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Golpe do leilão falso: como identificar e se proteger

Anúncios de veículos muito abaixo da tabela são a isca mais comum de páginas que imitam leiloeiros oficiais para desviar o pagamento do arremate.

Atualizado em: 21 de outubro de 2026

Categoria Premium Tempo de leitura: 25 minutos

Texto de: Time Serasa

Martelo de leilão com casa desfocada ao fundo

O golpe do leilão usa sites e anúncios que copiam leiloeiros oficiais para oferecer veículos por valores bem abaixo do mercado. Após o arremate, o dinheiro vai para a conta do criminoso e o bem nunca é entregue. Algumas checagens antes do lance ajudam a identificar a fraude.

Assista | Golpe do Limpa Nome: como se proteger

O que é o golpe do leilão falso e como ele afeta os consumidores?

O golpe do leilão falso é uma fraude online em que criminosos criam sites ou anúncios que simulam leilões legítimos. As páginas destacam produtos, como veículos e eletrônicos, a preços abaixo do mercado para atrair as vítimas.  

Os sites fraudulentos imitam páginas de empresas e instituições reconhecidas, além de utilizar endereços de web semelhantes aos originais.

O que é o golpe do leilão falso e como ele afeta os consumidores?

O golpe do leilão falso é uma fraude online em que criminosos criam sites ou anúncios que simulam leilões legítimos. As páginas exibem veículos, máquinas e eletrônicos a preços abaixo do mercado para atrair compradores.

Os sites fraudulentos imitam o visual de empresas e instituições conhecidas e usam endereços muito parecidos com os originais. Segundo a Polícia Civil do Paraná, a fraude costuma envolver leilões de automóveis e outros veículos, além de máquinas agrícolas.

Como o golpe funciona?

O golpe segue uma sequência parecida na maioria dos casos:

  1. Site falso: as páginas fraudulentas se parecem com os sites oficiais de leiloeiros e têm visual e conteúdo convincentes.

  2. Ofertas muito atrativas: os bens aparecem com preços bem abaixo do valor de mercado para despertar o interesse de compradores.

  3. Contato direto: quando alguém demonstra interesse, os golpistas entram em contato e enviam informações sobre o bem.

  4. Pagamento antecipado: depois do suposto arremate, os golpistas pedem o pagamento por transferência, depósito ou Pix, com a justificativa de garantir a compra.

  5. Sumiço: com o pagamento feito, o contato é cortado e o bem não é entregue. Com frequência, o site sai do ar pouco tempo depois.

Principais impactos nas vítimas

As vítimas do golpe podem ser afetadas de diferentes formas:

  • Perda financeira: o valor pago por um bem que não existe pode ser perdido, com impacto direto no orçamento.

  • Uso indevido de dados pessoais: documento de identidade, dados bancários e do cartão de crédito informados no cadastro podem ser usados em outras fraudes.

  • Danos emocionais: frustração, vergonha e desconfiança são sentimentos comuns depois do golpe.

Quais são os sinais de alerta do golpe do leilão falso?

Mesmo imitando páginas autênticas, o golpe deixa pistas. A tabela a seguir reúne os principais sinais e o motivo de cada um merecer atenção.

SinalPor que ficar alerta?
Preços muito abaixo do mercadoSegundo o Leilão Seguro, diferenças acima de 50% em relação ao valor de mercado são incomuns mesmo em leilões.
Falta de informações do bemLeilões legítimos detalham marca, modelo, ano de fabricação e estado de conservação.
Pressa para fechar o negócioOs golpistas alegam oferta por tempo limitado ou outros interessados para apressar o pagamento.
Pagamento fora das regras do editalCobrança do valor integral antes do encerramento do leilão, ou em condições que o edital não prevê, merece desconfiança.
Domínio suspeitoEndereços com letras trocadas, pequenas variações do nome ou terminados em .org e .net são indícios de fraude, de acordo com a Polícia Civil do Paraná.
Falta de informações de contatoSites fraudulentos raramente informam endereço físico, telefone e e-mail que possam ser checados.
Favorecido diferente da leiloeiraConta de pessoa física ou de empresa que não aparece no edital é um dos sinais mais citados pela polícia.
Venda por intermediáriosLeilões oficiais concentram as transações no processo oficial, sem "corretores" oferecendo lotes por fora.
Redes sociais recentesPerfis criados há pouco tempo e com pouco histórico de publicações são comuns em sites falsos.

