Pensão para pet: saiba como funciona a guarda e despesas
Pensão para pet: saiba como funciona a guarda e despesasData de publicação 16 de janeiro de 20268 minutos de leitura
Atualizado em: 6 de maio de 2025
Categoria Educação financeiraTempo de leitura: 13 minutosTexto de: Time Serasa
O valor do salário-mínimo desempenha um papel importante nas finanças pessoais e na saúde econômica do país.
Para o trabalhador, ele estabelece um patamar mínimo de renda, essencial para garantir necessidades básicas, impactando o poder de compra e a qualidade de vida. Em nível macroeconômico, reflete a capacidade produtiva e o custo de vida, influenciando o consumo, a inflação e o mercado de trabalho.
Em 2026 o salário-mínimo foi reajustado para R$ 1.621 – representando um aumento de R$ 103 (6,79%) em relação ao valor de R$ 1.518, vigente em 2025.
O reajuste entrou em vigor em 1º de janeiro de 2026, e os primeiros pagamentos atualizados devem ocorrer a partir de fevereiro. Entenda os principais efeitos:
O aumento do salário-mínimo considera a inflação acumulada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e incorpora um ganho real baseado no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.
Para a atualização de 2026, o reajuste seguiu novamente essa metodologia – aplicando a correção inflacionária medida pelo INPC e adicionando um ganho real de 2,5%.
O quadro abaixo mostra os reajustes ocorridos desde 2014 no piso salarial brasileiro. A comparação entre valores e porcentagem de aumento ajuda a entender como o salário-mínimo tem sido corrigido, considerando fatores como inflação e crescimento econômico:
| Ano | Valor | Aumento |
|---|---|---|
| 2026 | R$ 1.621 | 6,79% |
| 2025 | R$ 1.518 | 7,5% |
| 2024 | R$ 1.412 | 6,97% |
| 2023 | R$ 1.302 | 7,43% |
| 2022 | R$ 1.212 | 10,18% |
| 2021 | R$ 1.100 | 5,26% |
| 2020 | R$ 1.039 | 4,11% |
| 2019 | R$ 998 | 4,61% |
| 2019 | R$ 998 | 4,61% |
| 2018 | R$ 954 | 1,81% |
| 2017 | R$ 937 | 6,48% |
| 2016 | R$ 880 | 11,68% |
| 2015 | R$ 788 | 8,84% |
| 2014 | R$ 724 | 6,78% |
Para muitos trabalhadores, o salário-mínimo representa toda a renda mensal. Sendo assim, seu valor define o orçamento disponível para cobrir as despesas essenciais do dia a dia, como alimentação, transporte, higiene e gastos com moradia.
Quando o salário é reajustado para acompanhar ou superar a inflação, ele ajuda a preservar o poder de compra, permitindo a aquisição da mesma quantidade de bens e serviços ao longo dos anos.
O salário-mínimo serve ainda como referência para benefícios sociais, como aposentadorias, pensões e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Sua valorização pode contribuir para a redução da pobreza e a melhoria da qualidade de vida das pessoas mais vulneráveis.
Embora seja uma tarefa difícil pagar todas as contas com o piso mínimo, é possível organizar as finanças para equilibrar o orçamento. Confira algumas dicas:
Crie um orçamento detalhado
Anote todos os gastos diários, desde contas fixas até pequenas compras. Isso ajuda a identificar para onde o dinheiro está indo e como é possível economizar. Utilize planilhas, aplicativos de controle financeiro ou um caderno para registrar tudo.
Estabeleça quais gastos são essenciais
Com o orçamento definido, classifique as despesas por prioridade. Gastos essenciais como moradia, alimentação, saúde e transporte devem vir em primeiro lugar.
Tente reduzir ao máximo os gastos não essenciais, como lazer frequente fora de casa, assinaturas não utilizadas e compras impulsivas.
Economize nas contas de casa
Pequenas mudanças de hábitos podem gerar economias significativas nas contas do dia a dia. Use lâmpadas LED, evite o desperdício de água, desligue aparelhos eletrônicos da tomada quando não estiverem em uso, compare preços de supermercado.
Planeje as compras com cuidado
Antes de ir às compras, faça uma lista do que realmente precisa. Evite compras por impulso e pesquise preços em diferentes estabelecimentos.
Considere comprar em atacados ou feiras os itens não perecíveis e as frutas e verduras. Nesses locais, os preços costumam ser mais baixos.
Priorize o pagamento de dívidas, se possível
Se tiver dívidas, tente planejar quitá-las o quanto antes, começando pelas que têm juros mais altos.
Ao negociar com credores, utilize a plataforma Serasa Limpa Nome ou participe do Feirão Limpa Nome (quando disponível) para encontrar os melhores prazos, descontos e condições de pagamento.
Evite o uso excessivo do cartão de crédito
O cartão de crédito pode ser útil, mas seu uso descontrolado pode levar ao endividamento. Prefira os pagamentos à vista sempre que possível.
Poupe regularmente, mesmo que pouco
Se possível, reserve uma parte do salário, por menor que seja, para emergências ou objetivos futuros. A consistência é mais importante do que o valor poupado.
Busque alternativas de renda extra
Considere realizar atividades que possam complementar a renda, como trabalhos freelancer, vendas de produtos ou serviços, entre outros.
Busque apoio de programas sociais
Informe-se sobre programas sociais do governo que podem oferecer algum tipo de auxílio, a partir do registro no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico).
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Data de publicação 16 de janeiro de 20267 minutos de leitura
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