As 3 regras de ouro do cartão de crédito para usar o limite a ...
As 3 regras de ouro do cartão de crédito para usar o limite a seu favorData de publicação 4 de março de 20267 minutos de leitura
Atualizado em: 27 de fevereiro de 2026
Categoria CréditoTempo de leitura: 12 minutosTexto de: Time Serasa
Financiar a faculdade é a forma que muitas pessoas encontram para realizar o sonho do curso superior. Em 2025, apenas o FIES (Fundo de Financiamento Estudantil), opção pública de financiamento, recebeu quase meio milhão de inscritos.
Mas, se por um lado o crédito estudantil ajuda a ingressar nas universidades particulares, por outro pode gerar endividamento caso, depois da formatura, a pessoa não consiga arcar com o pagamento das parcelas.
Neste artigo, saiba como financiar a faculdade sem prejudicar o orçamento e tire as principais dúvidas sobre crédito estudantil.
Financiamento estudantil ou crédito universitário é um tipo de empréstimo feito por uma instituição financeira, como um banco, ou pelo governo para custear os estudos de uma pessoa, normalmente, no Ensino Superior. Nessa modalidade, o financiador quita parte ou 100% das mensalidades do curso, e o aluno fica comprometido a pagar a dívida com a instituição após ou durante a formação.
O financiamento estudantil pode ser de origem pública ou privada. No financiamento estudantil privado, o crédito vem de instituições privadas, como bancos e empresas especializadas nesse tipo de crédito. O Financiamento Estudantil Bradesco e as opções de
financiamento oferecidas pela Pravaler, são exemplos de financiamento privado para universitários.
No Brasil, o financiamento estudantil público ocorre por meio do FIES, que é subsidiado pelo Governo Federal. Ele funciona como um empréstimo — ao final do curso, é preciso devolver o valor em parcelas.
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Há várias instituições financeiras que oferecem linhas de financiamento estudantil privadas. Antes de escolher uma, é importante avaliar as condições do financiamento e saber a diferença entre os tipos de crédito educativo.
Diversos bancos privados oferecem linhas de financiamento estudantil. Para contratar, no entanto, normalmente é necessário que o estudante tenha conta naquela instituição bancária. Além disso, a universidade também precisa ser conveniada.
Os bancos que financiam a faculdade arcam com os valores das mensalidades até o final do contrato. O estudante, por sua vez, pode financiar os cursos tanto parcial quanto totalmente. Os pagamentos são feitos no próprio banco durante o curso ou somente após o término da graduação.
O crédito estudantil privado é uma saída para quem não pode arcar com as despesas de uma faculdade particular e não se enquadra nas regras do financiamento público e nem conseguiu o financiamento de bancos.
Instituições como a Pravaler têm convênios com várias faculdades particulares e são especializadas em empréstimo universitário. Em alguns casos, as regras do contrato são mais flexíveis do que as do FIES.
O FIES é um modelo de financiamento para estudantes do Ensino Superior, oferecido pelo Governo Federal com juros baixos. Durante o curso, o governo financia de 50% a 100% do valor das mensalidades, de acordo com a renda familiar do estudante, e no fim da graduação é preciso devolver o valor em parcelas.
Esse é um modelo diferente da bolsa de estudos, que garante auxílio financeiro sem cobrança posterior.
Para se inscrever no FIES, o estudante precisa atender a alguns requisitos:
As inscrições para o programa ocorrem duas vezes ao ano, normalmente entre janeiro e fevereiro e junho e julho, e são feitas pela página do FIES no Portal de Acesso Único ao Ensino Superior.
Depois de se inscrever, o estudante é avaliado e caso seja selecionado, paga mensalmente apenas um encargo operacional fixado em contrato e o restante da mensalidade (se a bolsa não for de 100%). Em alguns casos, o FIES exige a apresentação de um fiador e o pagamento do valor financiado começa no primeiro mês depois da conclusão do curso.
Além do financiamento privado concedido por bancos e instituições especializadas, outras alternativas ao FIES são:
Bolsas concedidas pelas próprias universidades: algumas universidades privadas oferecem bolsas de estudos aos alunos em todos os semestres.
