Renegociação de empréstimo: como negociar e aliviar dívidas
Renegociação de empréstimo: como negociar e aliviar dívidasData de publicação 13 de abril de 202613 minutos de leitura
Publicado em: 9 de março de 2026
Categoria Negociar dívidaTempo de leitura: 8 minutosTexto de: Time Serasa
Um cheque devolvido por motivo 35 costuma acender um sinal de alerta para as partes envolvidas.
Esse código é usado pelas instituições financeiras quando o documento apresenta indícios de fraude ou irregularidade relevante, como adulteração, rasuras ou inconsistências que impedem a compensação.
Ao contrário da devolução por falta de saldo, não está ligado à disponibilidade de dinheiro em conta, mas à confiabilidade do título. Por isso, a situação preocupa: quem recebe fica sem a garantia do pagamento, enquanto quem emite precisa esclarecer o ocorrido para evitar questionamentos.
O cheque devolvido motivo 35 está ligado a problemas de autenticidade e integridade do documento. Entre as causas mais comuns estão rasuras visíveis no preenchimento e alterações em dados como valor, data ou beneficiário.
Também entram nessa lista cheques considerados:
Essas ocorrências fazem com que o banco bloqueie a compensação como medida de segurança, já que o cheque deixa de atender aos critérios mínimos de confiabilidade exigidos pelo sistema financeiro
Leia também I Motivo 31 de cheque devolvido: o que é e como lidar
Para o recebedor, a principal consequência é ficar sem o valor que estava previsto na transação, o que pode comprometer o fluxo de caixa de um autônomo ou de uma pequena empresa.
Em alguns casos, a situação também pode gerar custos adicionais, como tarifas bancárias pela devolução do cheque ou necessidade de acionar apoio jurídico para tentar receber o valor devido por outros meios.
Para quem emitiu o cheque, o problema costuma ser a suspeita de irregularidade. Mesmo quando não há má-fé, a devolução por motivo 35 pode levantar dúvidas sobre a autenticidade do documento e a forma como o talonário está sendo utilizado.
Se houver indícios de fraude ou uso indevido das folhas de cheque, o banco pode recomendar o cancelamento do talonário, o registro de boletim de ocorrência e até a adoção de medidas de segurança adicionais na conta.
Em situações mais graves, a ocorrência pode resultar em ações judiciais ou restrições no relacionamento bancário enquanto o caso é apurado.
Diante da devolução, a orientação é agir com rapidez para evitar prejuízos e conflitos entre as partes. Como o banco não reconhece o cheque como válido, algumas medidas costumam ser recomendadas:
Leia também I Cheque devolvido: entenda o motivo 11 e como evitar esse problema
Depois de lidar com a devolução, a etapa seguinte é adotar cuidados para reduzir o risco de enfrentar a mesma situação. Como o motivo 35 está relacionado à validade e à integridade do cheque, a atenção deve começar antes mesmo de aceitar ou efetuar o pagamento.
Algumas medidas que ajudam a prevenir novos transtornos são:
Leia também | Cheque administrativo: o que é, como funciona e quando usar
Em situações envolvendo cheques devolvidos, especialmente quando há risco de conflitos financeiros ou pendências em aberto, o Serasa Limpa Nome pode ser uma boa opção na regularização das dívidas relacionadas.
A plataforma permite consultar se há débitos vinculados ao CPF, entender as condições de pagamento e negociar com as empresas credoras, muitas vezes com descontos e possibilidades de parcelamento que ajudam a reorganizar o orçamento.
O Serasa Limpa Nome é a maior plataforma de renegociação de dívidas do país, com descontos que podem chegar a 90%. O serviço é gratuito e a negociação pode ser feita em poucos minutos pelos canais oficiais da Serasa: site, aplicativo (iOS e Android), WhatsApp (11) 99575-2096 ou Agências dos Correios.
● Pronto! Feche o acordo e pague-o.
Data de publicação 13 de abril de 202613 minutos de leitura
Data de publicação 13 de abril de 202613 minutos de leitura
Data de publicação 10 de abril de 20267 minutos de leitura