Monitoramento de CPF na Serasa: proteja seu nome
Monitoramento de CPF na Serasa: proteja seu nomeData de publicação 19 de junho de 20266 minutos de leitura
Atualizado em: 22 de junho de 2026
Categoria Premium Tempo de leitura: 9 minutosTexto de: Time Serasa
Nos dicionários, a palavra fraude tem mais de uma definição. Pode ser um ato de má-fé com objetivo de enganar alguém, uma mentira ardilosa, uma entrada ilegal de produtos estrangeiros ou o ato de falsificar documentos, marcas e produtos. Quase todas as definições podem também se aplicar aos golpes virtuais.
No campo das operações online, onde os crimes financeiros estão mais concentrados atualmente, é fundamental identificar o que é fraude e quando seus dados podem correr riscos.
A fraude é um crime que busca obter vantagem sobre terceiros, em uma ação baseada em má-fé. Na maior parte das abordagens, os fraudadores agem com táticas de sedução e persuasão para convencer a vítima a entregar o que eles precisam, como dados pessoais, objetos, senhas etc.
Entretanto, este é um conceito amplo, e pode ser aplicado em vários contextos. Confira alguns dos diferentes tipos de fraude:
É a manipulação intencional de informações contábeis ou a falsificação de documentos para evitar o pagamento de tributos ao governo. Um contribuinte que omite valores recebidos ao preencher a declaração de Imposto de Renda para não ser tributado pela Receita Federal pode ser acusado de fraude fiscal, por exemplo.
Este é o delito que ocorre quando uma pessoa modifica intencionalmente dados de um processo para induzir a Justiça ao erro. Isso ocorreria, por exemplo, se um agente da polícia modificasse o documento das provas de um crime.
São os crimes cibernéticos, que ocorrem no ambiente online, geralmente com interesse financeiro. Nas fraudes digitais, a maioria dos golpes bem-sucedidos tem a participação direta ou indireta da vítima na facilitação de acesso do criminoso a dados e contas bancárias.
Existem muitas configurações de fraude. As táticas dos criminosos mudam de tempos em tempos e costumam se atualizar conforme a realidade e as ferramentas disponíveis.
Conheça algumas das abordagens mais comuns:
Há diferentes formas de aplicar o golpe do boleto falso. Em síntese, o documento falsificado tem as principais características de um boleto bancário verdadeiro, mas é falso. Caso o pagamento seja efetuado, o valor não vai para o destino que deveria, e sim para a conta de criminosos.
Pode acontecer quando o consumidor faz uma compra online em um site e decide pagar por boleto bancário para aproveitar o desconto à vista. O boleto chega via e-mail, o pagamento é realizado, porém o produto nunca é entregue. Isso ocorre quando a própria loja virtual era uma fraude.
Há ainda a adulteração de boletos para fazer parecer que são do consumidor, mas na realidade são contas de outro titular. O documento alterado é enviado por e-mail e, na dúvida, a vítima paga. Muitas vezes o apelo é para uma cobrança em atraso de imposto, multa ou outra conta.
Fraudadores usam sites quase idênticos ao original de lojas famosas para obter dados pessoais e financeiros das vítimas. Os golpistas podem utilizar um domínio parecido, por exemplo, e apenas trocam uma letra ou adicionam outra terminação no endereço.
O link do site adulterado poderá passar despercebido num olhar rápido. Quem não tem o hábito de verificar a URL, ou seja, o endereço eletrônico do site, acaba por avançar na navegação e fica vulnerável a riscos.
Esta fraude ocorre quando um criminoso usa o CPF da vítima para pedir empréstimos. Para preencher o cadastro, ele usa dados pessoais e formas de comprovar identidade, como comprovante de residência – por já ter tido acesso a essas informações.
Além de cometer o crime de falsa identidade, o fraudador deixará a vítima endividada, com as parcelas do empréstimo no seu nome. Muitas vezes, a vítima só percebe a fraude quando recebe a comunicação sobre a negativação em seu nome.
Os criminosos conseguem roubar a identidade da vítima no WhatsApp, e se passam por ela para pedir dinheiro a conhecidos, alegando uma situação de urgência. Nesse caso, quem fica no prejuízo são os familiares e amigos, que acabam fazendo depósitos para os golpistas. Por isso, se algum conhecido escrever pedindo dinheiro, sempre ligue para a pessoa e confirme a história.
Fraude é um termo amplo para abordar atos ilícitos intencionais – entre eles o estelionato. De acordo com o Código Penal, o estelionato ocorre quando uma vantagem ilícita foi obtida induzindo alguém ao erro.
Um exemplo de estelionato é o golpe do bilhete premiado, em que criminosos dizem ter em mãos um bilhete vencedor, mas que não podem retirar o prêmio por alguma razão. Eles então manipulam as vítimas, oferecendo o bilhete em troca de dinheiro.
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Uma das principais formas de atuação dos golpistas é por meio do uso das informações pessoais das vítimas. Confira dicas para preservar os seus dados:
Uma forma de identificar rapidamente se seus dados foram usados em alguma ação fraudulenta é monitorar a movimentação do seu CPF.
Importante: a Serasa comunica previamente todos os consumidores sobre negativações em seu CPF, sem qualquer custo. O alerta de negativações do Serasa Premium é apenas uma funcionalidade adicional desse serviço, e não substitui o comunicado oficial.
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