Simulador de aposentadoria: como calcular seu benefício
Simulador de aposentadoria: como calcular seu benefícioData de publicação 30 de janeiro de 20269 minutos de leitura
Publicado em: 30 de janeiro de 2026
Categoria Negociar dívidaTempo de leitura: 10 minutosTexto de: Time Serasa
Investir em renda fixa é uma alternativa segura e acessível para quem busca rentabilidade com menos riscos. Esse tipo de investimento é indicado tanto para iniciantes quanto para quem deseja preservar o patrimônio.
Neste artigo, descubra como funciona os investimentos em renda fixa de acordo com seu perfil e objetivo financeiro.
A renda fixa é uma categoria de investimentos em que as regras de remuneração são definidas no momento da aplicação. O investidor sabe como o rendimento será calculado, seja por uma taxa fixa, seja por um índice como a Selic ou o IPCA.
Esse tipo de investimento é indicado para quem busca previsibilidade, segurança e estabilidade. Também é uma ótima porta de entrada para quem está começando a investir. Além disso, muitos produtos contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos, o FGC.
Entre as principais vantagens estão a menor volatilidade, a possibilidade de planejamento financeiro e a variedade de prazos e rentabilidades. Por isso, investir em renda fixa é uma estratégia comum para formar reservas de emergência e estruturar uma carteira de investimentos equilibrada.
Existem diversos investimentos que podem ser feitos em renda fixa. Para não ter dúvidas, preparamos uma seleção com as melhores sugestões.
O Tesouro Direto permite investir em títulos públicos emitidos pelo governo. O Tesouro Selic acompanha a taxa básica de juros e é ideal para quem precisa de liquidez. Já o Tesouro IPCA+ protege o poder de compra, pois rende acima da inflação.
Entre os pontos positivos estão a segurança, a transparência e a facilidade de acesso. Como desvantagem, pode haver oscilação de preço em resgates antecipados. Esse tipo de investimento é recomendado para reserva de emergência e objetivos de médio e longo prazo.
O CDB é um título emitido por bancos para captar recursos. Em troca, o investidor recebe uma remuneração que pode ser prefixada, pós-fixada ou híbrida.
A principal vantagem é a variedade de opções, com diferentes prazos e rendimentos. Muitos CDBs são protegidos pelo FGC, o que aumenta a segurança. A tributação segue a tabela regressiva do Imposto de Renda.
A LCI e a LCA são títulos ligados aos setores imobiliário e do agronegócio. O grande diferencial é a isenção de imposto de renda para pessoas físicas.
Esses investimentos costumam oferecer rendimentos atrativos, principalmente em prazos médios. Também contam com a proteção do FGC. A liquidez pode ser menor, já que muitos títulos exigem permanência até o vencimento.
Os CRIs e CRAs são títulos de crédito privado voltados aos setores imobiliário e agrícola. Eles não possuem garantia do FGC, mas oferecem potencial de rentabilidade maior.
São indicados para investidores com mais experiência e foco em diversificação. Também contam com isenção de imposto de renda em muitos casos.
| Produto | Rentabilidade | Risco | Liquidez |
|---|---|---|---|
| Tesouro Selic | Selic | Muito baixo | Alta |
| Tesouro IPCA+ | IPCA + juros | Baixo | Média |
| CDB | 90% a 120% do CDI | Baixo | Variável |
| LCI/LCA | 85% a 100% do CDI | Baixo | Média |
| CRI/CRA | IPCA + juros | Médio | Baixo |
Esses dados ajudam a entender a relação entre risco, liquidez e rentabilidade da renda fixa.
Para realizar boas escolhas, é importante entender alguns aspectos. Por isso, veja quais são.
O perfil pode ser conservador, moderado ou arrojado. Quem busca segurança deve priorizar Tesouro Selic, CDBs garantidos e LCI/LCA.
Investidores moderados podem incluir títulos de prazo maior. Já os arrojados podem considerar CRIs e CRAs.
Objetivos de curto prazo pedem liquidez. Já metas de longo prazo permitem buscar maior rentabilidade. Definir o prazo ajuda a evitar resgates em momentos desfavoráveis.