Como identificar um leilão falso e evitar cair em fraudes?

A identificação passa por cinco checagens, que envolvem o site, o registro do leiloeiro, o edital, a reputação e as listas de sites falsos. Cada uma leva poucos minutos e pode ser feita antes de qualquer cadastro na plataforma. As mesmas checagens servem para quem pretende vender bens em leilão online, pois a plataforma escolhida também precisa ser oficial.

Verifique a autenticidade do site

O endereço é o primeiro filtro. A maioria dos leiloeiros brasileiros usa domínio terminado em .br, e extensões incomuns ou erros de ortografia no nome indicam risco.

Sites legítimos também usam o protocolo HTTPS, indicado por um cadeado na barra de endereços do navegador. A ausência do cadeado é um sinal de alerta. A presença dele, porém, não comprova sozinha que a página é confiável, pois sites falsos também conseguem esse certificado.

Confirme o registro do leiloeiro

Todo leiloeiro oficial precisa ter matrícula na Junta Comercial do estado onde atua. A exigência está no Decreto nº 21.981/1932 e nas normas do Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração (DREI). As Juntas Comerciais publicam a lista de leiloeiros matriculados, com nome, número de matrícula, contatos, site e situação funcional. Os cinco passos abaixo validam esse registro antes de qualquer lance:

  1. Anote o nome completo e o número de matrícula do leiloeiro, que devem aparecer no site e no edital do leilão. A ausência desses dados já é motivo para desconfiar.

  2. Acesse o site oficial da Junta Comercial do estado indicado, cujo endereço normalmente termina em .gov.br, e procure a lista de leiloeiros oficiais.

  3. Confira se o nome e a matrícula aparecem na lista e se a situação funcional consta como regular.

  4. Compare o site, o e-mail e o telefone cadastrados na Junta com os dados da página do leilão. Qualquer diferença no endereço do site indica possível clone.

  5. Confirme o favorecido antes de pagar. O nome exibido na tela do Pix ou no boleto precisa ser o do leiloeiro ou da empresa do edital.


    Pronto! Agora é possível dar o lance com mais segurança sobre quem organiza o leilão.

Analise o edital do leilão

Um edital legítimo traz detalhes sobre:

  • ● os itens leiloados;
  • ● as condições de venda;
  • ● as formas de pagamento;
  • ● o nome e a matrícula do leiloeiro responsável;
  • ● demais informações relevantes, como prazos e regras de retirada.


A ausência ou a superficialidade dessas informações indica possível fraude.

Pesquise a reputação da empresa ou do leiloeiro

Plataformas de reclamação de consumidores, redes sociais e fóruns especializados ajudam a conferir a reputação do leiloeiro ou da empresa organizadora. Relatos negativos de outros compradores servem de alerta, assim como perfis recentes e com poucas publicações.

Consulte listas de sites fraudulentos

A Associação da Leiloaria Oficial do Brasil (ALEIBRAS) mantém o Leilão Seguro. A iniciativa reúne sites de leilão já identificados como falsos, a partir de buscas próprias e de denúncias. Antes de qualquer cadastro, é recomendável conferir se o endereço aparece nessa relação.

Como verificar se o site termina em .br ou .com e checar o domínio

A extensão do domínio é o final do nome do site, logo antes da barra (/) que vem depois dele. O “https://” do início não conta.

