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Como reduzir parcela de financiamento

Confira seis dicas práticas para reduzir a parcela de financiamento e melhorar a gestão financeira.

Publicado em: 10 de junho de 2024

Categoria CréditoTempo de leitura: 3 minutos

Texto de: Time Serasa

Mulher de Negócios colocando uma moeda em uma pilha de moedas. Colocar moedas em uma fileira de baixo para alto é comparável a economizar dinheiro para crescer mais. O conceito de crescer poupança e economizar investindo em ações.

Reduzir parcela de financiamento pode ser uma medida importante em um momento de imprevisto ou desequilíbrio financeiro. 

Existem estratégias que podem ser colocadas em prática a fim de diminuir o valor desembolsado mensalmente, sem precisar abrir mão do bem.

Neste artigo, confira seis dicas práticas para reduzir as parcelas dos financiamentos e colocar as contas em dia.

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Quando reduzir a parcela de um financiamento?

É importante ter um controle das finanças, acompanhar de perto as entradas e saídas mensais, ter conhecimento sobre o comprometimento da renda e a capacidade financeira para assumir novos compromissos ou lidar com imprevistos.

Assim, sempre que perceber que as contas não estão fechando e que a possibilidade de ficar inadimplente está se aproximando, é sinal de que chegou o momento de buscar reduzir a parcela de financiamento.

  • Alguns dos sinais que indicam a proximidade de uma situação de endividamento são:

  •       ● O dinheiro sempre acaba antes do fim do mês.
  •       ● As dívidas com empréstimos e financiamentos já ultrapassam 30% do orçamento mensal.
  •       ● Pagar a fatura completa do cartão de crédito está difícil.
  •       ● Foi necessário deixar de pagar alguma conta para privilegiar outra.
  •       ● Foi preciso utilizar o cheque especial ou a reserva de emergência.

Como reduzir parcela de financiamento: seis estratégias

Confira alguns caminhos para reduzir a parcela de financiamento e reequilibrar as contas:

  1. Utilize o FGTS

    No caso de financiamento imobiliário, é possível utilizar o saldo do FGTS para amortizar parcelas ou oferecer como parte do valor da entrada, se for o caso.

    Caso queira utilizar o FGTS é preciso se atentar às regras, como:

    -       não ter parcelas do financiamento em atraso;

    -       o FGTS deve estar em nome do beneficiário do empréstimo;

    -       o recurso só pode ser utilizado a cada dois anos;

    -       o financiamento precisa ser feito pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH).


  2. Faça um refinanciamento

    O refinanciamento de dívidas é uma forma de substituir um débito antigo por um novo com condições de pagamento diferentes da anterior.

    Ele ocorre na mesma instituição financeira e vale para qualquer tipo de empréstimo ou financiamento.

    Se for optar pelo refinanciamento, é fundamental comparar o custo efetivo total (CET) dos dois contratos e avaliar as vantagens.


  3. Negocie a taxa de juros ou solicite portabilidade de crédito

    Tentar negociar uma taxa de juros menor que a aplicada em seu contrato para conseguir reduzir parcela de financiamento de maneira adequada também é uma boa estratégia.

    Se não for possível, solicite uma portabilidade de crédito. Essa opção ajuda quem quer trocar uma dívida cara por uma mais barata, ao transferir um financiamento já solicitado e aprovado de uma instituição para outra.


  4. Faça uma amortização dos juros

    A amortização de uma dívida – tanto de empréstimo como de financiamento – significa a diminuição do total devido por meio de um ou mais pagamentos.

    A ideia é antecipar o pagamento das parcelas – geralmente as parcelas finais – e, assim, reduzir também os juros e o valor mensal.

    Renda extra, 13º salário e bonificações podem ser usados para amortizar a dívida, diminuindo o tempo dela e garantindo bons descontos.


  5. Amplie o prazo de pagamento

    Aumentar o prazo de pagamento do financiamento em troca de diminuição no valor de cada parcela também pode ser viável em algumas instituições.

    O ganho para o consumidor está em conseguir economizar no fluxo mensal. Mas é preciso ter em mente que, no fim das contas, o financiamento sairá mais caro (quanto mais parcelas, mais juros serão pagos).


  6. Conheça outras linhas de crédito

    Outra forma de reduzir parcela de financiamento é conhecendo outras linhas de crédito e as utilizando para quitar a dívida em andamento (na prática, trocar uma dívida cara por uma mais barata).

