Como funciona o cartão de crédito Serasa e como pedir com segu...
Como funciona o cartão de crédito Serasa e como pedir com segurançaData de publicação 19 de dezembro de 202510 minutos de leitura
Atualizado em: 30 de janeiro de 2026
Categoria Negociar dívidaTempo de leitura: 12 minutosTexto de: Time Serasa
Viajar sem comprometer o orçamento é possível quando o planejamento financeiro começa antes mesmo da escolha do destino.
Por isso, economizar na viagem não significa abrir mão da experiência, mas sim fazer escolhas mais inteligentes ao longo de todas as etapas, desde a reserva até o retorno para casa.
Com organização, pequenas mudanças de hábito e uso de ferramentas adequadas, o valor economizado pode representar mais dias de viagem, melhores passeios ou até a tranquilidade de voltar sem dívidas.
A seguir, confira algumas estratégias práticas, exemplos reais e comparativos para viajar gastando menos.
Antes de pensar em passagens ou hospedagem, é essencial estruturar financeiramente a viagem. Criar um fundo específico permite visualizar o objetivo e acompanhar a evolução do planejamento.
O primeiro passo é definir o valor total estimado da viagem e o prazo até a data de embarque. Em seguida, esse valor pode ser dividido em aportes mensais ou semanais, de acordo com a renda disponível para juntar. Separar esse dinheiro em uma conta exclusiva ajuda a evitar gastos desnecessários.
Pequenas escolhas do dia a dia fazem diferença no longo prazo. Deixar de gastar R$ 15 por dia com café fora de casa, por exemplo, pode gerar mais de R$ 400 por mês. Em seis meses, esse valor pode se transformar em passagens aéreas e diárias de hospedagem
Com a reserva financeira em andamento, o planejamento passa a ser o principal aliado para economizar na viagem.
É nessa fase inicial que decisões estratégicas reduzem gastos futuros, evitam escolhas impulsivas e ampliam as chances de aproveitar promoções reais na viagem da sua família.
Quanto mais estruturado for o começo, menor será o impacto no orçamento ao longo da viagem.
Comprar passagens com antecedência, evitar períodos de alta temporada e priorizar viagens em dias de semana são práticas que reduzem significativamente os custos. A flexibilidade de datas permite comparar preços com mais calma e aproveitar variações tarifárias que fazem diferença no valor final da viagem.
A escolha do destino influencia diretamente o orçamento. Locais menos explorados, cidades fora dos roteiros tradicionais ou destinos próximos costumam oferecer preços mais acessíveis em hospedagem, alimentação e passeios. Avaliar o custo médio diário do destino antes de decidir ajuda a manter o planejamento financeiro sob controle.
Reservar hospedagem com antecedência amplia o leque de opções e permite comparar preços, localização e avaliações com mais critério. Além disso, mapear previamente gastos como transporte local, atrações turísticas e alimentação evita surpresas e facilita ajustes no orçamento antes da viagem acontecer.
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Definir o destino com base no orçamento disponível é uma das formas mais eficientes de economizar na viagem. Com R$ 10.000, é possível montar roteiros completos, desde que haja escolhas estratégicas.
No Brasil, cidades como João Pessoa, Maceió fora da alta temporada e Foz do Iguaçu permitem experiências completas dentro desse orçamento. No exterior, países da América do Sul, como Argentina e Chile, podem ser viáveis dependendo do período e da cotação.
A tabela comparativa entre destinos populares e alternativos ajuda a visualizar diferenças de gastos com passagem, hospedagem, alimentação e passeios, facilitando a tomada de decisão.