Golpistas costumam montar endereços como "leilaoexemplo.com/br", que parecem nacionais, mas terminam em .com. O "/br", nesse caso, é só uma pasta dentro do site. O passo a passo abaixo ajuda na checagem:

  1. Copie o endereço completo da barra do navegador, sem abrir o site por anúncios ou links recebidos por mensagem.

  2. Identifique a extensão. Em "leilaoexemplo.com.br/veiculos", a extensão é .com.br. Em "leilaoexemplo.com/br", a extensão é .com.

  3. Consulte o domínio no serviço de diretório Whois do Registro.br, que mostra dados de domínios terminados em .br. Para extensões como .com e .net, consulte o ICANN Lookup (lookup.icann.org).

  4. Confira o titular e a data de criação do domínio. Titular diferente da empresa do edital, ou domínio criado há poucos dias ou semanas, é sinal de alerta.

  5. Compare o endereço com o site cadastrado na Junta Comercial, conforme o passo a passo de validação do leiloeiro.

Com o titular e a data de criação em mãos, fica mais fácil decidir se o site merece confiança.

Terminar em .br não é garantia de legitimidade, pois qualquer pessoa com CPF ou CNPJ pode registrar um domínio nacional. Por isso, a checagem do domínio funciona melhor combinada com a consulta à Junta Comercial.

Por que Pix para pessoa física desconhecida é sinal de golpe do leilão?

Porque o pagamento de um leilão oficial vai para a empresa leiloeira ou para o leiloeiro identificado no edital, e não para terceiros. Segundo a Polícia Civil do Paraná, a chance de golpe é alta quando o favorecido é uma pessoa física sem relação com o leilão. O alerta se repete quando a conta não está em nome da empresa leiloeira.

A tela de confirmação do Pix mostra o nome do recebedor e a instituição financeira antes do envio. Esse é o momento de comparar o nome com o que consta no edital e na Junta Comercial. Com boleto, a checagem é a mesma, pois o nome do beneficiário aparece antes da confirmação do pagamento.

O cuidado é maior no Pix porque a transferência é instantânea. Depois de concluída, a recuperação depende de o dinheiro ainda estar na conta de destino. Por isso, fazer transferências para desconhecidos exige atenção redobrada, sobretudo quando o pedido chega com pressa.

Quais são os principais métodos usados pelos golpistas em leilões falsos?

Os criminosos combinam diferentes métodos para enganar as vítimas. Entre os mais comuns estão:

  • ● sites que imitam a aparência de leiloeiras legítimas, com informações de contato falsas;
  • ● anúncios falsos em redes sociais, sites de classificados e outras plataformas;
  • ● lances fictícios para inflar o preço final e criar a impressão de alta procura;
  • ● cronômetros e prazos curtos para forçar decisões rápidas;
  • ● grupos em aplicativos de mensagens, como WhatsApp ou Telegram, com supostas oportunidades exclusivas;
  • ● boletos fraudulentos para pagamento de bens que não existem;
  • ● exploração da pouca familiaridade das vítimas com o funcionamento dos leilões online.


Esses métodos se repetem em outras fraudes. Conhecer os sinais de golpe digital ajuda a reconhecer o mesmo padrão em situações diferentes.

O perigo dos anúncios patrocinados e falsos perfis em redes sociais

Os primeiros resultados de uma busca na internet costumam ser anúncios pagos. A Polícia Civil do Paraná alerta que golpistas usam esse recurso para aparecer no topo da página. Um site falso pode surgir acima do leiloeiro verdadeiro ao pesquisar o nome dele.

Nas redes sociais, perfis falsos copiam nome, logotipo e fotos de leiloeiros conhecidos e oferecem lotes por mensagem direta. Muitos foram criados há pouco tempo e têm poucas publicações, o que ajuda a diferenciá-los dos perfis oficiais.

A forma mais segura de chegar ao leilão é digitar no navegador o endereço cadastrado na Junta Comercial. Anúncios e links enviados por mensagem devem ficar de fora. Oferta recebida por perfil desconhecido merece a mesma checagem de qualquer outro site.

