela equipe econômica do presidente Donald Trump deve impactar os preços no Brasil e mexer com as finanças de milhões de brasileiros: os EUA vão sobretaxar em 50% os produtos brasileiros.
Significa que os produtos que o Brasil vende para os norte-americanos vão ficar mais caros lá.
Para entender melhor como essa nova tarifa vai funcionar e, principalmente, como acompanhar eventuais reflexos no seu planejamento financeiro, vamos explicar de forma simples o que está acontecendo e quais são os possíveis impactos.
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Em carta oficial ao governo brasileiro, o presidente dos Estados Unidos anunciou que, a partir de 1º de agosto de 2025, tarifas de 50% serão aplicadas sobre todos os produtos exportados pelo Brasil.
O percentual representa uma das mais altas taxas aplicadas pelo país, ficando acima da média de 20% a 30% imposta a outras nações.
Segundo dados do Comex Stat, plataforma oficial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), os Estados Unidos são o segundo maior parceiro comercial do Brasil, representando cerca de 15% das exportações brasileiras.
● Máquinas e equipamentos.
Esses setores representam milhares de empregos diretos e indiretos, além de serem importantes fontes de divisas para o país.
As tarifas cobradas para importar produtos são taxas aplicadas sobre produtos que entram em um país, funcionando como uma barreira (ou proteção) comercial.
Exemplo: no caso das tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, um produto que custava US$ 100 nos Estados Unidos passará a custar US$ 150 para o consumidor norte-americano.
A imposição de tarifas altas cria uma reação em cadeia, que impacta toda a cadeia produtiva do país que exporta.
Empresas que dependem do mercado norte-americano, portanto, podem ter de reduzir investimentos, eventualmente ter de reduzir seu quadro de funcionários como uma medida mais extrema e, inclusive, repassar custos para o consumidor final.
O dólar é extremamente sensível a mudanças nas relações comerciais internacionais. A simples ameaça de tarifas mais altas já fez a moeda americana subir, demonstrando como o mercado reage instantaneamente a qualquer incerteza.
Entrada de divisas: menos exportações significam menos dólares entrando no país;
Incerteza política: tensões diplomáticas aumentam a percepção de risco;
Fluxo de investimentos: investidores podem vir buscar mercados mais estáveis;
Expectativas futuras: o mercado reage num sistema de autoproteção, tentando se antecipar a eventuais cenários negativos.
O fortalecimento do dólar pressiona diversos setores da economia brasileira. Produtos como trigo, gasolina, derivados de petróleo, milho e soja, por exemplo, são cotados em dólar no mercado internacional. Por isso, quando a moeda americana se fortalece, o preço desses itens tende a aumentar mesmo no mercado interno brasileiro.
As tarifas comerciais impactam o dia a dia do brasileiro de várias formas, mesmo para quem não mantém relação direta com o comércio exterior. Entenda algumas mudanças:
Os derivados de petróleo são cotados em dólar no mercado internacional.
Com a mudança no valor do dólar, é possível que haja reflexos nos preços de gasolina, diesel e gás de cozinha.
Isso afeta desde o transporte público até os custos de produção industrial.
Eletrônicos, medicamentos, cosméticos e outros produtos importados costumam ficar mais caros quando o dólar sobe.
Mesmo produtos apenas com componentes (como chips e semicondutores) importados podem ter seus preços reajustados para compensar o aumento dos custos.
Passagens aéreas internacionais, hospedagem no exterior e compras em sites estrangeiros ficam mais onerosas.
Estudantes em intercâmbio e famílias em pleno planejamento de viagem precisam revisar seus orçamentos. Ou aguardar melhores definições do cenário.
A incerteza gerada pelas tensões comerciais aumenta a oscilação nos preços, ou seja, os investidores ficam mais cautelosos e inseguros sobre o futuro da economia e temem oscilações mais impactantes em suas carteiras, especialmente em ações de empresas ligadas ao comércio exterior.
A alta do dólar sempre pressiona os preços internos, mesmo de produtos feitos no Brasil.
Isso acontece porque muitos insumos são importados ou têm seus preços influenciados pelo mercado internacional.
Embora os efeitos das tarifas dos EUA sejam amplos, existem estratégias para minimizar os impactos no orçamento pessoal e proteger s finanças.
A situação das tarifas comerciais é dinâmica e pode mudar rapidamente. Acompanhe as notícias econômicas e monitore os impactos no seu orçamento pessoal.
Mantenha flexibilidade no seu planejamento financeiro e esteja preparado para ajustar estratégias conforme a situação evolui. O importante é não entrar em pânico, mas sim se manter informado e tomar decisões baseadas em dados concretos.
Momentos de mudanças econômicas exigem mais atenção ao planejamento financeiro. Saiba porque é importante entender a cotação do dólar e como usar essa informação a seu favor.
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