| Item / Destino | Rio de Janeiro (popular) | Foz do Iguaçu (popular) | Pirenópolis (alternativo) | Serra do Cipó (alternativo) |
|---|---|---|---|---|
| Passagem aérea (saindo de grandes capitais) | R$ 800 – R$ 1.500 | R$ 900 – R$ 1.600 | R$ 600 – R$ 1.200 | R$ 700 – R$ 1.300 |
| Alimentação (total) | R$ 700 – R$ 1.400 | R$ 650 – R$ 1.300 | R$ 500 – R$ 900 | R$ 500 – R$ 900 |
| Passeios e atrações | R$ 600 – R$ 1.200 | R$ 700 – R$ 1.400 | R$ 300 – R$ 700 | R$ 300 – R$ 700 |
| Transporte local (táxi/app/bus) | R$ 300 – R$ 600 | R$ 300 – R$ 600 | R$ 300 – R$ 700 | R$ 200 – R$ 400 |
| Custo total estimado (7 dias) | R$ 4.800 – R$ 8.200 | R$ 4.750 – R$ 7.400 | R$ 3.500 – R$ 5.000 | R$ 3.600 – R$ 5.000 |
| Hospedagem (7 noites) | R$ 1.400 – R$ 3.000 | R$ 1.200 – R$ 2.500 | R$ 900 – R$ 1.800 | R$ 900 – R$ 1.700 |
Para viagens fora do Brasil, nas quais os custos podem ser pagos com cartões de débito internacional, os valores mudam de acordo com a moeda de cada país.
Quando o orçamento é mais restrito, o Brasil oferece diversas alternativas acessíveis, com boa infraestrutura e experiências enriquecedoras.
Cidades menos exploradas, como Pirenópolis, Serra do Cipó e destinos do interior do Nordeste, costumam ter custos menores e menos pressão turística.
Enquanto destinos muito procurados tendem a inflacionar preços, alternativas próximas oferecem experiências semelhantes com melhor custo-benefício.
Confira no blog da Serasa | Seguro viagem internacional
Hospedagem e alimentação representam uma parte significativa do orçamento de viagem. Ajustes simples nessas áreas geram grande impacto no custo final.
Reservas em plataformas que oferecem cashback, hospedagens alternativas como hostels e apartamentos compartilhados, além de estadias fora do centro turístico, costumam reduzir os gastos.
Optar por refeições em mercados locais, almoçar em vez de jantar fora e evitar restaurantes em áreas excessivamente turísticas são práticas comuns entre viajantes econômicos.
Economizar R$ 30 por dia em alimentação durante uma viagem de 10 dias pode representar o valor de duas diárias extras de hospedagem.
O transporte é um dos itens mais sensíveis do orçamento, mas também oferece boas oportunidades de economia.
Plataformas de comparação de preços e alertas ajudam a identificar o melhor momento para comprar passagens.
Ônibus, trens regionais e transporte público local reduzem custos e ampliam a experiência cultural. Viagens de carro podem sair mais baratas se o custo for dividido entre mais pessoas, e há ainda caminhos para economizar combustível.
Além do transporte, o câmbio e as compras influenciam diretamente o orçamento internacional.
Planejar o uso do cartão, evitar saques frequentes e entender o IOF ajuda a reduzir custos ocultos.
Planejar o uso do cartão, evitar saques frequentes e entender o IOF ajuda a reduzir custos ocultos.
Economizar durante a viagem também significa pensar no retorno. O pós-viagem mal planejado pode gerar endividamento.
Reservar parte do orçamento para despesas ao voltar evita o uso excessivo do crédito.
Gastos impulsivos costumam ocorrer em momentos emocionais. Definir limites diários ajuda a manter o controle.
Caso existam pendências financeiras, o Limpa Nome Serasa permite negociar dívidas e reorganizar o orçamento, facilitando o planejamento de próximas viagens sem comprometer a saúde financeira.
Saiba mais | IOF no Cartão de Crédito Internacional: Como Funciona
Economizar na viagem é resultado de planejamento, informação e escolhas conscientes. Ao aplicar estratégias desde a criação do fundo de viagem até o controle financeiro no retorno, é possível viajar mais vezes, gastar menos e evitar dívidas.
Para quem ainda precisa resolver pendências financeiras antes de começar a juntar dinheiro, o ideal é quitar as dívidas com um plano assertivo. Assim, a viagem deixa de ser um risco financeiro e se transforma em uma experiência positiva do começo ao fim.
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