A responsabilidade dos bancos em casos de leilões falsos

O artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor estabelece que o fornecedor de serviços responde, independentemente de culpa, por danos causados por defeitos na prestação do serviço.

A Súmula 479 do Superior Tribunal de Justiça (STJ) segue a mesma linha. Pelo enunciado, os bancos respondem, sem necessidade de prova de culpa, por danos de fraudes de terceiros ligadas a operações bancárias.

Já a Resolução nº 4.753/2019 do Conselho Monetário Nacional (CMN) exige que os bancos verifiquem e validem a identidade dos titulares na abertura de contas. Quando há falha nesse dever, o banco pode ser responsabilizado por prejuízos sofridos por terceiros.

Jurisprudência variada sobre o tema

Essas normas servem de base para pedidos de responsabilização dos bancos. Na análise de casos de leilão falso, porém, a Justiça brasileira chega a entendimentos diferentes:

  • ● Responsabilização do banco: há decisões que reconhecem a responsabilidade da instituição financeira quando fica comprovada falha na abertura ou na manutenção de contas usadas por golpistas. Um exemplo é a abertura de conta sem a devida verificação do titular.
  • ● Ausência de responsabilidade: também há decisões que isentam os bancos, sobretudo quando não há evidência de negligência na abertura ou no monitoramento das contas. Nesses casos, entende-se que a culpa é exclusiva de terceiros.


Como o resultado depende das provas de cada caso, a orientação de um advogado ajuda a avaliar se há base para pedir reparação ao banco.

Como se proteger de leilões falsos: dicas de segurança

Além de reconhecer os sinais de alerta, alguns hábitos reduzem o risco de cair em um leilão falso:

  • ● Pesquisa sobre o leiloeiro: conferir a matrícula na Junta Comercial e a reputação da empresa em canais independentes.
  • ● Leitura atenta do edital: analisar as informações sobre os bens, as condições de pagamento e as regras do leilão.
  • ● Acesso direto ao site: digitar o endereço oficial no navegador, sem passar por anúncios ou links recebidos por mensagem.
  • ● Conferência do favorecido: checar, antes de confirmar o Pix ou o boleto, se o nome exibido corresponde à leiloeira do edital.
  • ● Dispositivos atualizados: manter computador e celular com sistema atualizado e antivírus para reduzir a exposição a sites maliciosos.

O que fazer ao cair no golpe do leilão falso

Quem cai em qualquer golpe ou fraude com Pix precisa agir rápido para reduzir o prejuízo e aumentar as chances de recuperar o dinheiro. A primeira providência é reunir comprovantes de pagamento, e-mails, mensagens, links e capturas de tela do site falso. Com as provas em mãos, as frentes mais urgentes são o banco e a polícia.

Como acionar o Mecanismo Especial de Devolução do Pix (MED)

O Mecanismo Especial de Devolução do Pix (MED) é acionado pelo banco de quem fez o Pix, a partir da contestação da vítima. O pedido pode ser feito em até 80 dias após a transferência. Quanto antes o pedido, maior a chance de ainda haver saldo para bloqueio na conta de destino.

  1. Abra o aplicativo ou o site do banco usado no Pix e procure a opção de contestação da transação na área do Pix. Os bancos que atendem pessoas físicas são obrigados a oferecer esse autoatendimento.

  2. Informe que o Pix foi feito por causa de um golpe e descreva o ocorrido, com data, valor e nome do recebedor.

  3. Anexe as provas reunidas, como comprovante, conversas e o endereço do site falso.

  4. Use a central de atendimento do banco caso a opção de contestação não apareça no aplicativo, e peça a abertura do MED.

  5. Acompanhe o pedido. As instituições envolvidas têm até sete dias para analisar a notificação. Se a fraude for confirmada e houver saldo, o valor volta para a conta de origem.

Pronto! Agora é possível acompanhar a análise pelos canais do banco.

