Como consultar o RG pelo CPF: passo a passo

Se você precisa do número do Registro Geral mas não está com o documento nem sabe o número de cor, veja como consultar o RG pelo CPF.

Homem pesquisando


Autor: Fernanda Araujo

Atualizado em 09 de março de 2023

Já precisou usar o número do RG para identificação em algum estabelecimento, mas não tinha o documento em mãos? Ou teve a identidade roubada e ainda não conseguiu fazer uma nova? Descubra a seguir como consultar o RG pelo CPF

O Registro Geral (RG), também conhecido como carteira de identidade, serve para identificar o cidadão brasileiro. Já foi considerado o documento mais importante de uma pessoa, mas aos poucos será substituído pela Carteira de Identidade Nacional (CIN). Apesar da transição, o RG continua válido e é importante ter esse número em mãos.  

Assista | Celular ou documentos perdidos: o que fazer?


Como consultar o RG pelo CPF?

Para saber como consultar o número do RG pelo CPF é preciso acessar o Meu INSS, da Previdência Social, pelo site ou pelo aplicativo (disponível em iOS e Android). Lá estão muitos dados cadastrados no governo e é o jeito mais simples de ter o número do RG de forma rápida. Para acessar seu perfil ou cadastrar-se pela primeira vez basta ter os números do CPF. 

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Passo a passo para consultar o CPF no site: 

• Acesse o Meu INSS

• Clique em “entrar com gov.br” e faça login. 

• Caso ainda não tenha cadastro, digite seu CPF para criar uma conta, preenchendo os campos com os dados solicitados. 

• Quando abrir o seu perfil de usuário, clique em “Meu Cadastro”. 

• Nessa aba estarão todos os dados do beneficiário, e no campo “documentação” os números de documentos registrados na Previdência Social, entre eles o RG, com data e local de emissão.  

Se os dados estiverem incompletos, é possível editar o campo e acrescentar informações. 

Tenha mais controle e tranquilidade sobre seus dados

    Mulher sorrindo segurando o celular mostrando uma tela do app Serasa

    CPF será o único registro de identificação no Brasil

    Em janeiro de 2023 foi aprovada a lei que estabelece o CPF como único número de registro geral em todo o país. Ou seja, daqui a algum tempo, o número do RG não será mais necessário. Entretanto, no momento, vivemos um período de transição.  

    A nova lei determina que o CPF é suficiente para identificar um cidadão nos serviços públicos. Os órgãos do governo não poderão mais exigir, por exemplo, número de documentos como o RG, o título de eleitor ou o PIS.  

    O número do CPF agora deverá sempre constar nos cadastros, documentos de órgãos públicos e registros, como certidões de nascimento, casamento e óbito, registro profissional, título de eleitor, carteira de trabalho, Cartão Nacional de Saúde e Carteira Nacional de Habilitação.  

    Os órgãos públicos receberam um prazo de 12 meses para se adaptar à nova regra e adequar os sistemas de atendimento ao cidadão, adotando o CPF como único número de identificação. Portanto, o número de RG ainda poderá ser solicitado nesse período. 

    Leia também | Entenda o que é o comprovante de situação cadastral de CPF 

    O que muda na nova Carteira de Identidade Nacional (CIN)

    Em julho de 2022 o documento de identificação do brasileiro passou por mudanças e desde então alguns estados já emitiam o modelo atualizado. A partir de 6 de março de 2023 o novo documento passará a ser emitido em todo o país. 

    Apesar de ser chamada informalmente de “novo RG”, a Carteira de Identidade Nacional não terá mais o antigo número do Registro Geral para identificar o cidadão. O modelo já adota o CPF como número único.  

    Visualmente, o documento também é diferente do antigo RG, de fundo verde e plastificado. Agora a carteira de identidade vai ficar mais parecida com a Carteira Nacional de Habilitação, em papel-moeda e não plastificada. O cidadão também pode optar pela versão em plástico, semelhante a um cartão de crédito. O formato digital do documento será disponibilizado gratuitamente.  

    • Confira o que consta no novo modelo de identidade: 

    • foto e assinatura digitalizadas; 

    • nome completo, filiação, sexo, data e local de nascimento; 

    • QR Code; 

    • Código MRZ (que pode ser lido pela checagem migratória de países do Mercosul); 

    • chip (nos modelos de plástico). 

    Preciso fazer uma nova identidade?

    Não é preciso ter pressa. A antiga carteira de identidade continuará válida em território nacional enquanto estiver dentro da validade. Mas é importante conferir a data de emissão do documento e certificar-se de que não está vencido. Uma identidade fora do prazo pode impedir, por exemplo, o embarque em um voo ou a entrada em um país do Mercosul, como Uruguai e Argentina. Veja os prazos: 

    Como emitir o novo documento?

    Se o seu RG antigo estiver vencido ou tiver sido extraviado, agende a emissão da nova identidade nas unidades de segurança e institutos de identificação da sua região. O documento é gratuito apenas se for a 1ª via. Se você já tinha um RG anteriormente, uma taxa será cobrada – o valor vai depender de cada estado.  

    Para a emissão, será necessário apresentar certidão recente de nascimento ou casamento ou algum outro documento identificação civil, como passaporte ou carteira de trabalho.  

    Monitore seus dados

    Para ficar no controle da sua vida financeira, é importante acompanhar tudo que acontece com seus dados. O Serasa Premium é o serviço de assinatura da Serasa que monitora 24 horas por dia seu CPF e CNPJ, trazendo informações sobre consultas, variação do Serasa Score, vazamento de dados na dark web, negativações e muito mais.   

    Só com a conta Premium você tem atendimento exclusivo na Serasa e controla se seu Serasa Score pode ou não ser consultado pelo mercado. O Premium avisa sempre que: 

    • Seu CPF e CNPJ for consultado;  

    • Seu Serasa Score variar;  

    • Seus dados vazarem na dark web.  

    *Importante: a Serasa comunica previamente todos os consumidores sobre negativações em seu CPF, sem qualquer custo. O alerta de negativações do Serasa Premium é apenas uma funcionalidade adicional desse serviço (que permite a ciência em tempo real), mas não substitui o comunicado oficial.