Weverse Shop: como funciona o app de produtos de K-pop
Weverse Shop: como funciona o app de produtos de K-popData de publicação 5 de agosto de 202610 minutos de leitura
Atualizado em: 18 de junho de 2026
Categoria Educação financeiraTempo de leitura: 9 minutosTexto de: Time Serasa
A partilha de bens após o falecimento de um ente querido é um momento de transição patrimonial que exige atenção às regras previstas em lei. Entre as situações mais comuns e que mais geram dúvidas está a divisão de herança quando há a presença de cônjuge sobrevivente e filhos. Para garantir que as regras da partilha de bens sejam respeitadas de forma justa e legal, é fundamental compreender as diretrizes estabelecidas pelo Código Civil brasileiro.
A lei define não apenas quem tem direito ao patrimônio, mas a ordem de sucessão e a proporção de cada herdeiro. A seguir, entenda como funciona a ordem de sucessão, o impacto dos regimes de bens e o processo para legalizar a transferência do patrimônio.
A divisão de herança é o procedimento legal de transferência do patrimônio (bens, direitos e deveres) de uma pessoa falecida para os herdeiros legítimos. Com o falecimento, esse conjunto de bens passa a ser chamado legalmente de espólio. O processo funciona por meio da apuração do montante total deixado e do pagamento de eventuais dívidas, resultando no saldo líquido que será partilhado.
A formalização da partilha de bens exige a abertura do inventário em até 60 dias correntes a partir da data do falecimento. Esse procedimento é o único instrumento jurídico capaz de transferir a titularidade de imóveis, veículos, ativos financeiros e outros bens registrados do falecido para o nome dos herdeiros.
O descumprimento desse prazo legal acarreta a aplicação de multa sobre o ITCMD (Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação), com percentuais de penalidade que variam conforme a Secretaria da Fazenda (Sefaz) de cada estado, elevando substancialmente o custo total da sucessão patrimonial.
A legislação organiza o direito à herança em uma fila de prioridade, conhecida como ordem de vocação hereditária.
O conceito de meeiro difere fundamentalmente do conceito de herdeiro, e essa distinção é o pilar da divisão de herança.
A forma como a viúva atua na partilha depende do regime de bens:
Considere um casal (comunhão parcial de bens) com 2 filhos. O falecido deixou:
A divisão de herança ocorre em duas etapas, respeitando a separação legal entre o que é meação (a metade dos bens comuns que já pertence à viúva por direito matrimonial) e o que compõe a herança propriamente dita (a metade restante dos bens comuns somada aos bens particulares do falecido). A distribuição fica da seguinte forma:
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A transferência do patrimônio exige o inventário, que pode ser feito de duas formas:
A presença de um advogado ou defensor público é obrigatória em ambas as modalidades para garantir a validade jurídica de todo o procedimento.
O processo de divisão de herança envolve custos significativos, como o imposto estadual ITCMD, taxas de cartório e honorários advocatícios. A falta de preparo financeiro para arcar com essas despesas pode paralisar o inventário. A educação financeira ajuda a família a lidar com o processo burocrático sem comprometer o patrimônio.
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