O MED depende de haver recursos nas contas rastreadas. Se o dinheiro já tiver sido sacado, a devolução pode ser parcial ou não acontecer. O mecanismo também não se aplica a desacordo comercial, por isso o pedido deve deixar claro que se trata de golpe. Para pagamentos por boleto ou transferência comum, o caminho é o mesmo contato com o banco, com pedido de contestação e tentativa de bloqueio.

Como registrar boletim de ocorrência e contestar a transação

O boletim de ocorrência online formaliza a denúncia e reforça a contestação feita no banco. Para registrar:

  1. Acesse a delegacia eletrônica da Polícia Civil do estado onde mora, ou procure a delegacia mais próxima, e registre a ocorrência como estelionato.

  2. Descreva o golpe com datas, valores, endereço do site, nome do favorecido e chave Pix ou dados da conta de destino.

  3. Guarde o número do boletim e os comprovantes anexados.

  4. Envie o número do boletim ao banco para complementar a contestação da transação.

O que fazer ao cair no golpe do leilão falso

Com o número do boletim, o caso pode ser acompanhado junto à polícia e ao banco.

A polícia não bloqueia nem estorna valores. O papel dela é registrar a ocorrência e, se houver inquérito, investigar a autoria. Além do boletim, outras medidas complementam a denúncia:

  • ● Denúncia do site: relatar o endereço ao Leilão Seguro ajuda a alertar outros compradores.
  • ● Procon e Ministério Público: informar os órgãos sobre a fraude contribui para investigações mais amplas.
  • ● Atenção a novos contatos: depois do golpe, criminosos podem voltar a procurar a vítima, inclusive com a promessa de recuperar o dinheiro. Nenhum dado deve ser repassado nesses contatos.
  • ● Orientação jurídica: um advogado com experiência em crimes digitais pode indicar medidas legais para buscar reparação.

Como a Serasa pode ajudar a proteger os dados pessoais

Depois de um golpe do leilão, os dados informados no cadastro falso podem ser usados em outras fraudes, como compras ou pedidos de crédito. Entender por que o monitoramento de CPF ajuda a identificar golpes faz parte da proteção de dados no dia a dia.

O Serasa Premium é a assinatura de monitoramento de CPF e CNPJ da Serasa. O serviço não impede que um golpe aconteça, mas envia alertas que aumentam a segurança e dão tempo de agir diante de movimentações suspeitas. Entre os recursos estão:

  • ● monitoramento de CPF e CNPJ em tempo real, com alertas sobre consultas, dívidas, negativações, protestos, ações judiciais e cheques sem fundo;
  • ● verificação de vazamento de dados na dark web;
  • ● alerta antecipado de pré-negativação;
  • ● bloqueio de consultas ao Serasa Score, que oculta a pontuação no momento em que uma empresa consulta o CPF;
  • ● consulta de CPF ou CNPJ de terceiros pelo Você Consulta;
  • ● atendimento exclusivo por telefone para assinantes.


Os recursos do plano ficam no menu "Meu CPF" do site ou do aplicativo da Serasa.

O Serasa Premium é o serviço de assinatura da Serasa que monitora o CPF e o CNPJ do assinante 24 horas por dia e envia alertas em tempo real sobre consultas ao score de crédito, vazamento de dados na dark web, variação do Serasa Score e muito mais. Além disso:

  • ● Veja quais empresas consultaram seu CPF ou CNPJ.
  • ● Bloqueie ou desbloqueie a visualização do seu Serasa Score para consultas.
  • ● Conte com benefícios exclusivos oferecidos pelos parceiros da Serasa.
  • ● Receba aviso antes de uma dívida ser negativada.
  • ● Economize ao consultar CPF ou CNPJ de terceiros pelo Você Consulta, ou placa de veículo pelo Extrato Veicular.
  • ● E muito mais!
serasa score

Importante: a Serasa comunica previamente todos os consumidores sobre negativações em seu CPF, sem qualquer custo. O alerta de pré-negativação do Serasa Premium é apenas uma funcionalidade adicional desse serviço, e não substitui o comunicado oficial.

Perguntas frequentes sobre golpe do leilão

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