Renegociação de empréstimo: como negociar e aliviar dívidas
Renegociação de empréstimo: como negociar e aliviar dívidasData de publicação 13 de abril de 202613 minutos de leitura
Publicado em: 24 de março de 2026
Categoria Negociar dívidaTempo de leitura: 8 minutosTexto de: Time Serasa
O crédito faz parte do dia a dia dos brasileiros. Parcelar compras, usar o cartão de crédito, contratar um financiamento são práticas enraizadas na forma como o país consome produtos e lida com dinheiro. Segundo pesquisa da Serasa em parceria com o Opinion Box de novembro de 2025, 56% dos brasileiros usam o parcelamento como estratégia para manter as contas em dia.
Mas a mesma ferramenta que ajuda a conquistar objetivos pode se transformar em armadilha. Tudo depende de como o crédito é utilizado. Entender quando ele é aliado e quando vira vilão é o primeiro passo para uma relação mais saudável com o dinheiro.
A cultura do crédito é a forma como uma sociedade se relaciona com o uso de recursos emprestados. No Brasil, o crédito está presente em praticamente todas as decisões de consumo: compras parceladas no cartão, financiamentos de veículos e imóveis, empréstimos pessoais e crediários.
Essa cultura se fortaleceu nas últimas décadas, impulsionada pela ampliação do acesso ao crédito. Ferramentas como o Cadastro Positivo ajudaram a incluir milhões de pessoas que antes não conseguiam aprovação em bancos e financeiras.
O resultado é um cenário em que o crédito não é apenas uma opção, mas, para muitas famílias, a principal forma de acessar bens e serviços. Pesquisas da Serasa mostram que 55% dos brasileiros usam o parcelamento para adquirir produtos que não conseguiriam comprar à vista.
Bem utilizado, o crédito pode ser uma ferramenta poderosa para conquistar objetivos:
Imóveis, veículos e eletrodomésticos costumam ter preços incompatíveis com o pagamento à vista para a maioria das famílias. O financiamento permite diluir o valor ao longo do tempo, tornando esses sonhos acessíveis.
Cursos, graduações e especializações podem ser financiados, permitindo que a pessoa se qualifique e aumente sua renda no futuro.
Empréstimos para capital de giro ou investimento inicial ajudam a tirar negócios do papel.
Imprevistos como problemas de saúde ou reparos urgentes podem ser resolvidos com crédito, evitando que a situação se agrave.
O ponto em comum dessas situações é o planejamento. O crédito funciona bem quando a pessoa sabe quanto vai pagar, por quanto tempo, e tem certeza de que as parcelas cabem no orçamento.
O problema surge quando o crédito é usado sem planejamento ou para sustentar um padrão de vida acima das possibilidades reais de quem o está usando.
A facilidade de parcelar pode criar a sensação de que a compra "cabe no orçamento", mesmo quando não cabe. Quando várias compras pequenas se acumulam, podem comprometer a renda no fim do mês. Uma pesquisa da Serasa e Opinion Box identificou que 38% dos brasileiros já se endividaram por compras emocionais, motivadas por desejo e não por necessidade.
Acumular parcelas de diferentes compras pode comprometer uma fatia grande da renda mensal. Quando o total ultrapassa a capacidade de pagamento, começa o efeito bola de neve.
Sem um controle claro das receitas e despesas, é fácil perder a noção do quanto já está comprometido com parcelas e faturas. Segundo a Serasa, 12% dos endividados atribuem sua situação à falta de organização, isto é, não sabiam exatamente quanto deviam ou quanto podiam gastar.
Leia também | Manual do Crédito Consciente da Serasa
Algumas práticas ajudam a manter o crédito como aliado:
Conheça sua renda e seus gastos
Antes de assumir uma parcela nova, tenha clareza do quanto entra e do quanto sai todo mês em sua conta. Se não sobra margem, o parcelamento pode virar problema.
Evite comprometer mais de 30% da renda com dívidas
Essa é uma referência usada por especialistas em finanças. Acima desse percentual, o risco de inadimplência aumenta.
Priorize compras planejadas
Compras por impulso são uma das principais causas de endividamento. Sempre que possível, espere alguns dias antes de fechar a compra.
Fuja do rotativo e do cheque especial
Se não conseguir pagar a fatura integral do cartão, busque alternativas com juros menores, como um empréstimo pessoal para quitar o valor.
Acompanhe o Serasa Score
A pontuação de crédito reflete o comportamento financeiro. Acompanhar o score ajuda a identificar problemas e a entender como o mercado enxerga seu perfil.
Leia também | Como aumentar o score de crédito? Confira dicas reais
O Itaú, um dos maiores bancos do país, oferece ferramentas e condições que ajudam os clientes a manterem uma relação equilibrada com o crédito.
Para quem está endividado, o banco disponibiliza canais de renegociação com condições facilitadas. Durante o Feirão Serasa Limpa Nome 2026, clientes do Itaú podem negociar dívidas com descontos de até 90%.
Canais oficiais do Itaú para renegociação:
A renegociação pode ser feita pelos canais oficiais do banco (aplicativo, site, WhatsApp ou agências) ou diretamente pelo Serasa Limpa Nome, de forma gratuita.
Regularizar as dívidas é o primeiro passo para retomar o controle financeiro e voltar a usar o crédito de forma saudável.
O crédito não precisa ser vilão. Com organização e as oportunidades certas, é possível quitar dívidas, limpar o nome e voltar a usar o crédito a favor dos seus sonhos.
Quem está com dívidas pode aproveitar o Feirão Serasa Limpa Nome 2026 para renegociar com condições especiais. O evento vai até 1º de abril e reúne mais de 2.200 empresas parceiras, incluindo o Itaú.
Condições do Feirão:
Como negociar:
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