    Por exemplo, o valor levantado por meio de um empréstimo consignado com juros de 1,5% ao mês pode ser usado para quitar um empréstimo pessoal com juros de 3% ao mês.

    Além do consignado, outro tipo de crédito que costuma ter taxas de juros menores é o empréstimo com garantia (de imóvel ou de automóvel).

    Leia também | Entenda tudo sobre amortização de financiamentos

Quais as vantagens de reduzir parcela de financiamento?

  • As principais vantagens são:

  •       ● organizar as contas;
  •       ● evitar a inadimplência;
  •       ● manter o nome limpo e o acesso ao crédito;
  •       ● manter-se mentalmente saudável (as dívidas geram estresse e tiram a qualidade de sono de muita gente);
  •       ● promover um melhor controle das finanças mensais da casa/família;
  • -     ● conhecer o cenário real da pessoa/família e balizar o consumo de acordo com essa realidade. 

Quais os principais cuidados ao reduzir parcela de financiamento?

Pagar menos mensalmente em parcela de financiamento é muito interessante para quem está com dívidas, beirando a inadimplência.

  • Mas é preciso tomar alguns cuidados antes de recorrer a estratégias do tipo:

  •        ● Lembre-se que parcelas menores com prazos maiores geralmente aumentam o valor total da dívida por conta dos juros (verifique antes o novo custo efetivo total da operação).
  •        ● Verifique se não existem outras possibilidades para reduzir a parcela do financiamento (fazer uma amortização, por exemplo, ou antes de finalizar a compra escolher um item de menor valor).
  •        ● Cuide para continuar pagando as parcelas em dia, a fim de não se endividar mesmo após a renegociação.
  •        ● Monitore os gastos de perto e controlá-los para evitar mergulhar novamente em dívidas, mesmo após a redução da parcela do financiamento.

Como negociar com instituições financeiras

Abrir diálogo com o(a) gerente da instituição financeira é um dos caminhos para inaugurar uma boa comunicação e aguardar as propostas de redução da parcela de financiamento.

Explicar o cenário com clareza e apresentar toda a documentação necessária é também fundamental.

Caso o banco não consiga oferecer boas ofertas para negociar o financiamento, é possível partir para instituições financeiras concorrentes e solicitar propostas para a portabilidade de crédito (do financiamento, no caso).

Outra alternativa, caso não obtenha sucesso e perceba que o superendividamento já está estabelecido, é recorrer à Lei do Superendividamento (Lei n. 14.181 de 2021).

A pessoa superendividada é aquela que perdeu a capacidade de pagar suas dívidas com a renda mensal que tem sem comprometer sua subsistência.

  • A Lei do Superendividamento surgiu para tentar evitar que essa situação aconteça. Para isso, ela proíbe que as instituições financeiras:

  • ●     assediem ou pressionem o consumidor para contratar empréstimo;
  • ●     ocultem ou dificultem a compreensão sobre eventuais riscos da contratação de crédito ou da venda a prazo;
  • ●     indiquem que a operação de empréstimo possa ser concluída sem consulta a serviços de proteção ao crédito ou sem avaliação da situação financeira do consumidor;
  • ●     impeçam ou dificultem a anulação ou o bloqueio do pagamento a pedido do consumidor quando houver uso fraudulento do cartão de crédito;
  • ●     dificultem ou impeçam a restituição dos valores recebidos indevidamente.


  • Além disso, obriga as instituições financeiras a: informar o consumidor previamente e de forma adequada sobre o custo efetivo total (CET), a taxa mensal efetiva de juros e os encargos por atraso.

  • Também prevê a possibilidade de:

  • ●     apresentação de um plano de pagamento para os credores, com direito a tentativa de conciliação perante os órgãos de defesa do consumidor, como o Procon e a Defensoria Pública;
  • ●     instauração, a pedido do consumidor superendividado, de processo de repactuação das dívidas perante o juiz, com a presença de todos os credores, com a definição de um plano de pagamento dos débitos com prazo de até cinco anos para quitação.


A Fundação Procon auxilia os consumidores que querem utilizar a Lei do Superendividamento para reduzir as parcelas de financiamento e outras dívidas e equilibrar as finanças.

A instituição faz a ponte entre consumidor e bancos e auxilia ao longo de toda a negociação.

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