Como fica o score se pagar uma dívida pelo Desenrola?
Como fica o score se pagar uma dívida pelo Desenrola?Data de publicação 2 de junho de 20269 minutos de leitura
Atualizado em: 8 de abril de 2026
Categoria Educação financeiraTempo de leitura: 15 minutosTexto de: Time Serasa
Organizar o dinheiro no fim do mês nem sempre é simples. Em muitos casos, o salário entra e, quando a pessoa percebe, já foi todo comprometido com contas e despesas do dia a dia. Nesse cenário, entender quanto se deve guardar do salário passa a ser um passo importante para conquistar mais segurança e equilíbrio financeiro.
Definir esse valor pode parecer difícil no início, mas existem orientações práticas que ajudam bastante. Com algumas regras simples, exemplos claros e um pouco de planejamento, fica mais fácil criar o hábito de poupar e manter o controle do orçamento.
Ao longo deste conteúdo, será possível ver diferentes formas de organizar a renda, exemplos reais para várias faixas salariais e estratégias que mostram que é possível guardar dinheiro mesmo quando o orçamento é limitado.
De forma geral, especialistas recomendam guardar entre 10% e 30% da renda mensal. Contudo, não existe um número único que funcione para todos. O valor ideal depende da realidade de cada um, do custo de vida, das dívidas e dos objetivos.
Quem está começando pode guardar menos. Quem tem mais estabilidade financeira pode aumentar esse percentual com o tempo. Veja alguns exemplos práticos:
| Renda mensal | 10% guardados | 20% guardados | 30% guardados |
|---|---|---|---|
| R$ 1.621 (salário mínimo) | R$ 162,10 | R$ 324,20 | R$ 486,30 |
| R$ 2.000 | R$ 200 | R$ 400 | R$ 600 |
| R$ 5.000 | R$ 500 | R$ 1.000 | R$ 1.500 |
| R$ 8.000 ou mais | R$ 800+ | R$ 1.600+ | R$ 2.400+ |
O mais importante não é começar com um valor alto, mas sim criar consistência. Guardar pouco todo mês já faz diferença no longo prazo.
A regra 50-30-20 para guardar dinheiro é uma forma simples de organizar o salário sem complicação. A ideia é dividir tudo que ganha em três partes proporcionais, facilitando o controle do que entra e do que sai.
Funciona assim: cerca de metade da renda fica destinada às despesas essenciais, como moradia, contas e alimentação. Uma parte menor vai para gastos do dia a dia que trazem conforto e lazer, como saídas, compras e viagens. O restante deve ser reservado para o futuro, seja para formar uma reserva de emergência ou começar a investir.
Para entender melhor, imagine um salário de R$ 2.000. Nesse caso, aproximadamente R$ 1.000 seriam usados para contas básicas, R$ 600 para gastos pessoais e R$ 400 seriam guardados.
Em uma renda de R$ 5.000, essa divisão ficaria em R$ 2.500 para necessidades, R$ 1.500 para estilo de vida e R$ 1.000 para poupar.
Essa regra funciona como um ponto de partida. Nem sempre será possível seguir exatamente esses valores, principalmente quando o orçamento está mais apertado. Ainda assim, ela ajuda a dar direção e pode ser ajustada de acordo com a realidade de cada pessoa.
Sim, é possível guardar 30% do salário, mas isso depende de algumas condições. Geralmente esse percentual é mais viável quando:
● a pessoa não tem dívidas;
● o custo de vida está controlado:
● a renda é mais alta;
● há disciplina financeira.
Por outro lado, quem está começando ou tem renda menor pode achar esse valor difícil. Nesses casos, guardar 5% ou 10% já é um ótimo começo.
Exemplo:
● quem ganha R$ 5.000 pode ajustar gastos e guardar R$ 1.500;
● quem ganha um salário mínimo pode começar com R$ 100 a R$ 150.
O mais importante é aumentar o percentual aos poucos.
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Definir uma meta financeira clara faz toda a diferença na hora de organizar o dinheiro. Quando se sabe exatamente quanto quer juntar, fica mais fácil entender quanto precisa separar por mês e manter a disciplina ao longo do tempo.
Para quem tem como objetivo acumular R$ 20.000, o valor mensal vai depender principalmente do prazo escolhido. Quanto menor o tempo, maior será o esforço mensal. Por outro lado, prazos mais longos tornam a meta mais leve e acessível. Veja como isso funciona na prática. Sem considerar nenhum rendimento, os valores ficam assim:
| Prazo | Valor mensal |
|---|---|
| 1 ano | R$ 1.667 |
| 2 anos | R$ 833 |
| 3 anos | R$ 556 |
Agora, considerando um rendimento médio de 0,5% ao mês, os valores diminuem um pouco, já que o dinheiro começa a trabalhar a seu favor:
| Prazo | Valor mensal aproximado |
|---|---|
| 1 ano | R$ 1.620 |
| 2 anos | R$ 790 |
| 3 anos | R$ 520 |
Essa diferença pode parecer pequena no curto prazo, mas ao longo do tempo ela se torna mais relevante. É por isso que, além de guardar, também vale pensar em onde esse dinheiro será aplicado.
