Atividades de educação financeira para crianças: como ensinar ...
Atividades de educação financeira para crianças: como ensinar o valor do dinheiro desde cedoData de publicação 16 de janeiro de 202610 minutos de leitura
Atualizado em: 18 de dezembro de 2025
Categoria Consultar ScoreTempo de leitura: 10 minutosTexto de: Time Serasa
Como funciona a previdência privada é uma dúvida comum entre pessoas que desejam organizar a aposentadoria com mais segurança. A previdência privada funciona como uma alternativa complementar ao INSS e permite acumular recursos ao longo dos anos para formar uma renda futura.
O modelo foi criado para quem busca planejamento financeiro e deseja mais previsibilidade no longo prazo. A previdência privada é indicada para adultos que pretendem construir uma reserva estável, com regras claras e flexíveis.
O entendimento sobre o funcionamento desse investimento é essencial para quem busca segurança e deseja comparar alternativas de aposentadoria. A previdência não substitui a aposentadoria pública, mas pode reforçar o orçamento e garantir maior tranquilidade no futuro.
A previdência privada é um investimento voltado à aposentadoria, oferecido por bancos e seguradoras. O modelo permite acumular contribuições mensais ou esporádicas com o objetivo de formar um patrimônio. A quantia acumulada pode ser resgatada no futuro ou convertida em renda mensal.
A previdência privada se diferencia do INSS porque não é uma obrigação legal e não depende de regras governamentais. O INSS exige contribuição contínua para garantir benefícios. Já a previdência privada oferece mais autonomia sobre valores aplicados, tempo de contribuição e forma de resgate.
Seu funcionamento ocorre em duas fases, na primeira na fase de acúmulo e a fase de recebimento. Na fase de acumulação, o investidor realiza aportes. Na fase de recebimento, ocorre o saque integral ou a conversão em renda.
Os principais tipos de previdência privada são PGBL e VGBL. Ambos funcionam de forma semelhante, mas com diferenças importantes na tributação e na indicação ideal para cada perfil.
O PGBL é indicado para pessoas que fazem declaração completa no Imposto de Renda. Nesse plano, o valor investido pode ser deduzido da base de cálculo do IR em até 12% da renda anual. A tributação incide sobre o total acumulado no momento do resgate.
O PGBL funciona como uma forma de reduzir o imposto ao longo do ano, permitindo planejar melhor o pagamento de tributos. Para quem contribui com INSS e utiliza a declaração completa, o PGBL costuma ser a escolha mais eficiente.
O VGBL é indicado para quem utiliza declaração simplificada ou é isento. Neste modelo, o imposto incide apenas sobre o rendimento acumulado, e não sobre o total investido. Essa característica pode garantir economia na fase de resgate.
O VGBL é flexível e funciona bem para prazos longos. O plano também costuma ser utilizado por quem deseja investir valores altos sem impacto direto na declaração anual.
O VGBL é indicado para quem utiliza declaração simplificada ou é isento. Neste modelo, o imposto incide apenas sobre o rendimento acumulado, e não sobre o total investido. Essa característica pode garantir economia na fase de resgate.
O VGBL é flexível e funciona bem para prazos longos. O plano também costuma ser utilizado por quem deseja investir valores altos sem impacto direto na declaração anual.
| Característica | PGBL | VGBL |
|---|---|---|
| Tributação | Sobre o total acumulado | Apenas sobre rendimentos |
| Indicação | Declarantes do IR completo | Declarantes simplificados ou isentos |
| Dedução | Até 12% da renda anual | Sem dedução |
| Perfil | Contribuintes do INSS | Investidores de longo prazo |
A previdência privada possui dois regimes de tributação: progressivo e regressivo. A escolha deve ser feita no momento da contratação, e a decisão impacta diretamente os valores de resgate.
No regime progressivo, o imposto segue a tabela tradicional do Imposto de Renda. As alíquotas variam conforme o valor do resgate ou renda mensal. O regime é indicado para quem pretende resgatar valores menores ou utilizar o plano como renda mensal tributada em faixas baixas.
O regime regressivo reduz a alíquota ao longo dos anos. O percentual começa em 35% e pode chegar a 10% após 10 anos de aplicação. O modelo é indicado para quem deseja investir por prazos mais longos.
O rendimento da previdência depende do plano, do fundo escolhido e da política de investimentos. Existem planos de renda fixa, multimercados e modelos mais conservadores. Os resultados variam conforme as condições do mercado.
Usar uma calculadora de rentabilidade, nesse contexto, pode ajudar o trabalhador a ter uma base sobre rendimentos possíveis. Nesses casos, a ferramenta deve apresentar cenários personalizados, permitindo comparar prazos e taxas. O usuário pode simular aportes mensais ou valores iniciais.
O tempo de contribuição varia conforme o objetivo. A previdência privada não possui regras rígidas como o INSS. O investidor pode contribuir por cinco, dez, vinte anos ou mais. A decisão depende do valor desejado para aposentadoria e do tipo de renda escolhida.
A flexibilidade, nesse cenário, é um diferencial importante. A previdência permite pausar aportes, aumentar valores ou realizar contribuições extras conforme a necessidade.
A previdência privada apresenta vantagens e desvantagens para os trabalhadores. A seguir, confira algumas delas:
A previdência privada tende a oferecer melhores resultados no longo prazo. A poupança apresenta rendimento baixo e não acompanha a inflação. Em cenários comparativos, a previdência costuma levar vantagem principalmente em prazos longos.
Comparativos envolvendo CDBs, Tesouro Direto e LCAs ajudam a visualizar diferenças de liquidez, risco e retorno. Investimentos como Tesouro IPCA+ podem complementar planos de aposentadoria e reforçar a carteira.
Definir se o objetivo é aposentadoria ou sucessão
Escolher entre PGBL e VGBL conforme o IR
Avaliar prazos e metas
Verificar taxas de administração e carregamento
Analisar o histórico do fundo
Comparar alternativas com outros investimentos
Esse checklist facilita a escolha do plano mais adequado, considerando perfil, objetivo e prazo.
Acompanhar o Serasa Score ajuda a entender como seus hábitos financeiros impactam a sua saúde financeira ao longo do tempo. Ao manter contas em dia, controlar gastos e planejar melhor o orçamento, fica mais fácil evitar imprevistos e tomar decisões mais conscientes sobre o uso do crédito.
O Serasa Score é uma das principais pontuações de crédito do mercado e reflete o histórico financeiro do consumidor. A pontuação vai de 0 a 1.000 e indica a probabilidade de conseguir crédito em instituições financeiras. Quanto maior a pontuação, maior a facilidade de conseguir um empréstimo, financiamento ou cartão de crédito.
Data de publicação 16 de janeiro de 202610 minutos de leitura
Data de publicação 14 de janeiro de 20265 minutos de leitura
Data de publicação 13 de janeiro de 202610 minutos de leitura