Lista de compras de supermercado: como organizar
Lista de compras de supermercado: como organizarData de publicação 19 de janeiro de 20268 minutos de leitura
Publicado em: 26 de janeiro de 2026
Categoria Segurança na internetTempo de leitura: 7 minutosTexto de: Time Serasa
Fraudes no Carnaval são uma preocupação crescente para os foliões. Segundo a Serasa Experian, no Carnaval de 2024 houve uma tentativa de fraude a cada 2,4 segundos. Os golpes vão além do furto de celulares e carteiras. Criminosos usam técnicas cada vez mais sofisticadas para clonar cartões, desviar Pix e roubar dados pessoais em meio à multidão.
Conhecer os golpes mais comuns é o primeiro passo para curtir a folia sem surpresas desagradáveis.
Leia também | Perda ou roubo de documentos no Carnaval: o que fazer?
O Carnaval reúne grandes multidões em espaços públicos, o que cria o cenário ideal para golpistas. A combinação de aglomeração, distração, consumo de álcool e uso frequente de celulares e cartões facilita a ação de criminosos.
Diferente dos furtos físicos, muitas fraudes só são percebidas dias depois, quando a vítima verifica o extrato bancário ou recebe cobranças indevidas. Por isso, conhecer os golpes mais comuns ajuda a identificar situações suspeitas antes que o prejuízo aconteça.
Os golpes aplicados durante o Carnaval variam em complexidade, mas têm algo em comum: exploram momentos de vulnerabilidade das vítimas. Confira os principais e como funcionam.
O golpista oferece produtos ou bebidas a preços atrativos. Na hora do pagamento, entrega uma maquininha com visor quebrado, apagado ou pouco visível. O valor digitado é muito maior do que o combinado, e a vítima só percebe depois.
Em outra variação, o criminoso troca a maquininha por outra enquanto distrai o comprador, clonando os dados do cartão.
O vendedor pede o cartão para passar na maquininha e observa a senha digitada. Em seguida, devolve um cartão diferente, parecido, mas que não pertence à vítima. Com o cartão original e a senha, faz compras rápidas antes que o golpe seja percebido.
Tudo acontece em segundos, aproveitando a distração do momento.
Existem variações desse golpe:
Uma pessoa se aproxima de forma sedutora e beija a vítima. Enquanto isso, um comparsa furta celular, carteira ou documentos. O golpe é rápido e aproveita a distração do momento.
Nessa variação do golpe tradicional, criminosos colocam substâncias em bebidas ou alimentos para deixar a vítima sonolenta ou inconsciente. O objetivo é furtar pertences, acessar o celular desbloqueado e realizar transferências bancárias ou clonar dados de aplicativos financeiros.
Diferente da versão tradicional do golpe, o foco aqui é exclusivamente financeiro.
Leia também | Golpe do Pix: saiba o que fazer para tentar recuperar o dinheiro
Além dos golpes presenciais, o Carnaval também é terreno fértil para fraudes digitais. Criminosos exploram a necessidade de conexão e bateria dos foliões para roubar dados.
Redes com nomes como “Carnaval_Free” ou “Wi-Fi_Bloco” são criadas por golpistas para interceptar dados de quem se conecta. Essa técnica permite capturar senhas, dados bancários e informações pessoais sem que a vítima perceba.
O ideal é evitar redes públicas desconhecidas e usar apenas a conexão móvel (4G/5G) durante a folia.
Totens de carregamento USB em locais públicos podem ser usados para instalar vírus e programas maliciosos no celular enquanto o aparelho é carregado. Isso acontece porque a entrada USB transmite tanto energia quanto dados, e criminosos exploram essa brecha para acessar informações do dispositivo.
Já a tecnologia NFC (usada em pagamentos por aproximação) pode ser explorada quando criminosos aproximam maquininhas de bolsos e bolsas para realizar cobranças indevidas sem o conhecimento da vítima.
Para se proteger:
Algumas atitudes simples reduzem significativamente o risco de cair em golpes durante a folia:
conferir o valor na maquininha antes de digitar a senha e nunca aceitar visor apagado ou quebrado;
não entregar o cartão na mão do vendedor; passar pessoalmente na maquininha;
verificar se o cartão devolvido é realmente o seu;
preferir pagamento em dinheiro com vendedores ambulantes;
conferir o valor e a conta de destino antes de confirmar qualquer Pix;
evitar redes Wi-Fi públicas; usar conexão móvel (4G/5G);
carregar o celular com carregador portátil próprio;
desativar pagamento por aproximação quando não estiver em uso;
não aceitar bebidas ou alimentos de desconhecidos;
manter celular e carteira em locais de difícil acesso, como doleira sob a roupa.
Agir rápido é essencial para minimizar os prejuízos. Veja o que fazer dependendo do tipo de fraude:
Quanto mais rápido os bloqueios forem feitos, menores as chances de os criminosos acessarem contas e realizarem transações.
Muitas fraudes só são descobertas dias ou semanas depois, quando a vítima recebe cobranças indevidas ou tem o nome negativado por compras que não fez. O Serasa Premium ajuda a identificar esses problemas rapidamente, permitindo agir antes que o prejuízo aumente.
O serviço monitora o CPF 24 horas e envia alertas sobre:
Se os dados forem roubados ou o cartão clonado durante o Carnaval, o Serasa Premium avisa em tempo real, permitindo bloquear acessos e contestar fraudes com mais agilidade.
Importante: a Serasa comunica previamente todos os consumidores sobre negativações em seu CPF, sem qualquer custo. O alerta de negativações do Serasa Premium é apenas uma funcionalidade adicional desse serviço, e não substitui o comunicado oficial.
Data de publicação 19 de janeiro de 20268 minutos de leitura
Data de publicação 19 de janeiro de 20266 minutos de leitura
Data de publicação 12 de janeiro de 20267 minutos de leitura