Cada investimento deve ter um propósito. Pode ser reserva de emergência, compra de um imóvel ou aposentadoria. Esse alinhamento melhora os resultados ao longo do tempo.
A base deve ser composta por investimentos seguros. O meio inclui opções moderadas. O topo pode ter produtos com maior risco. Essa estratégia ajuda a equilibrar segurança e rentabilidade.
Leia mais | Investimentos: o que é marcação a mercado?
A diversificação é essencial para equilibrar segurança, rentabilidade e liquidez de acordo com o perfil do investidor. Por isso, entender o seu perfil é o primeiro passo para construir uma estratégia sólida de investimentos.
Esse perfil busca segurança e previsibilidade nos rendimentos.
Prioriza produtos com baixo risco, como Tesouro Selic e CDBs garantidos.
Por isso, a diversificação foca em proteger o capital e manter liquidez para emergências, veja um exemplo:
No entanto, o perfil moderado aceita oscilações controladas em troca de maior rentabilidade. Combina renda fixa tradicional com títulos de prazo maior e isentos de IR.
Dessa forma, a carteira equilibrada reduz riscos e melhora o potencial de retorno. Veja um bom exemplo de diversificação de carteira de investimentos:
No perfil arrojado, a estratégia é um assumir um pouco mais de riscos para ter ganhos mais elevados nos investimentos.
Por isso, há uma distribuição maior para CRI, CRA e títulos com maior volatilidade. A diversificação protege o patrimônio na busca por maior rentabilidade. Um exemplo de estratégia que pode ser aplicada para esse perfil:
Essas combinações ajudam a diversificar e controlar riscos.
Com o Simulador de Investimentos do Serasa, é possível testar valores e prazos. Por exemplo, R$ 10.000 em um CDB a 110% do CDI podem render cerca de R$ 90 por mês.
Já R$ 20.000 podem gerar rendimentos próximos a R$ 180 mensais, dependendo da taxa. Simular ajuda a tomar decisões mais conscientes.
Entender a diferença entre renda fixa e renda variável é essencial para tomar decisões mais estratégicas. Cada modalidade atende a perfis, objetivos e momentos financeiros distintos.
A renda fixa oferece previsibilidade de rendimento, pois as regras de remuneração são definidas no momento da aplicação. Produtos como Tesouro Direto, CDB, LCI, LCA, CRI e CRA apresentam menor volatilidade e risco mais controlado.
A renda variável inclui investimentos como ações, fundos imobiliários e ETFs. Nessa modalidade, os ganhos não são previsíveis e os preços oscilam conforme o mercado.
O potencial de lucro é maior, mas os riscos também aumentam. É indicada para investidores com maior tolerância a perdas e foco em objetivos de longo prazo.
A renda fixa deve ser priorizada quando o investidor busca proteção do capital, liquidez e menor exposição a riscos. Também é a melhor opção para iniciantes, pessoas endividadas, ou quem precisa do dinheiro em prazos definidos.
No entanto, a renda variável faz mais sentido quando o investidor já possui uma base sólida em renda fixa e deseja aumentar o potencial de retorno da carteira.
Para obter melhores resultados ao investir em renda fixa, é essencial adotar uma estratégia bem planejada. Compare sempre as taxas entre diferentes bancos e corretoras, pois pequenas variações no CDI fazem grande diferença no longo prazo.
Prefira títulos isentos de imposto de renda, como LCI e LCA, quando o prazo permitir. Evite resgates antecipados, já que eles reduzem a rentabilidade. Diversifique sua carteira entre produtos com diferentes prazos e indexadores.
Utilize simuladores de investimentos para projetar ganhos futuros e alinhar as aplicações aos seus objetivos financeiros. Essas práticas aumentam a eficiência dos seus rendimentos com segurança.
Antes de investir em renda fixa, é essencial ter as finanças em ordem. Dívidas altas reduzem o potencial de organização e dificultam o planejamento financeiro.
Resolver pendências, organizar o orçamento e limpar o nome são passos importantes antes de investir. O Serasa Limpa Nome ajuda a renegociar dívidas com condições especiais e a regularizar a situação financeira.
Com a vida financeira organizada, investir se torna uma decisão mais segura e alinhada aos seus objetivos.
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