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Ainda existe o FIES? Entenda como funciona hoje

O FIES continua ativo e novas regras foram criadas para ampliar o acesso ao financiamento.

Publicado em: 17 de abril de 2026

Categoria Consultar ScoreTempo de leitura: 7 minutos

Texto de: Time Serasa

Jovem usando smartphone na universidade

Você já se perguntou se ainda existe FIES e se vale a pena considerar esse tipo de financiamento? Com tantas mudanças nos projetos governamentais nos últimos anos, há quem fique em dúvida sobre a continuidade do programa.  

O FIES continua ativo e passou por atualizações importantes para ampliar o acesso ao Ensino Superior privado. Para 2026, o Ministério da Educação (MEC) ofertou 67.301 vagas no primeiro semestre e pretende oferecer mais de 112 mil vagas até o final do ano. 

Neste artigo, entenda como o FIES funciona, quais são as últimas atualizações do programa e os requisitos para se inscrever. 

Assista | FIES: o que é e como funciona o financiamento estudantil? Guia completo - Serasa Ensina

O FIES está ativo? Veja as últimas atualizações

Sim, o FIES ainda existe e segue sendo uma das principais ferramentas de acesso ao Ensino Superior no Brasil. 

Além disso, o projeto recebeu uma importante atualização: o FIES Social reserva até 50% das vagas para estudantes com renda familiar de até meio salário mínimo inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), com possibilidade de financiamento de até 100% das mensalidades.  

Por último, o processo de inscrição e acompanhamento do FIES, ProUni e SiSU está sendo unificado no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior do MEC.  

Como funciona o FIES em 2026?

O FIES é um financiamento estudantil do governo federal que abre as inscrições sempre no início dos semestres letivos de cada ano. 

O processo começa com a inscrição no Portal Único, onde o candidato utiliza sua nota do Enem para concorrer às vagas disponíveis em instituições bem avaliadas pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). 

O candidato deve ter uma conta gov.br para acessar o sistema de inscrição e fornecer dados pessoais e sobre a renda familiar. É possível escolher até três opções de cursos e acompanhar as notas de corte e vagas disponíveis. 

Após ser pré-selecionado, o candidato precisa completar os dados na plataforma, validar as informações junto à instituição de ensino e formalizar o contrato de financiamento com o banco.  

O valor das parcelas do financiamento é ajustado conforme a renda do estudante depois de se formar. Caso ele não possua renda ou esteja desempregado, deve-se pagar um valor mínimo definido em contrato.  

Leia também | Fiador do FIES: como funciona, quem pode ser e quais os riscos 

Quais os prazos e requisitos para inscrição no FIES?

Os prazos do FIES seguem um calendário que muda a cada ano, exigindo atenção do candidato. No primeiro semestre de 2026, por exemplo, os prazos foram: 

  • Inscrição: de 3 a 6 de fevereiro. 

  • Resultado da pré-seleção: 19 de fevereiro. 

  • Complementação da inscrição: 20 a 24 de fevereiro. 

  • Lista de espera: de 26 de fevereiro a 10 de abril.  

Os requisitos necessários para se tornar elegível ao financiamento são:

  • Ter realizado a prova do Enem de qualquer edição a partir de 2010; 

  • Não ter zerado a redação; 

  • Ter média igual ou superior a 450 pontos; 

  • Não ter realizado o Enem como treineiro; 

  • FIES tradicional: ter renda de até três salários mínimos por pessoa (R$ 4.863 em 2026); 

  • FIES Social: ter renda de até meio salário mínimo por pessoa (R$ 810,50 em 2026) e inscrição ativa no CadÚnico. 

O que fazer se o FIES não estiver disponível para você?

Se você não atender aos critérios do programa ou não conseguiu uma vaga, existem alternativas para ajudar a custear os estudos: 

  • ProUni: o programa oferece bolsas de estudo integrais e parciais em faculdades privadas com base na renda familiar e na nota do Enem. No entanto, atenção: o prazo de inscrição costuma acontecer antes do FIES. 

  • Bolsas institucionais: a maioria das faculdades privadas possui programas próprios de bolsas por mérito ou convênios com empresas e sindicatos, que podem reduzir o valor da mensalidade. Informe-se nas faculdades nas quais você tem interesse para saber as regras adotadas por cada uma. 

  • Financiamentos privados: oferecidos por bancos e empresas (Pravaler e Fundacred), não exigem nota do Enem. No entanto, é necessário ter atenção às regras e aos juros cobrados.  

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