ProUni: o Programa Universidade para Todos (ProUni) é uma iniciativa que faz parte das políticas públicas para facilitar o acesso de pessoas de baixa renda ao ensino superior. Ele oferece bolsas de estudos de 50% e 100% para estudantes de faculdades privadas.
Tanto no ProUni, quanto nas bolsas de estudo concedidas diretamente pelas escolas, não é preciso devolver os valores depois.
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Depois de conhecer as opções de financiamento estudantil, é comum ter dúvidas sobre qual modalidade mais vale a pena. E a verdade é que a resposta para essa questão depende do perfil do estudante, da renda familiar, dos prazo e das taxas aplicadas.
Bolsas de estudo e FIES têm muitas vantagens, mas para ter acesso a eles é preciso se enquadrar em diversos requisitos. Caso você não se encaixe no perfil socioeconômico exigido, alternativas como o crédito estudantil oferecido pela Pravaler e o financiamento privado concedido por bancos podem ser boa escolha se o pagamento couber no orçamento.
O financiamento estudantil é uma alternativa válida para quem quer viabilizar o sonho do curso superior, mas antes de contratar, especialmente na modalidade privada, é fundamental:
É importante também evitar comprometer mais do que 30% da renda futura com parcelas. Além de considerar a área escolhida e a média salarial da profissão, para garantir que o investimento seja sustentável.
Planejamento é essencial para não transformar o sonho da faculdade em uma fonte de preocupação financeira.
Não dever o financiamento da faculdade é importante, primeiramente, para manter o nome sem restrições. Além de conseguir outros tipos de financiamentos, como de moto ou automóvel, ou crédito em lojas e instituições financeiras, abrir conta em banco, conseguir um cartão de crédito etc.
Vale lembrar ainda que atrasos nas prestações do crédito estudantil privado podem levar à suspensão do benefício.
Para quem ainda não tem o financiamento estudantil privado, estar longe das dívidas colabora para que o cadastro seja aprovado e as instituições financeiras emprestem o dinheiro necessário para concluir a faculdade.
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O financiamento estudantil deve ajudar a ter uma condição financeira mais tranquila durante o Ensino Superior, por isso, é importante manter a organização e o planejamento para evitar endividamento quando chegar a hora de pagar o empréstimo. Para isso:
Faça um orçamento mensal realista e use uma planilha de controle de gastos para se organizar.
Crie uma reserva de emergência.
Evite acumular outros créditos ao mesmo tempo.
Negocie dívidas rapidamente caso surjam dificuldades.
Controle os gastos, evite comprar por impulso e não faça novas dívidas.
Procure estágios remunerados, se possível, ainda durante a graduação ou faça iniciação científica com bolsa de estudos.
Encontre alternativas para fazer renda extra (vender doces ou dar aulas, por exemplo).
Tenha foco e não gaste toda a renda com lazer.
Junte dinheiro ao longo da graduação e invista em produtos financeiros de renda fixa (um CDB, por exemplo).
Compre livros e materiais em sebos e grupos ou sites de desapegos.
Se você está devendo um financiamento estudantil, é recomendável buscar a regularização do débito para seguir a vida profissional sem pendências financeiras que preocupam, geram estresse e podem até mesmo prejudicar a busca por colocação no mercado de trabalho.
No financiamento público ou privado é possível renegociar as dívidas e conseguir condições de pagamentos que se encaixem melhor no orçamento.
Uma alternativa para reorganizar as contas e regularizar as pendências do crédito educativo é contratar um empréstimo que ofereça juros menores que os aplicados na dívida e ficar somente com essa nova parcela.
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Financiar faculdade exige responsabilidade e informação. O Serasa Crédito permite comparar diferentes ofertas antes de contratar um financiamento, aumentando a chance de encontrar taxas mais adequadas ao seu perfil.
Ao analisar propostas com calma, você reduz o risco de superendividamento e mantém o controle do orçamento. Para quem quer estudar sem comprometer o futuro financeiro, usar uma plataforma que centraliza opções e facilita a decisão pode ser um passo importante rumo à graduação.
Para encontrar a melhor opção de crédito, siga estes passos:
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