Ainda existe o FIES? Entenda como funciona hoje
Ainda existe o FIES? Entenda como funciona hojeData de publicação 17 de abril de 20267 minutos de leitura
Atualizado em: 6 de maio de 2026
Categoria CréditoTempo de leitura: 9 minutosTexto de: Time Serasa
Diante de uma fatura de cartão de crédito que não cabe no orçamento do mês, o consumidor se depara com um dilema financeiro comum e angustiante. As opções apresentadas pelo banco são, geralmente, pagar o mínimo ou parcelar a fatura. Ambas as alternativas são um sinal de que as finanças precisam de atenção, e cada uma acarreta consequências diretas, como a incidência de juros e o impacto no histórico de crédito.
A decisão, embora difícil, não deve ser tomada por impulso. É fundamental entender exatamente o que acontece com a dívida em cada cenário para tomar a atitude menos prejudicial no curto prazo e traçar um plano para retomar o controle financeiro.
Quando o consumidor opta por pagar qualquer valor entre o mínimo e o total da fatura, o saldo devedor restante não desaparece. Ele é automaticamente financiado por uma linha de crédito pré-aprovada chamada crédito rotativo.
O rotativo é conhecido por ter uma das taxas de juros mais altas do mercado. Funciona da seguinte forma:
O parcelamento da fatura, por outro lado, é uma ação proativa. Antes de cair no rotativo, o consumidor entra em contato com o banco (geralmente pelo próprio aplicativo) e formaliza um acordo para dividir o saldo devedor total em parcelas fixas.
Ao comparar os dois cenários mais comuns, o parcelamento da fatura é, sem dúvida, a opção menos prejudicial. A razão é simples: o crédito rotativo é uma linha de crédito de emergência, com juros punitivos e sem previsibilidade, enquanto o parcelamento é um contrato de financiamento com regras claras, juros menores e um plano de quitação definido.
Importante: entre as duas opções, parcelar a fatura é sempre a escolha mais segura e controlada. Cair no rotativo deve ser evitado a todo custo.
Existe ainda uma terceira possibilidade que deve ser considerada: contratar uma linha de crédito externa para quitar o valor total da fatura do cartão. Essa estratégia, conhecida como "troca de dívida", consiste em substituir a dívida do cartão (com juros altos) por um empréstimo pessoal (com juros potencialmente mais baixos).
O sucesso dessa estratégia depende de uma análise cuidadosa:
O dilema entre pagar o mínimo e parcelar a fatura é um sinal de alerta de que o orçamento precisa de ajustes. A análise mostra que cair no crédito rotativo é a decisão mais prejudicial para a saúde financeira.
A escolha mais informada, no entanto, vai além. Ela envolve analisar uma terceira opção: a contratação de um empréstimo pessoal. A melhor decisão será sempre aquela baseada na comparação do Custo Efetivo Total (CET) de cada alternativa. O papel do consumidor é buscar essa informação, seja no aplicativo do cartão, seja em plataformas de comparação, para optar pela linha de crédito que, de fato, pesará menos no bolso. A informação e a comparação são as melhores ferramentas para transformar um momento de aperto em uma decisão financeira responsável.
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