Acredite, pequenas economias podem te ajudar e muito. Gastos que parecem insignificantes, quando somados são grandes sabotadores das suas finanças. Economizar na alimentação saudável é possível e você vai entender como.

Antes de mais nada, saiba que as dicas fornecidas aqui são generalizadas. Não existe a intenção de recomendar ou incentivar o consumo de determinados alimentos. Trouxemos apenas pontos de atenção. Para uma dieta que atenda suas necessidades individuais, consulte um profissional da nutrição.

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ALIMENTAÇÃO ECONÔMICA VS ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

Existe um enorme tabu sobre a alimentação saudável e os custos dela. Alguns pensam que se alimentar bem é caro e inacessível. Mas estamos aqui para descomplicar a sua vida financeira e tornar isso possível. Confira três pontos essenciais:

1 – Não existe um super alimento

Nenhum alimento possui – sozinho – todos os nutrientes que precisamos. A dieta saudável é composta por variados alimentos. Justos eles são responsáveis por suprir todas as necessidades nutricionais.

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2 – Sim! O básico é importante.

Ao observar a cesta básica do brasileiro, já temos um ponto de partida positivo. O simples arroz e feijão, por exemplo, cumpre funções importantes. Essa dupla é fonte de:

  • Energia;
  • Vitaminas (principalmente do complexo B);
  • Proteína;
  • Sais minerais;
  • Cálcio;
  • Potássio;
  • Zinco.
  • E muitos outros elementos fundamentais para a saúde.

Os dados são da Secretaria de Saúde de Minas Gerais.

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3 – O segredo (que não é segredo) está em fazer boas escolhas mesmo dentro da sua realidade.

Todo alimento possui um substituto com características parecidas. Sendo assim, é possível fazer adaptações para que as receitas e dietas caibam no seu orçamento. Nenhum alimento é insubstituível, lembre-se disso.

Ou seja, alimentação saudável tem maior relação com as escolhas que você faz. O fator preço pode limitar o consumo de determinados produtos. Nesse caso, faça a substituição por outro com características nutricionais parecidas, mas que esteja dentro do orçamento.

6 DICAS PARA ECONOMIZAR NA ALIMENTAÇÃO

CONSUMA ALIMENTOS DA ESTAÇÃO

Pode parecer óbvio para alguns, mas para muitos é bom lembrar. Comprar alimentos da época é uma oportunidade para economizar. O que pode ser chamado de sazonalidade do alimento, corresponde ao período em que é feita a colheita da plantação.

Nessa época, existe maior quantidade do produto no mercado. Consequentemente, o preço fica mais baixo.

Confira a tabela com o período de colheita de alguns alimentos:

Período Alimentos
JANEIRO
A
ABRIL
Frutas: mamão, paitya, pêra, goiaba, kiwi, figo
Legumes: abobrinha, berinjela, beterraba, jiló, quiabo,tomate
Verduras: acelga, escarola, rúcula, repolho
MAIO
A
AGOSTO
Frutas: carambola, mexerica, morango, laranja Bahia
Legumes: mandioca, mandioquinha, batata doce, abóbora moranga
Verduras: agrião, couve, rabanete, espinafre, louro
SETEMBRO
A
DEZEMBRO
Frutas: ameixa, nectarina, melancia, amêndoa, jabuticaba
Legumes: cenoura, vagem, inhame, pimentão amarelo e vermelho
Verduras: alho poró, brócolis, couve-flor, palmito, rúcula

Fonte: Sustentarea – Núcleo de Extensão da USP sobre alimentação sustentável

PREPARO CORRETO

Economizar na alimentação também consiste em extrair o máximo de benefícios do alimento. Então, evite a perda de nutrientes. Afinal, isso é fazer seu dinheiro valer a pena.

Durante o preparo, lembre-se: quanto menos cortado/picado/triturado o alimento for, menos nutrientes serão perdidos.

Existem possibilidades de resgatar os nutrientes perdidos. Por exemplo: a água utilizada no cozimento de legumes é rica em nutrientes que foram extraídos do alimento. Em vez de se desfazer dela, reaproveite no preparo do arroz. Dessa forma, você traz esses nutrientes de volta ao seu prato.