É importante também escolher um prazo que caiba na sua realidade. Não adianta definir uma meta agressiva e não conseguir manter o ritmo. Em muitos casos, alongar o tempo pode ser a melhor estratégia para garantir consistência e evitar frustrações.
No fim das contas, quanto antes começar, mais fácil será alcançar esse tipo de objetivo com menos esforço mensal.
Se o plano envolve um passo maior, como acumular R$ 50.000 em apenas dois anos, o esforço mensal precisará ser proporcionalmente superior.
Sem rendimento
● R$ 50.000 ÷ 24 meses = R$ 2.083 por mês
Com rendimento (0,5% ao mês)
● Aproximadamente R$ 1.950 por mês
Essa diferença mostra como investir pode ajudar. Mesmo assim, é importante ter metas realistas. Se esse valor for alto demais, aumentar o prazo pode tornar o objetivo mais viável.
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Antes de pensar em investir, é importante entender um ponto básico: poupar e investir não são a mesma coisa. Poupar significa separar uma parte do dinheiro e guardar. Investir é fazer esse valor crescer ao longo do tempo.
Na prática, o caminho mais recomendado é começar construindo uma reserva de emergência, que deve cobrir de três a seis meses das suas despesas. Esse valor traz mais segurança para lidar com imprevistos sem precisar recorrer a dívidas.
Depois de formar essa base, fica mais fácil direcionar parte do dinheiro guardado para investimentos. Um exemplo simples ajuda a visualizar: se é possível guardar 20% do salário todos os meses, pode começar investindo cerca de metade desse valor, o que representa 10% da sua renda total.
Com o passar do tempo, à medida que sua situação financeira melhora e a reserva já está consolidada, esse percentual pode aumentar. O mais importante é manter a regularidade e investir de forma compatível com a sua realidade.
Pode parecer muito difícil economizar com renda baixa, mas existem formas práticas de começar. Se quer saber como juntar dinheiro ganhando pouco salário mínimo, veja este passo a passo.
1 - Anote todos os gastos do mês.
2 - Separe um valor fixo para guardar, mesmo que seja pequeno.
3 - Evite compras por impulso.
4 - Corte despesas que não são essenciais.
5 - Aproveite promoções e descontos.
6 - Crie metas simples, como guardar R$ 500.
7 - Automatize a transferência para poupança ou investimento.
8 - Pequenos exemplos que ajudam.
9 - Economizar R$ 5 por dia = R$ 150 por mês.
10 - Reduzir e economizar com delivery = economia de R$ 200 mensais.
11 - Cancelar assinaturas pouco usadas.
No fim do mês, essas pequenas mudanças fazem diferença.
Pensar no longo prazo é essencial. Por isso, saber quanto economizar por mês para aposentadoria depende da idade e do estilo de vida desejado. Confira alguns exemplos:
● aos 25 anos: guardar 10% já pode ser suficiente;
● aos 35 anos: ideal aumentar para 15% ou mais;
● aos 45 anos: pode ser necessário 20% ou mais.
Quanto antes começar, menor será o esforço mensal.
Veja uma simulação simples:
● guardando R$ 300 por mês por 30 anos;
● com rendimento médio, isso pode se transformar em mais de R$ 300.000.
O tempo é o maior aliado nesse processo.
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A calculadora de independência financeira é uma ferramenta que ajuda a planejar o futuro. Ela funciona assim:
● Informe sua renda atual.
● Defina quanto consegue guardar.
● Estabeleça uma meta financeira.
● Simule quanto tempo levará para atingir o objetivo.
Isso ajuda a tomar decisões mais conscientes.
Uma renda de R$ 5.000 costuma ser considerada classe média, embora isso varie de acordo com a região e o custo de vida local.
Nesse cenário, uma boa prática é manter um equilíbrio entre consumo e planejamento. Guardar entre R$ 500 e R$ 1.500 por mês já coloca em um caminho positivo, desde que esse valor não comprometa as despesas básicas. Também é importante manter um padrão de vida compatível com a renda e evitar o aumento dos gastos na mesma proporção sempre que o salário cresce.
Uma forma simples de organizar esse valor é seguir uma divisão equilibrada do orçamento, em que metade da renda fica destinada às despesas essenciais, uma parte menor aos gastos do dia a dia e o restante à poupança.
Esse modelo ajuda a manter o controle financeiro e garante espaço para construir uma reserva. Com o tempo, se houver margem no orçamento, aumente gradualmente o valor guardado.
Guardar dinheiro não depende só de números, mas de comportamento. Veja estas dicas simples:
● Defina um valor fixo para guardar.
● Trate esse valor como uma conta obrigatória.
● Automatize o processo.
● Estabeleça metas claras.
● Acompanhe seu progresso mensal.
● Evite mexer no dinheiro guardado.
● Recompense pequenas conquistas.
Lembre-se que criar o hábito é mais importante que começar com valores altos.
O segredo de guardar parte do salário está na consistência, no planejamento e em metas claras. Mesmo valores pequenos podem crescer ao longo do tempo e trazer mais segurança financeira.
Se você quer continuar aprendendo e melhorar sua organização financeira, acompanhe conteúdos educativos e ferramentas práticas que ajudam no dia a dia.
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