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Inadimplência: causas, consequências e como evitar

Inadimplência: como ela pode afetar a vida do consumidor e o que fazer para evitar as dívidas

Atualizado em: 16 de abril de 2024

Categoria Negociar dívidaTempo de leitura: 10 minutos

Texto de: Time Serasa

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Em fevereiro de 2024, pouco mais de 72 milhões de brasileiros estavam endividados, segundo o Mapa da Inadimplência e Renegociação de Dívidas no Brasil, levantamento mensal feito pela Serasa e que analisa dados de milhões de consumidores para indicar tendências e padrões de inadimplência em diferentes regiões e setores da economia.

A inadimplência é um fenômeno comum em contextos econômicos diversos, mas que pode trazer prejuízos imensuráveis, tanto para cidadãos quanto para empresas e até países.

Saiba neste artigo o que é inadimplência e como ela afeta o consumidor.

O que é inadimplência

A inadimplência ocorre quando uma pessoa ou empresa deixa de cumprir uma obrigação financeira dentro do prazo de vencimento. Esse atraso pode acarretar uma série de consequências negativas para o devedor e para a economia toda.

  • Em geral, são muitos os motivos que levam as pessoas a acumular dívidas e estar em situação de inadimplência. Por exemplo:
  • ● desemprego e redução de renda;
  • ● despesas inesperadas e imprevistos que fazem a pessoa gastar mais do que recebe, como doença, viagem de urgência ou reparos na casa;
  • ● falta de planejamento financeiro, controle dos gastos e má gestão do dinheiro;
  • ● uso inadequado do crédito;
  • ● custo de vida elevado, que pode se configurar com o aumento nos preços de produtos e serviços essenciais e podem vir a comprometer o orçamento.

Consequências da inadimplência

A inadimplência impacta diretamente a vida do devedor, em quase todas as esferas. Ela extrapola o lado financeiro e traz uma série de consequências negativas também para o dia a dia e até para a qualidade de vida da pessoa e sua família.

Confira alguns exemplos de como ela pode afetar a vida do cidadão.

  1. Negativação do nome

    Quando as contas começam a atrasar, o credor pode informar os órgãos de proteção ao crédito, como Serasa, e cadastrar o CPF do devedor por lá. Isso significa que a pessoa terá restrição de crédito por causa daquela dívida. Essa negativação pode impedir o acesso a diversos serviços, como obtenção de crédito e possibilidade de negociação.

    Leia também | Como limpar o nome em 3 passos simples com a Serasa 

     

  2. Redução da pontuação de crédito

    O registro de dívidas e pendências tem peso de 33% no cálculo do Serasa Score, pontuação que vai de 0 a 1000. Isso impacta diretamente a pontuação, o que acende o alerta dos bancos e empresas. Afinal, um Score baixo ou em queda pode indicar que o risco de ceder crédito à pessoa é alto.


  3. Dificuldade para obter crédito

    A inadimplência pode trazer obstáculos para a obtenção de novos cartões de crédito, empréstimos em geral e até financiamento imobiliário. Quem estiver planejando comprar uma casa própria, portanto, pode acabar esbarrando no acesso ao auxílio financeiro bancário.

     

  4. Dificuldade de alugar uma casa e ter acesso a serviços essenciais

    Mesmo que o plano não seja comprar um imóvel, a pessoa inadimplente também pode encontrar dificuldades de alugar uma casa nova. Isso porque as dívidas podem respingar também nos contratos de locação e até na contratação de serviços básicos, como telefonia e internet, por exemplo.

     

  5. Risco de penhora de bens e da conta bancária

    A inadimplência pode levar a ações judiciais que trazem consequências graves ao devedor, inclusive com risco de penhora de bens ou bloqueio de contas bancárias. Além disso, a possibilidade de negociação reduz consideravelmente.

     

  6. Impacto na saúde psicológica e até física

    A inadimplência não impacta só a conta bancária. Também pode afetar diretamente a qualidade de vida e a saúde emocional do devedor, trazendo estresse e ansiedade. O bem-estar psicológico tem relação muito mais próxima com a saúde financeira do que se imagina. É uma via de mão dupla. As próprias pesquisas apontam isso.

    Em 2022, o estudo Perfil e Comportamento do Endividamento Brasileiro, produzido pelo Instituto Opinion Box em parceria com a Serasa, trouxe os seguintes resultados:

    ● 83% dos endividados têm dificuldade para dormir por conta das dívidas;

    ● 78% têm pensamentos negativos;

    ● 74% afirmam ter dificuldade de concentração para realizar tarefas diárias;

    ● 61% viveram ou vivem sensação de “crise e ansiedade” ao pensar na dívida;

    ● 53% revelam sentir “muita tristeza” e “medo do futuro”;

    ● 51% têm vergonha da condição de endividado.

     

    Leia também | Como a crise financeira pode afetar a sua saúde mental

4 dicas para evitar a inadimplência

Não existe segredo: inadimplência se resolve com planejamento financeiro, controle dos gastos e uso consciente do crédito. Isso pode ser difícil para algumas pessoas, mas não impossível, já que a adoção de medidas simples pode garantir uma vida financeira mais saudável e evitar problemas futuros.

Confira quatro dicas financeiras para ajudar nesse processo.

  1. Negocie com credores

    O primeiro passo para resolver a inadimplência é procurar o credor e buscar uma negociação. Em geral, eles estão abertos a propostas de quem tem interesse em pagar seus atrasos, melhorando muito as condições de pagamento, reduzindo juros e ampliando o número de prestações. O ideal, aqui, é negociar parcelas que caibam no orçamento para resolver o problema, não criar outro.

    Leia também | Como negociar dívidas

     

  2. Controle os gastos

    Conheça a sua realidade financeira: quanto entra e quanto sai de dinheiro todos os meses. A partir daí, faça um planejamento detalhado, priorizando o pagamento das dívidas. É importante fazer os gastos caberem dentro do orçamento, evitando que extrapolem. Para isso, evite gastos desnecessários e as compras impulsivas, reduzindo tudo que for possível.

     

  3. Crie o hábito de poupar um pouco a cada mês

    Outra boa estratégia é evitar gastar todo o salário. Procure separar uma porcentagem todos os meses e não mexa nesse dinheiro. Ao fim de alguns meses, essas quantias já formam uma poupança e podem contribuir para a construção de uma reserva de emergência, o que é imprescindível na hora de lidar com imprevistos e despesas inesperadas, como emergências médicas, reparos na casa e até perda de emprego.

     

  4. Faça uso consciente do crédito

    Utilize o crédito de forma consciente. Isso envolve pagar as contas sempre em dia e evitar novas dívidas enquanto as velhas ainda estiverem em aberto. Manter o controle dos gastos é um passo mais importante do que se imagina.

Assista | Os impactos do endividamento no comportamento dos brasileiros

Conte com a Serasa para dar fim à inadimplência


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Para negociar online:  

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