Como emitir a certidão negativa da Justiça Federal: passo a passo
Como emitir a certidão negativa da Justiça Federal: passo a passoData de publicação 12 de fevereiro de 202611 minutos de leitura
Atualizado em: 29 de janeiro de 2026
Categoria Negociar dívidaTempo de leitura: 12 minutosTexto de: Time Serasa
Em dezembro de 2025, mais de 81 milhões de brasileiros estavam endividados, segundo o Mapa da Inadimplência e Renegociação de Dívidas no Brasil, levantamento mensal feito pela Serasa que analisa dados de milhões de consumidores para indicar tendências e padrões de inadimplência em diferentes regiões e setores da economia.
A inadimplência é uma condição comum em contextos econômicos diversos, e pode trazer prejuízos imensuráveis para cidadãos, empresas e mesmo países. Neste artigo, entenda as principais causas e consequências dessa condição, e saiba como evitar o endividamento.
A inadimplência ocorre quando uma pessoa ou empresa deixa de cumprir uma obrigação financeira dentro do prazo de vencimento. Esse atraso pode acarretar uma série de consequências negativas para o devedor e, em larga escala, afeta credores e toda a economia do país.
* Fonte: Mapa da Inadimplência e Renegociação de Dívidas Serasa | Edição de dezembro 2025
A inadimplência pode ocorrer por diferentes motivos, mas costuma estar ligada ao descontrole financeiro ou a situações não planejadas. Entre as causas mais comuns que levam à inadimplência estão:
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A inadimplência impacta a vida do devedor em quase todas as esferas. Ela extrapola o lado financeiro e traz uma série de consequências negativas também para o dia a dia e para a qualidade de vida da pessoa e de sua família.
Veja as principais consequências do endividamento:
Quando as contas começam a atrasar, os credores podem informar os órgãos de proteção ao crédito, como Serasa, e cadastrar o CPF do devedor. Isso significa que a pessoa terá restrição de crédito por causa de uma ou mais dívidas. Essa negativação do nome pode impedir o acesso a diversos serviços, como obtenção de crédito e possibilidade de negociação.
O registro de dívidas e pendências tem peso de 33% no cálculo do Serasa Score, pontuação de crédito que vai de 0 a 1000. Sendo assim, a inadimplência impacta o índice que sinaliza para as empresas e instituições financeiras se os riscos de ceder crédito a uma pessoa são baixos ou altos.
A inadimplência pode trazer obstáculos para a obtenção de novos cartões de crédito, empréstimos em geral e até financiamento imobiliário. Quem estiver planejando comprar uma casa própria, por exemplo, pode acabar esbarrando no acesso ao auxílio financeiro bancário.
Mesmo que o plano não seja comprar um imóvel, a pessoa inadimplente também pode encontrar dificuldades para alugar uma casa nova. Isso porque as dívidas podem respingar nos contratos de locação e até na contratação de serviços básicos, como telefonia e internet.
A inadimplência pode levar a ações judiciais que trazem consequências graves ao devedor, inclusive com risco de penhora de bens ou bloqueio de contas bancárias. Além disso, a possibilidade de negociação é reduzida de forma considerável.
A inadimplência não impacta só a conta bancária. Pode afetar também a qualidade de vida e a saúde emocional do devedor, gerando estresse e ansiedade. O bem-estar psicológico tem relação muito mais próxima com a saúde financeira do que se imagina, e pesquisas têm apontado isso. Em 2022, o estudo Perfil e Comportamento do Endividamento Brasileiro, produzido pelo Instituto Opinion Box em parceria com a Serasa, apresentou os seguintes resultados:
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Não existe segredo: a inadimplência se resolve com planejamento financeiro, controle dos gastos e uso consciente do crédito. A adoção de medidas simples pode garantir uma vida financeira mais saudável e evitar problemas futuros. Confira quatro dicas financeiras para ajudar nesse processo.
Negocie com credores
O primeiro passo para resolver a inadimplência é procurar o credor e tentar a negociação das dívidas. Em geral, instituições e empresas estão abertas a propostas de quem tem interesse em pagar débitos, melhorando muito as condições de pagamento, reduzindo juros e ampliando o número de prestações. O ideal, aqui, é negociar parcelas que caibam no orçamento para resolver o problema e não criar outro.
Faça controle dos gastos
Conhecer sua realidade financeira é essencial para sair da inadimplência. Saiba o valor exato que ganha e gasta todos os meses e, a partir daí, faça um planejamento detalhado, priorizando o pagamento das dívidas. É importante fazer os gastos caberem no orçamento, para isso, evite aqueles desnecessários e as compras impulsivas, reduzindo tudo o que for possível.
Crie o hábito de poupar um pouco a cada mês
Outra boa estratégia para sair do endividamento é evitar gastar todo o salário. Procure separar uma porcentagem todos os meses e não mexa nesse dinheiro. Ao fim de alguns meses, você terá uma poupança que pode servir como reserva de emergência, o que é imprescindível na hora de lidar com imprevistos e despesas inesperadas, como emergências médicas, reparos na casa ou perda de emprego.
Faça uso consciente do crédito
Utilize o crédito de forma consciente. Isso envolve pagar as contas sempre em dia, controlar o uso do cartão de crédito para não precisar entrar no rotativo e evitar novas dívidas enquanto as velhas contas ainda estiverem em aberto. Manter o controle dos gastos é um passo mais importante do que se imagina.
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Data de publicação 12 de fevereiro de 202611 minutos de leitura
Data de publicação 30 de janeiro de 20269 minutos de leitura
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