Banco convoca idosos para resgatar dinheiro: alerta de golpe
Banco convoca idosos para resgatar dinheiro: alerta de golpeData de publicação 23 de outubro de 202613 minutos de leitura
Atualizado em: 11 de setembro de 2026
Categoria Educação financeiraTempo de leitura: 15 minutosTexto de: Time Serasa
A Previdência Social é um dos pilares do sistema de seguridade no Brasil. Seu funcionamento garante proteção aos trabalhadores do país, e seus dependentes, em casos de doença, invalidez, morte e velhice.
A Previdência Social é um sistema de proteção pública que garante aos trabalhadores e suas famílias renda em diversos momentos:
Esse sistema é financiado por contribuições dos empregados, empregadores e do próprio governo, formando um fundo que assegura os benefícios.
A Previdência Social é o sistema de proteção que garante benefícios previdenciários aos segurados e seus dependentes. Já o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é o órgão federal responsável pela administração desses benefícios no Regime Geral de Previdência Social (RGPS), é ele quem concede e realiza os pagamentos.
No Brasil, a previdência é dividida em dois tipos principais: a Previdência Social (obrigatória) e a previdência privada (complementar e facultativa).
A Previdência Social é obrigatória para todos os trabalhadores formais, sejam empregados, trabalhadores avulsos ou contribuintes individuais (autônomos).
As contribuições são calculadas com base na renda do trabalhador. O valor dos benefícios é determinado conforme o tempo de contribuição e os salários recebidos ao longo da vida profissional.
Existem duas categorias de previdência social pública:
A previdência privada, também chamada de Regime de Previdência Complementar (RPC), por sua vez, é opcional e serve como um complemento à Previdência Social. Também existem dois tipos de previdência privada:
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A Previdência Social paga aos beneficiários diversos tipos de remuneração. Conheça os principais deles:
Existem diferentes modalidades de aposentadoria, cada uma com critérios específicos de elegibilidade:
O BPC/ LOAS garante um salário mínimo mensal a idosos ou pessoas com deficiência de baixa renda. Diferentemente da aposentadoria, não exige contribuição ao INSS, não paga 13º salário e pode ser revisado.
O auxílio-doença é pago ao segurado que fica temporariamente incapacitado para o trabalho devido a doença ou acidente. É necessário passar por uma perícia médica do INSS para comprovar a incapacidade.
Benefício pago ao trabalhador quando ele sofre acidente que resulta em sequelas que reduzem a capacidade para o trabalho, mas não o incapacitam totalmente.
A pensão por morte é o benefício da previdência pago aos dependentes do segurado falecido. Os dependentes podem incluir cônjuges, filhos menores de 21 anos, filhos inválidos ou com deficiência intelectual, mental ou grave, e, em alguns casos, pais e irmãos.
O salário-maternidade é um benefício pago à segurada que dá à luz, adota uma criança ou obtém a guarda judicial para fins de adoção. Pode ser solicitado tanto por trabalhadoras formais quanto por contribuintes individuais e facultativos.
Pago aos trabalhadores de baixa renda (inclusive trabalhadores domésticos) que têm filhos menores de 14 anos ou inválidos. O valor do salário-família é proporcional ao número de filhos e ao limite de renda estipulado pelo governo.
Os benefícios previdenciários podem ser acumulados em algumas situações, desde que não exista incompatibilidade legal. É possível, por exemplo, receber aposentadoria e pensão por morte.
Porém, há restrições: não é permitido acumular duas aposentadorias do mesmo regime, aposentadoria com auxílio-doença ou BPC/LOAS com benefício previdenciário.
Quando o acúmulo é permitido, podem existir regras de redução sobre o segundo benefício, conforme seu valor e as faixas previstas em lei.
Para trabalhadores formais, a adesão à Previdência Social é obrigatória. Empregados com carteira assinada têm suas contribuições descontadas automaticamente do salário pelo empregador, que também faz sua parte na contribuição.
Trabalhadores autônomos e microempreendedores individuais (MEIs) também devem contribuir para garantir acesso aos benefícios previdenciários.
Por sua vez, a adesão à previdência privada não é obrigatória, mas é recomendada como forma de complementar a renda na aposentadoria. Isso porque os benefícios do INSS podem não ser suficientes para manter o padrão de vida desejado.
A inscrição na Previdência Social é um processo simples e pode ser feita de várias formas, dependendo da categoria de trabalhador:
A inscrição é automática para trabalhadores com carteira assinada, pois o empregador é o responsável por fazer o registro e recolher as contribuições previdenciárias.
Trabalhadores autônomos devem se inscrever como contribuintes individuais. O processo pode ser feito pela internet, pelo site ou aplicativo Meu INSS, ou nas agências da Previdência Social.
É necessário preencher um cadastro e, a partir daí, realizar contribuições mensais conforme a alíquota correspondente ao seu rendimento.
Os microempreendedores individuais (MEIs) contribuem para o INSS automaticamente ao pagarem mensalmente o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). Por isso, é importante manter os pagamentos sempre em dia, pois no caso de necessidade (auxílio-doença, por exemplo), o INSS verificará a regularidade dos pagamentos.
Pessoas que não exercem atividade remunerada, como donas de casa e estudantes, também podem se inscrever na previdência como contribuintes facultativos. A inscrição pode ser feita online (pelo Meu INSS) ou nas agências do INSS.
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É possível consultar a Previdência Social pelo CPF por meio do Meu INSS. O CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais) reúne informações sobre vínculos trabalhistas, remunerações e contribuições previdenciárias.
Para acessar:
Acesse o Meu INSS.
Faça login com sua conta Gov.br.
No campo Do que você precisa?, digite Extrato de pagamento.
Defina período de consulta para gerar o extrato e baixe o PDF.
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O planejamento previdenciário para a aposentadoria precisa começar o mais cedo possível, pois é um projeto de longo prazo. Confira dicas essenciais para alcançar mais estabilidade financeira depois que parar de trabalhar:
Quanto mais cedo a pessoa começar a poupar para a aposentadoria, melhor. Os juros compostos ajudam a aumentar o valor acumulado ao longo do tempo. Estabeleça um plano de poupança e invista regularmente.
Não dependa apenas da Previdência Social. Considere investir em previdência privada, imóveis, ações, títulos públicos e outros ativos. Diversificar ajuda a mitigar riscos e potencializar ganhos.
Elabore um planejamento financeiro detalhado, considerando suas expectativas de vida e o padrão de vida desejado na aposentadoria. Avalie suas despesas e fontes de renda atuais e futuras.
Mantenha-se atualizado sobre mudanças nas regras de Previdência Social e as opções de investimentos disponíveis. Acompanhar a economia e as tendências de mercado pode ajudar a tomar decisões mais informadas.
Para garantir o acesso aos benefícios do INSS, é essencial manter as contribuições em dia. Para trabalhadores autônomos, MEIs e facultativos, isso significa pagar as guias de recolhimento mensalmente.
Um consultor financeiro pode ajudar a criar uma estratégia personalizada para sua aposentadoria, considerando suas necessidades e objetivos específicos. Não hesite em buscar orientação profissional.
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