Simulador de aposentadoria: como calcular seu benefício
Simulador de aposentadoria: como calcular seu benefícioData de publicação 30 de janeiro de 20269 minutos de leitura
Publicado em: 12 de janeiro de 2026
Categoria Negociar dívidaTempo de leitura: 5 minutosTexto de: Time Serasa
Receber um aumento é uma ótima notícia, mas pode virar uma armadilha se o dinheiro extra for utilizado sem trazer alívio financeiro. Quando o tema é salário para pagar dívidas, o segredo não está em ganhar mais, e sim em usar melhor o que se recebe.
Neste artigo, você vai entender quanto do salário deve ser comprometido com dívidas, como aproveitar um aumento para sair do endividamento sem perder qualidade de vida e de que forma negociar débitos pode fazer seu dinheiro render mais.
Quando a renda sobe, é comum ajustar o padrão de vida: um gasto a mais aqui, outro ali. O problema é que as dívidas continuam existindo — e, muitas vezes, crescendo com juros. Priorizar a quitação nesse momento traz dois ganhos importantes: reduz a pressão financeira mensal e libera renda futura.
Ao priorizar o pagamento das dívidas, é importante considerar que especialistas em finanças recomendam não comprometer mais de 30% da renda líquida, justamente para evitar o superendividamento e manter espaço no orçamento para imprevistos.
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Usar o valor extra do salário para pagar dívidas quando se recebe aumento é uma decisão estratégica, mas o ideal é, ao mesmo tempo, construir maior estabilidade financeira. Confira práticas que ajudam a transformar o crescimento da renda em mais tranquilidade.
Se a prioridade ao receber um aumento de salário é o pagamento de dívidas, a melhor estratégia inicial é agir como se o valor a mais não existisse. Mantendo o padrão de vida antigo por alguns meses, você evita que o dinheiro extra seja absorvido por gastos fixos e variáveis e consegue direcioná-lo para quitar débitos. Essa pausa consciente ajuda a transformar o aumento em progresso real.
Assim que o salário cair na conta, separe a parte destinada às dívidas. Esse é o chamado “método do pote”: o dinheiro tem destino antes de virar gasto. Pode ser uma conta separada ou um controle simples, o importante é pagar as dívidas antes de gastar com lazer ou consumo por impulso.
Um recurso eficiente nessa organização é o Serasa Minhas Contas, que ajuda a ter melhor visibilidade de todas as despesas.
Nem toda dívida pesa da mesma forma no orçamento. Comece a pagar por aquelas que têm juros mais altos, como cartão de crédito e cheque especial. Depois, avance para empréstimos pessoais e parcelamentos. Essa priorização reduz o impacto dos juros no longo prazo e acelera a sensação de alívio financeiro.
Mesmo pagando dívidas, é essencial construir ou fortalecer uma reserva de emergência. Separar uma parte do aumento, ainda que pequena, evita que imprevistos virem novas dívidas. O equilíbrio entre quitar débitos e criar proteção financeira é o que sustenta a organização no longo prazo.
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Sim. Em casos extremos, o proprietário pode perder o imóvel por dívida de IPTU. Isso acontece quando o débito se acumula por anos, é inscrito em dívida ativa e a prefeitura entra com execução fiscal na Justiça.
O Serasa Limpa Nome é a maior plataforma de renegociação de dívidas do país, com descontos que podem chegar a 90%. O serviço é gratuito e a negociação pode ser feita em poucos minutos pelos canais oficiais da Serasa: site, aplicativo (iOS e Android), WhatsApp (11) 99575-2096 ou Agências dos Correios.
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