Notificação de consulta ao CPF: como receber no celular
Notificação de consulta ao CPF: como receber no celularData de publicação 11 de setembro de 202611 minutos de leitura
Atualizado em: 9 de setembro de 2026
Categoria Premium Tempo de leitura: 16 minutosTexto de: Time Serasa
O uso cada vez maior de dispositivos móveis conectados à internet tem impulsionado a aplicação de golpes com prejuízo financeiro. Golpistas desenvolvem constantemente novas formas de agir, seja roubando dados pessoais, seja recebendo pagamentos indevidos por meio de boletos falsos. Este artigo reúne os golpes mais comuns aplicados atualmente e explica como cada um funciona. Também traz orientações para reconhecer sinais de fraude e agir rapidamente caso aconteça.
Os golpes mais comuns costumam seguir um padrão parecido de comportamento, o que ajuda a reconhecer uma tentativa de fraude antes que ela cause prejuízo. Entre os sinais mais frequentes estão:
Agir rapidamente reduz o prejuízo de um golpe. Ao perceber que caiu em uma fraude, o consumidor pode seguir as etapas abaixo:
A medida mais eficaz varia conforme o tipo de fraude:
| Tipo de fraude | Medida imediata recomendada |
|---|---|
| Pix indevido | Acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED) diretamente com o banco de origem do Pix. É um mecanismo do Banco Central que pode ajudar a bloquear e devolver valores em casos de fraude. |
| Cartão clonado | Solicitar o bloqueio do cartão e contestar a compra junto à operadora. |
| Conta invadida | Trocar as senhas e encerrar as sessões ativas em outros aparelhos. |
| Boleto falso | Avisar o banco pagador e o banco emissor para tentar reverter o valor. |
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Por meio de aplicativos, mensagens de texto, e-mails, ligação ou até pessoalmente, os golpistas induzem a pessoa a fazer uma transferência via Pix.
As maneiras de esse golpe ocorrer são diversas, como promoção ou cobrança falsa de um serviço essencial, pedido de dinheiro de suposto amigo ou familiar, ou cobrança superfaturada de um produto. Também é comum o uso de QR Code falso, entre outras formas. Outra tática usada é o golpe do Pix multiplicador, que promete ganho rápido de dinheiro a partir de transferências via Pix.
Atualmente, ter o celular roubado ou furtado causa perdas além do próprio aparelho, já que envolve dados pessoais, acesso a aplicativos bancários e arquivos pessoais. Na maioria dos casos, o furto ocorre enquanto a vítima usa o smartphone na rua ou o segura na mão.
Se o aparelho estiver desbloqueado no momento do furto, fica mais fácil para o infrator acessar aplicativos de bancos e fazer transferências, compras ou até empréstimos. O aparelho também pode ser usado para aplicar outros golpes nos contatos da vítima.
A vítima recebe um boleto por e-mail, mensagem ou até pelo correio. O objetivo é induzir um pagamento que vai para a conta dos golpistas. Quando enviado por e-mail, a comunicação costuma se assemelhar à de bancos, operadoras de telefonia e fornecedores de energia. O boleto falso se parece com o boleto real que a pessoa já está acostumada a pagar, mas com pequenas diferenças, que exigem atenção redobrada.
O aplicativo mais usado para troca de mensagens no Brasil também atrai a atenção de golpistas. Uma das táticas é clonar o número de celular de uma pessoa ao enviar uma mensagem ou link solicitando o código de segurança do aplicativo. Feito isso, os golpistas se passam por ela para pedir dinheiro aos contatos.
Em outros casos, não há clonagem, usa-se a foto e o nome da pessoa, obtidos em uma rede social, para pedir ajuda financeira alegando troca de número. Existe ainda a variação que usa inteligência artificial para imitar a aparência e a voz de um familiar ou amigo.
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Nas redes sociais, é comum encontrar perfis que anunciam produtos como se fossem lojas confiáveis. O golpe da falsa loja online pode ocorrer tanto em redes sociais quanto em sites falsos que imitam uma loja conhecida. Nesses casos, a vítima compra acreditando estar em um site confiável, mas nunca recebe a mercadoria depois do pagamento.
Golpes com cartão de crédito e de débito são comuns e apresentam várias abordagens diferentes, tanto virtuais quanto físicas:
Nessa fraude, o golpista liga se passando pelo banco e alega, em tom alarmista, que houve clonagem do cartão ou transações suspeitas na conta. A partir daí, o golpista pode seguir dois caminhos. O primeiro é pedir os dados e as senhas do cartão e do banco, alegando que isso é necessário para "bloquear" a conta.
O segundo é pedir que a vítima ligue para o número da central de atendimento no verso do cartão. Nesse segundo caso, o golpista não encerra a chamada anterior e mantém a linha presa. Assim, a vítima acredita estar falando com o banco de verdade. De qualquer forma, o objetivo do golpe é coletar dados suficientes para invadir a conta e fazer transferências, ou instalar um aplicativo que dá acesso remoto ao celular.
Por site falso, e-mail, mensagem no WhatsApp ou ligação, o golpista se passa por representante de banco ou instituição financeira e oferece um empréstimo vantajoso. Depois que a pessoa demonstra interesse, pede-se um depósito inicial para taxa de cadastro, liberação do empréstimo ou quitação de parcela. Após o pagamento, o golpista pode sumir ou seguir inventando desculpas para novos depósitos.
Diante dos golpes mais comuns descritos neste artigo, proteger os dados pessoais o máximo possível ajuda a reduzir a exposição a fraudes. O Serasa Premium é o serviço de assinatura que monitora o CPF e o CNPJ 24 horas por dia. Ele envia alertas em tempo real sobre consultas ao score de crédito, vazamento de dados na dark web e variação do Serasa Score.
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