Como investir com R$ 100 e ver seu dinheiro render
Como investir com R$ 100 e ver seu dinheiro renderData de publicação 13 de abril de 202611 minutos de leitura
Publicado em: 22 de abril de 2026
Categoria Minhas ContasTempo de leitura: 9 minutosTexto de: Time Serasa
A praia é um dos melhores destinos para relaxar, mas sem organização os gastos podem sair do controle. Os preços variam bastante, principalmente em feriados e férias. Por isso, o planejamento financeiro faz diferença.
Além de pesquisar passagens e hospedagem, é importante analisar o orçamento mensal para definir quanto pode ser poupado. A organização transforma o objetivo da viagem em uma meta financeira concreta.
Nesse cenário, aprender como economizar na viagem para a praia ajuda a tomar decisões mais conscientes e aproveitar o passeio com mais tranquilidade.
O primeiro passo para uma estadia mais econômica é escolher um destino que ofereça um bom custo-benefício. Nem sempre a praia mais famosa ou a mais próxima é a melhor escolha. Muitas vezes, praias menos conhecidas proporcionam uma experiência parecida (ou até melhor) por um preço bem mais acessível.
Para fazer uma boa escolha, é importante avaliar alguns pontos. O custo da hospedagem, por exemplo, deve ser analisado com atenção, comparando diferentes opções por possibilidades de destino.
Além disso, considere o acesso à praia, a oferta de mercados e restaurantes com preços variados. Avalie também a possibilidade de passeios gratuitos ou de baixo custo.
De forma geral, não existe apenas um único mês mais barato, mas sim períodos mais econômicos ao longo do ano.
No Brasil, isso normalmente acontece entre os meses de março a junho e de agosto a novembro, fora de feriados e férias escolares. Nesses períodos, passagens, hospedagens e até passeios tendem a ficar mais acessíveis, já que há menos turistas nos destinos.
Março costuma ser um dos meses mais baratos, pois vem logo após o Carnaval e as férias, quando a demanda diminui.
Na hora de separar o dinheiro que será levado para a praia, é importante considerar o destino escolhido, a duração da viagem, a época do ano e o estilo de consumo. Esses fatores fazem toda a diferença no valor final.
Em média, um dia de praia para duas pessoas pode variar bastante. Em um cenário mais econômico, os gastos ficam entre R$ 80 e R$ 120, considerando alimentação simples e poucos extras.
Em uma experiência mais confortável, com consumo em quiosques e uso de estrutura, o valor pode chegar a R$ 200 ou mais por dia. Em destinos famosos, esse custo tende a aumentar. Se forem incluídos passeios pagos esse valor pode aumentar.
Leia também: Consórcio para viagem: entenda como funciona e se vale a pena
Além de escolher bem o destino e a época, algumas decisões e preparativos simples também ajudam a economizar antes e durante a viagem. Definir um limite diário de gastos e acompanhar as despesas é fundamental.
Veja outras dicas importantes:
Protetor solar, canga, chinelo e óculos de sol costumam ser mais caros em cidades turísticas. Levar esses itens de casa evita gastos desnecessários. O mesmo vale para remédios de uso contínuo ou itens básicos de farmácia, como analgésicos.
Às vezes, uma diária mais barata pode sair cara se o lugar for longe de tudo. Gastos com transporte podem acabar anulando a economia. Por isso, o ideal é buscar um equilíbrio entre preço e localização.
Algumas hospedagens cobram taxas extras, como limpeza, estacionamento ou até uso de ar-condicionado. Verificar esses detalhes antes da reserva ajuda a evitar surpresas no valor final.
No Brasil, existe o programa ID Jovem, que garante benefícios para jovens de baixa renda, incluindo passagens interestaduais gratuitas ou com desconto. O programa também oferece meia-entrada em eventos culturais e de lazer. Verificar o direito a esse e outros benefícios semelhantes vale a pena.
Milhas não são só para viagens internacionais. Com planejamento, podem ser usadas em passagens nacionais, reduzindo bastante os custos. Pontos acumulados em cartões de crédito e programas de fidelidade podem ser convertidos em descontos ou passagens.
Nem toda experiência na praia precisa ser paga. Caminhadas pela orla, trilhas, mirantes e praias menos movimentadas são ótimas opções para aproveitar o destino sem gastar. Muitas cidades litorâneas contam com museus municipais gratuitos ou com ingressos acessíveis.
A organização pré-viagem ajuda a evitar esquecimentos que geram gastos. Um checklist básico inclui:
Leia também: Como planejar uma viagem: passo a passo para não errar
A organização financeira garante uma experiência de viagem mais tranquila. Para saber quanto é possível gastar sem comprometer o orçamento, é preciso ter uma visão clara de todas as contas e despesas do dia a dia. Com esse controle, é mais fácil definir uma meta de economia para a viagem.
Nesse processo, uma ferramenta que centraliza as contas em um só lugar é uma aliada. Com o Minhas Contas, da Serasa, é possível cadastrar e organizar faturas, contas de consumo e boletos, facilitando o controle financeiro e o planejamento para o lazer.
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