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DIFERENTES TIPOS DE INDUSTRIALIZADOS

Definições básicas:

Alimentos industrializados: são processados em grandes fábricas e recebem em sua composição conservantes, corantes, emulsificantes e outros ingredientes químicos.

Alimentos in natura: são alimentos que não passaram por nenhum processo de industrialização. Por exemplo: alface, cenoura, frutas etc.

Alimentos orgânicos: são produtos de origem 100% natural, cultivados sem agrotóxicos ou hormônios (em caso de origem animal).

Atualmente, existe um movimento que não aconselha o consumo de alimentos industrializados. Isso devido aos conservantes e demais componentes químicos. Como alternativa a eles, surgem os orgânicos – que são cultivados sem nenhum tipo de agrotóxicos ou conservantes.

O que lembramos é que nem todas as pessoas têm acesso aos produtos orgânicos. De fato, eles são mais caros. Porém, isso não é empecilho para uma alimentação mais saudável. Alimentos in natura são uma boa escolha. Ah, e mesmo entre os industrializados, existem boas opções – consulte o rótulo.

BÁSICO ESSENCIAL

Um clássico nunca sai de moda: arroz, feijão, legumes, salada e ovo frito. O básico da refeição brasileira já é um bom começo. Esse prato simples que mencionamos, por exemplo, cumpre inúmeros requisitos nutricionais.

Para potencializar ainda mais essa refeição, se atente às cores do prato. Quanto maior a diversidade de cores, maior será a diversidade de nutrientes. Explore essa variedade em legumes e verduras, por exemplo.

Cores & Benefícios:
Verde: rico em fibras, ferro (maior presença em alimentos verde escuro), cálcio e vitamina A (kiwi, chuchu, limão, vagem, rúcula, agrião, couve etc.).

Amarelo: fontes de vitamina C, A e bromelina – substância que melhora a digestão (milho, abacaxi, manga, caju etc.)

Roxo: ricos em ácido elágico, antocianinas, vitamina B1 e A (ameixa, uva, repolho roxo, berinjela etc.).

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Laranja: fonte de vitamina A e C (cenoura, abóbora, mamão etc.)

Vermelho: grande concentração de vitaminas do complexo B e vitaminas A e C (morango, goiaba, melancia, tomate etc.).
Fonte: Sustentarea – Núcleo de Extensão da USP sobre alimentação sustentável

PESQUISAR ANTES DE COMPRAR

Essa dica vale para qualquer item que você for comprar. Vale a pena se esforçar pesquisando a melhor oferta e economizar no custo. Porém, em tempos de quarentena, evite visitar muitos estabelecimentos. Faça a busca online.

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Porém, você pode se perguntar: vale a pena comprar todos os alimentos em um único supermercado? A verdade é que não existe uma resposta correta. É preciso analisar a sua situação específica.

Considere não só o valor dos itens, mas também o gasto com transporte e locomoção. Considerando esse último, ainda assim compensa visitar as duas ou mais lojas? Essa resposta guiará sua decisão.

NÃO DESPERDIÇAR

Comida no lixo = dinheiro no lixo

23,6 milhões de toneladas de alimentos – essa é a quantidades desperdiçada no Brasil em um ano. No mundo inteiro, 1,6 bilhão de toneladas são perdidos. Fonte: Organização das Nações Unidas (ONU)

A teoria “melhor sobrar do que faltar” se aplica mais ao seu dinheiro do que ao alimento na mesa. Se atente ao desperdício, prepare apenas o que for consumir. Além disso, a atenção se estende ao preparo do prato. Utilize o máximo do alimento na receita (casca, raízes e sementes). Também se atente à validade do produto e compre apenas o que for consumir.

ECONOMIZAR NA ALIMENTAÇÃO É POSSÍVEL, SIM!

Seguindo algumas dicas simples, você conseguirá reduzir custos e manter a alimentação saudável. Além disso, lembre-se: defina um valor máximo para os gastos e anote tudo.

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