Ainda existe o FIES? Entenda como funciona hoje
Ainda existe o FIES? Entenda como funciona hojeData de publicação 17 de abril de 20267 minutos de leitura
Atualizado em: 13 de março de 2026
Categoria Cartão de CréditoTempo de leitura: 9 minutosTexto de: Time Serasa
Muitos pais procuram bancos que abrem conta para menores de idade porque querem ensinar os filhos a lidar com dinheiro desde cedo, mas ainda têm dúvidas sobre segurança, idade mínima, documentos e controle dos gastos.
Hoje existem muitas opções, tanto em bancos digitais quanto em instituições tradicionais, com recursos pensados para o público infantil e adolescente.
Neste conteúdo, você vai entender quais bancos oferecem conta para menores, como funciona o processo de abertura, quais documentos são exigidos e o que observar antes de escolher. Se quiser complementar a leitura com exemplos, vale assistir ao vídeo do Serasa Ensina sobre educação financeira infantil.
Tanto bancos digitais quanto tradicionais oferecem contas voltadas para crianças e adolescentes. As regras variam de acordo com a idade e com o modelo da conta. Entre os principais estão:
As contas podem ser divididas em dois grupos:
Alguns bancos permitem abertura a partir dos 6 anos, outros apenas a partir dos 10 ou 12. Já aos 16 anos o adolescente pode ter mais autonomia, mas ainda precisa de autorização legal.
Em quase todos os casos, é obrigatório:
Em contas digitais, o processo costuma ser feito pelo aplicativo, com envio de fotos dos documentos e validação facial.
Os bancos têm investido em funcionalidades como:
Esses recursos tornam a conta infantil uma ferramenta prática para ensinar finanças para crianças de forma segura e acompanhada.
Cada banco tem sua própria proposta para contas infantis e juvenis, por isso vale comparar antes de decidir. Embora todas tenham o mesmo objetivo de incentivar o uso consciente do dinheiro, os recursos e níveis de controle variam. Entender as diferenças ajuda a escolher uma conta que acompanhe a idade da criança e a rotina da família.
O Nubank disponibiliza conta para adolescentes a partir de 10 anos com autorização do responsável. A conta inclui cartão de débito, Pix, controle de limites e acompanhamento pelo app. A interface é simples e intuitiva, o que facilita o uso por quem já tem familiaridade com a tecnologia.
O C6 Bank também oferece modalidade específica para menores, com abertura feita pelo responsável. A conta é gratuita, permite cartão personalizado, Pix, transferências e controle de movimentações no aplicativo.
Já o Banco Inter disponibiliza conta com supervisão dos pais, cartão de débito e Pix, além de opções simplificadas de investimento para adolescentes mais velhos. A abertura ocorre pelo app, com envio de documentos e autorização legal.
Entre os bancos tradicionais, o Itaú oferece contas voltadas ao público jovem com cartão de débito, aplicativo próprio, limites ajustáveis e opção de mesada programada.
O Bradesco oferece conta infantil e juvenil com cartão, app e possibilidade de movimentação controlada, embora algumas modalidades possam ter tarifas. O Santander também conta com opção para menores vinculada ao responsável, com cartão de débito, Pix e acompanhamento pelo aplicativo.
Ao comparar, é importante verificar se há taxa de manutenção, se o cartão é gratuito, como funciona o controle parental e se é possível configurar limites diários. Esses detalhes fazem diferença no uso e ajudam a escolher a opção mais adequada para a rotina da família.
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O processo costuma ser simples, especialmente nos bancos digitais. Confira a seguir:
Em bancos tradicionais, pode ser necessário ir até a agência com os documentos originais.
Nem sempre a melhor opção é a mais conhecida, então vale analisar com calma.
A segurança digital deve vir em primeiro lugar. Pensando nisso, confirme se o banco oferece autenticação em dois fatores, notificações em tempo real, bloqueio pelo aplicativo e limites personalizados. É essencial orientar os filhos sobre golpes, senhas seguras e cuidados ao compartilhar dados.
O controle parental também é um fator que faz diferença. Algumas contas permitem aprovar transações, definir limite diário, acompanhar o extrato em tempo real e bloquear o Pix. Quanto mais recursos de supervisão, mais tranquilo será o acompanhamento das movimentações.
Por fim, confira tarifas e usabilidade. Mesmo contas gratuitas podem ter cobranças específicas, como saques ou serviços extras. O aplicativo precisa ser simples e fácil de entender, tanto para a criança quanto para o responsável, pois isso impacta no aprendizado.
Abrir a conta é apenas a primeira etapa. O mais importante é como ela será usada. Uma boa estratégia é trabalhar a educação financeira para crianças de forma prática. Por exemplo:
Você ainda pode criar uma tabela financeira simples, mostrando entradas e saídas, para que a criança visualize para onde o dinheiro está indo.
Outro ponto importante é ensinar a diferença entre preço e valor para crianças. Explique que algo barato pode não valer a pena se não tiver utilidade, enquanto algo mais caro pode ser um bom investimento se for necessário. Também vale incentivar:
Lembre-se de que ao envolver a criança nas decisões, ela passa a entender escolhas e consequências.
Em resumo, escolher entre os bancos que abrem conta para menores de idade exige atenção a detalhes como segurança, controle parental, tarifas e recursos educativos. A conta certa pode se tornar uma ferramenta poderosa para desenvolver responsabilidade e autonomia financeira desde cedo.
Mais do que oferecer um cartão, o ideal é buscar uma instituição que permita acompanhamento próximo e oportunidades de aprendizado.
O Serasa Ensina é o canal da Serasa no YouTube, criado para descomplicar a educação financeira por meio de conteúdos atualizados toda semana. Os vídeos te ajudam a cuidar do seu dinheiro, negociar dívidas, proteger-se contra fraudes, aumentar seu Serasa Score, economizar na rotina, organizar as finanças e muito mais!
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