Como fazer o cadastro no NIS e garantir acesso a benefícios so...
Como fazer o cadastro no NIS e garantir acesso a benefícios sociaisData de publicação 9 de março de 202610 minutos de leitura
Publicado em: 26 de janeiro de 2026
Categoria Premium Tempo de leitura: 7 minutosTexto de: Time Serasa
Fraudes no Carnaval são uma preocupação crescente para os foliões. Segundo a Serasa Experian, no Carnaval de 2024 houve uma tentativa de fraude a cada 2,4 segundos. Os golpes vão além do furto de celulares e carteiras. Criminosos usam técnicas cada vez mais sofisticadas para clonar cartões, desviar Pix e roubar dados pessoais em meio à multidão.
Conhecer os golpes mais comuns é o primeiro passo para curtir a folia sem surpresas desagradáveis.
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O Carnaval reúne grandes multidões em espaços públicos, o que cria o cenário ideal para golpistas. A combinação de aglomeração, distração, consumo de álcool e uso frequente de celulares e cartões facilita a ação de criminosos.
Diferente dos furtos físicos, muitas fraudes só são percebidas dias depois, quando a vítima verifica o extrato bancário ou recebe cobranças indevidas. Por isso, conhecer os golpes mais comuns ajuda a identificar situações suspeitas antes que o prejuízo aconteça.
Os golpes aplicados durante o Carnaval variam em complexidade, mas têm algo em comum: exploram momentos de vulnerabilidade das vítimas. Confira os principais e como funcionam.
O golpista oferece produtos ou bebidas a preços atrativos. Na hora do pagamento, entrega uma maquininha com visor quebrado, apagado ou pouco visível. O valor digitado é muito maior do que o combinado, e a vítima só percebe depois.
Em outra variação, o criminoso troca a maquininha por outra enquanto distrai o comprador, clonando os dados do cartão.
O vendedor pede o cartão para passar na maquininha e observa a senha digitada. Em seguida, devolve um cartão diferente, parecido, mas que não pertence à vítima. Com o cartão original e a senha, faz compras rápidas antes que o golpe seja percebido.
Tudo acontece em segundos, aproveitando a distração do momento.
Existem variações desse golpe:
Uma pessoa se aproxima de forma sedutora e beija a vítima. Enquanto isso, um comparsa furta celular, carteira ou documentos. O golpe é rápido e aproveita a distração do momento.
Nessa variação do golpe tradicional, criminosos colocam substâncias em bebidas ou alimentos para deixar a vítima sonolenta ou inconsciente. O objetivo é furtar pertences, acessar o celular desbloqueado e realizar transferências bancárias ou clonar dados de aplicativos financeiros.
Diferente da versão tradicional do golpe, o foco aqui é exclusivamente financeiro.
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Além dos golpes presenciais, o Carnaval também é terreno fértil para fraudes digitais. Criminosos exploram a necessidade de conexão e bateria dos foliões para roubar dados.
Redes com nomes como “Carnaval_Free” ou “Wi-Fi_Bloco” são criadas por golpistas para interceptar dados de quem se conecta. Essa técnica permite capturar senhas, dados bancários e informações pessoais sem que a vítima perceba.
O ideal é evitar redes públicas desconhecidas e usar apenas a conexão móvel (4G/5G) durante a folia.
Totens de carregamento USB em locais públicos podem ser usados para instalar vírus e programas maliciosos no celular enquanto o aparelho é carregado. Isso acontece porque a entrada USB transmite tanto energia quanto dados, e criminosos exploram essa brecha para acessar informações do dispositivo.
Já a tecnologia NFC (usada em pagamentos por aproximação) pode ser explorada quando criminosos aproximam maquininhas de bolsos e bolsas para realizar cobranças indevidas sem o conhecimento da vítima.
Para se proteger:
Algumas atitudes simples reduzem significativamente o risco de cair em golpes durante a folia:
conferir o valor na maquininha antes de digitar a senha e nunca aceitar visor apagado ou quebrado;
não entregar o cartão na mão do vendedor; passar pessoalmente na maquininha;
verificar se o cartão devolvido é realmente o seu;
preferir pagamento em dinheiro com vendedores ambulantes;
conferir o valor e a conta de destino antes de confirmar qualquer Pix;
evitar redes Wi-Fi públicas; usar conexão móvel (4G/5G);
carregar o celular com carregador portátil próprio;
desativar pagamento por aproximação quando não estiver em uso;
não aceitar bebidas ou alimentos de desconhecidos;
manter celular e carteira em locais de difícil acesso, como doleira sob a roupa.
Agir rápido é essencial para minimizar os prejuízos. Veja o que fazer dependendo do tipo de fraude:
Quanto mais rápido os bloqueios forem feitos, menores as chances de os criminosos acessarem contas e realizarem transações.
Muitas fraudes só são descobertas dias ou semanas depois, quando a vítima recebe cobranças indevidas ou tem o nome negativado por compras que não fez. O Serasa Premium ajuda a identificar esses problemas rapidamente, permitindo agir antes que o prejuízo aumente.
O serviço monitora o CPF 24 horas e envia alertas sobre:
Se os dados forem roubados ou o cartão clonado durante o Carnaval, o Serasa Premium avisa em tempo real, permitindo bloquear acessos e contestar fraudes com mais agilidade.
Importante: a Serasa comunica previamente todos os consumidores sobre negativações em seu CPF, sem qualquer custo. O alerta de negativações do Serasa Premium é apenas uma funcionalidade adicional desse serviço, e não substitui o comunicado oficial.
Data de publicação 9 de março de 202610 minutos de leitura
Data de publicação 23 de fevereiro de 202610 minutos de leitura
Data de publicação 23 de fevereiro de 202610 minutos de leitura