As 3 regras de ouro do cartão de crédito para usar o limite a ...
As 3 regras de ouro do cartão de crédito para usar o limite a seu favorData de publicação 4 de março de 20267 minutos de leitura
Atualizado em: 26 de novembro de 2025
Categoria EmpréstimoTempo de leitura: 10 minutosTexto de: Time Serasa
Saber lidar com dívidas é um desafio comum entre brasileiros. Quando as contas se acumulam, muitas pessoas consideram recorrer a um empréstimo para quitar dívidas. Essa é uma alternativa para reorganizar a vida financeira, mas pode gerar riscos se não houver planejamento.
A seguir, o conteúdo explica em quais situações essa opção faz sentido, como avaliar os custos envolvidos, quais cuidados tomar antes de contratar e que outros caminhos ajudam a sair do vermelho com segurança.
Pegar um empréstimo é vantajoso quando os juros da nova operação são menores do que os das dívidas atuais. Por exemplo, trocar o saldo do cartão de crédito, que pode chegar a mais de 400% ao ano, por um crédito pessoal com taxa inferior a 100% já reduz consideravelmente o peso dos juros mensais.
Além disso, concentrar todas as pendências em uma única parcela facilita o controle das finanças. Em vez de lidar com várias datas e boletos, o consumidor passa a ter apenas uma obrigação mensal, o que evita esquecimentos e multas.
Por outro lado, essa estratégia só compensa se o orçamento comportar a nova prestação. É importante analisar o valor da parcela, o prazo e, claro, o custo total do contrato.
A decisão de buscar um novo crédito deve vir acompanhada de um diagnóstico financeiro realista. Essa modalidade é indicada quando:
Em qualquer um desses casos, o ideal é usar o crédito somente para quitar pendências já existentes, e não para novos gastos. Isso combate o efeito “bola de neve”, no qual a pessoa quita dívidas antigas, mas cria outras logo em seguida.
Entre os principais riscos estão o endividamento em dobro, o descontrole do orçamento e a contratação de produtos financeiros inadequados.
Muitas pessoas aceitam propostas com juros altos ou condições desfavoráveis por falta de comparação entre instituições. Outras acabam utilizando parte do crédito impulsivamente, o que agrava a situação financeira.
Para reduzir os riscos vale:
Medidas simples como essas tornam as decisões mais conscientes e fortalecem o controle do orçamento no médio prazo.
Um cálculo básico permite tomar a decisão com mais segurança. Compare o valor total que seria pago mantendo as dívidas atuais com o custo do novo crédito.
Imagine uma pessoa devendo R$ 5 mil no cartão de crédito, com juros de 10% ao mês. Se parcelar em 12 vezes, o total pago pode ultrapassar R$ 10 mil. Já um empréstimo pessoal com juros de 3% ao mês para o mesmo valor e prazo resultaria em cerca de R$ 7 mil.
Nesse caso, a troca é vantajosa, ao representar uma economia de R$ 3 mil ao fim do contrato. É importante incluir todos os custos (tarifas, seguros e taxas administrativas) para uma comparação justa. Assim, o consumidor entende o impacto real da decisão e evita surpresas.
Mesmo com restrições no nome, ainda é possível conseguir um empréstimo para negativado. Algumas modalidades costumam ser mais acessíveis, como:
Disponível para trabalhadores CLT, aposentados e pensionistas, esse tipo de crédito tem desconto direto em folha, reduzindo o risco de inadimplência e, consequentemente, os juros.
Já quem não pode fazer empréstimo consignado costuma recorrer a outras opções, como o crédito pessoal ou o empréstimo com garantia, que oferecem maior flexibilidade nas condições.
Outra possibilidade é o empréstimo com garantia de veículo, em que o automóvel é oferecido como segurança da operação e, por isso, as taxas costumam ser menores.
Antes de escolher o crédito, observe com cuidado a estabilidade da renda, já que o bem pode ser retomado em caso de atraso. Essa modalidade requer planejamento e uma avaliação realista do orçamento antes da contratação.
Hoje, existem diversas instituições no mercado: bancos tradicionais, cooperativas, fintechs e plataformas digitais. Cada uma tem políticas próprias, prazos e taxas diferentes.
Nesse universo de possibilidades, o Serasa Crédito é uma plataforma que permite simular prazos e taxas de forma rápida e transparente.
Independentemente do canal escolhido, não deixe de confirmar se a empresa é autorizada pelo Banco Central e informe-se claramente todas as condições do contrato.
Leia ainda | Empréstimo: guia completo sobre como fazer
Nem sempre recorrer a um novo crédito é a melhor saída. Negociar diretamente com os credores costuma gerar bons resultados e reduz o risco de pagar juros adicionais.
Além disso, vale revisar o orçamento pessoal e identificar despesas que podem ser reduzidas ou suspensas temporariamente. Entre as ações possíveis:
Lembrando que, entre os mitos e verdades sobre dívidas, uma das principais informações é que, após a quitação, o nome é regularizado e o acesso a novas linhas de crédito se torna mais fácil e vantajoso. Isso é verdade! E a pessoa endividada deve considerar esse fator.
Leia mais | Como funciona o o Serasa Crédito?
Antes de contratar qualquer empréstimo, consulte o Serasa Score. Esse indicador demonstra como o mercado enxerga o comportamento financeiro dos consumidores e influencia diretamente as taxas oferecidas para cada pessoa.
Quanto maior for a pontuação, melhores as condições de crédito. Já quem tem score mais baixo pode usar o Serasa Crédito para obter recursos.
Antes de optar pelo empréstimo para quitar dívidas, considere as condições de juros, os prazos e o quanto o orçamento comporta. Redobrar a atenção faz diferença para o crédito funcionar como um apoio à reorganização financeira, e não como um novo desafio.
Para verificar se obter um novo empréstimo é o melhor caminho hoje, acesse o Serasa Crédito e confira as ofertas disponíveis.
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*A análise de crédito é feita por parceiros; sem garantia de aprovação. Simule quantas vezes quiser de graça e sem afetar o seu Serasa Score.
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