Portal do Empreendedor: as melhores dicas para MEI
Portal do Empreendedor: as melhores dicas para MEIData de publicação 4 de dezembro de 20259 minutos de leitura
Publicado em: 27 de novembro de 2025
Categoria CréditoTempo de leitura: 8 minutosTexto de: Time Serasa
O financiamento de casa é uma das formas mais comuns de realizar o sonho de sair do aluguel e ter a casa própria. Nesse modelo, o banco antecipa o valor do bem, e o comprador paga as parcelas ao longo de vários anos
A seguir, saiba o que é e como funciona o financiamento de imóvel e como fazer isso sem se endividar, buscando sempre as melhores condições. Entenda também o papel do Score nesse processo.
O financiamento de imóvel é um tipo de crédito usado para comprar casas ou apartamentos, sejam novos ou usados, além de servir para construção ou reforma de imóveis residenciais ou comerciais.
Funciona assim: a instituição paga à vista o valor do imóvel ao vendedor e passa a ter o bem como garantia. Com isso, ela permite à pessoa que solicitou o crédito pagar o valor da venda em parcelas mensais acrescidas de juros de financiamento imobiliário e demais condições previstas em contrato.
O prazo de pagamento pode chegar a 10, 20, 30 ou até 40 anos. Quanto maior o prazo, maior será o total pago, já que os juros se acumulam ao longo do tempo. Após a quitação, o imóvel fica definitivamente no nome da pessoa que solicitou o crédito.
Além dos juros, também existem outras taxas envolvidas no financiamento imobiliário, como seguros obrigatórios e tarifas administrativas.
Financiar imóvel pode ser feito por meio de instituições financeiras como os bancos ou direto com a própria construtora. A seguir, conheça as principais modalidades de financiamento.
O Minha Casa, Minha Vida (MCMV) é voltado para famílias de baixa e média renda e oferece condições mais acessíveis, como juros reduzidos e subsídios que podem diminuir significativamente o valor financiado.
Esse programa é dividido por faixas de renda, o que define o tipo de benefício disponível. Ele também permite usar o FGTS para entrada, amortização e até construção em terreno próprio.
O SFH é um dos sistemas de financiamento mais utilizados, com juros limitados a 12% ao ano. O imóvel deve ter valor máximo de R$1,5 milhão, ser residencial, estar localizado em perímetro urbano e na cidade em que o comprador mora ou trabalha há pelo menos um ano.
Além disso, pode ser imóvel novo ou já construído. É uma excelente opção para quem busca condições estáveis, mas sem os subsídios específicos do Minha Casa Minha Vida.
Para conseguir um financiamento de casa, os bancos analisam alguns critérios básicos. O principal é a comprovação de renda, já que a parcela, geralmente, não pode ultrapassar 30% da renda familiar. Também é preciso ter idade mínima de 18 anos ou 16 anos, se emancipado.
Outro ponto essencial é ter um bom Score de crédito e não estar negativado, pois isso influencia diretamente na aprovação e nas taxas oferecidas. O imóvel também precisa estar regularizado, com toda a documentação em dia.
A escolha do banco influencia diretamente nas taxas, no valor das parcelas e nas condições do financiamento de imóvel. Por isso, a recomendação é comparar diferentes instituições antes de fechar negócio.
De forma geral, o ideal é buscar bancos com taxas competitivas, grande variedade de linhas de crédito e forte integração com o FGTS. A flexibilização dos prazos, nesse caso, também é um fator importante.
Já bancos privados, como Itaú, Bradesco e Santander, costumam ter processos mais ágeis e podem oferecer condições especiais para correntistas ou clientes com bom relacionamento.
Geralmente a maioria dos bancos exige um valor mínimo de entrada de 20% do valor do imóvel, financiando até 80% do total. Esse percentual pode variar conforme a instituição, o programa escolhido e o perfil do cliente.
Em algumas modalidades, como o Minha Casa Minha Vida, é possível reduzir a entrada usando o FGTS ou contando com subsídios. Em todo caso, quanto maior a entrada, menores serão as parcelas e os juros ao longo do contrato.
Geralmente a maioria dos bancos exige um valor mínimo de entrada de 20% do valor do imóvel, financiando até 80% do total. Esse percentual pode variar conforme a instituição, o programa escolhido e o perfil do cliente.
Em algumas modalidades, como o Minha Casa Minha Vida, é possível reduzir a entrada usando o FGTS ou contando com subsídios. Em todo caso, quanto maior a entrada, menores serão as parcelas e os juros ao longo do contrato.
A simulação é a forma mais prática de descobrir o quanto é possível financiar e quais serão as condições do contrato. Cada banco usa critérios próprios, mas todos avaliam basicamente três fatores: a renda, o Score de crédito e o valor de entrada disponível.
o valor aproximado das parcelas (que varia conforme risco de crédito, taxa e juros do financiamento);
o prazo máximo disponível;
a taxa de juros estimada;
o valor total do financiamento.
Leia também | Como consultar o score para financiamento grátis
Para análise e aprovação do financiamento de imóvel, os bancos geralmente solicitam:
Documento de identidade (RG ou CNH);
CPF;
Comprovante de estado civil (certidão de nascimento, casamento ou divórcio);
Comprovante de renda (holerite, extratos bancários, declaração de IR);
Comprovante de residência;
Carteira de trabalho ou contrato de trabalho, quando aplicável;
Declaração de FGTS e extrato do FGTS, quando houver uso do fundo;
Documentação do imóvel (matrícula atualizada, escritura e certidões negativas).
A lista pode variar conforme o banco, o tipo de financiamento e a análise de crédito.
As etapas do financiamento costumam ser:
Simulação: faça simulações em diferentes instituições para estimar parcelas, prazo, taxa e valor financiável;
Reserva do imóvel: formalize a proposta de compra com o vendedor e, se necessário, pague o sinal ou a reserva;
Escolha da instituição: selecione o banco com a melhor combinação de Custo Efetivo Total (CET), prazo e percentual financiável;
Entrega da documentação: envie os documentos do comprador e do imóvel para a análise de crédito e avaliação;
Análise de crédito e avaliação do imóvel: o banco verifica renda, score, restrições e também faz laudo de avaliação do imóvel;
Aprovação e proposta de contrato: se aprovado, o banco emite a proposta com condições, taxas e prazo, sendo importante revisar os termos antes de assinar;
Assinatura do contrato e registro: assine o contrato no cartório, e o banco registrará a garantia a ser usada no financiamento
Liberação dos recursos: o banco paga o vendedor e iniciam-se as parcelas mensais conforme o contrato, incluindo juros, seguros e encargos;
Amortização e quitação: realize os pagamentos conforme o cronograma, e ao quitar todas as parcelas, solicite a baixa da garantia e o registro definitivo do imóvel.
Antes de solicitar o financiamento de casa, é fundamental verificar o Serasa Score. Esse indicador mostra ao banco qual é a probabilidade de o cliente pagar as parcelas em dia, o que influencia diretamente na aprovação e nas condições oferecidas.
● Pronto! Agora é só aguardar a resposta para finalizar a contratação.
*A análise de crédito é feita por parceiros; sem garantia de aprovação. Simule quantas vezes quiser de graça e sem afetar o seu Serasa Score.
Data de publicação 4 de dezembro de 20259 minutos de leitura
Data de publicação 5 de dezembro de 202510 minutos de leitura
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